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	<title>Curiosidades no Você Sabia &#187; Curiosidades Bíblicas</title>
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		<title>iPhone 3Gs, Microsoft Surface? Não, apenas luz e areia</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 14:10:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este vídeo mostra Kseniya Simonova, jovem artista Ucraniana, em uma de suas apresentações. Ela começou a fazer esse tipo de desenhos no ano passado na praia e tudo progrediu para isso, onde acabou tornando-se um fenômeno Youtube por contar histórias através de animação de areia. Aqui, ela relata Alemanha vencendo a Ucrânia na segunda guerra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>Este vídeo mostra Kseniya Simonova, jovem artista Ucraniana, em uma de suas apresentações. Ela começou a fazer esse tipo de desenhos no ano passado na praia e tudo progrediu para isso, onde acabou tornando-se um fenômeno Youtube por contar histórias através de animação de areia.</p>
<p>Aqui, ela relata Alemanha vencendo a Ucrânia na segunda guerra mundial. Ela traz calma, depois do conflito. Um casal em um banco tornar-se um rosto de mulher; uma passagem pacífica torna-se um incêndio, uma viúva chorando morphs em um obelisco de um soldado desconhecido. Simonova parece com algum deus vingativo do Velho Testamento como ela destrói, em seguida, recria as cenas &#8211; com pinceladas ágeis, polvilha e varre ela mantém a narrativa vai. Ela move os juízes de lágrimas quando ela legendas a cena final &#8220;você está sempre perto&#8221;.<span id="more-1393"></span></p>
<p>Não deixe de conferir:<br />
<object width="425" height="344" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/0-skkv8fas4&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=pt-br&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed width="425" height="344" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/0-skkv8fas4&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=pt-br&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" /></object></p>
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		<title>Carnaval, Cinzas e Quaresma</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 12:11:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olhando para o calendário, rapidamente se percebe que é a Páscoa quem rege o Carnaval: a Páscoa é celebrada no primeiro Domingo da lua cheia após o equinócio da primavera, no hemisfério Norte. O Carnaval acontece entre 3 de Fevereiro e 9 de Março, sempre quarenta e sete dias antes da Páscoa, ou seja, após [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>Olhando para o calendário, rapidamente se percebe que é<strong> a Páscoa quem rege o Carnaval</strong>: a Páscoa é celebrada no primeiro Domingo da lua cheia após o <strong>equinócio da primavera</strong>, no hemisfério Norte. O Carnaval acontece entre <strong>3 de Fevereiro e 9 de Março</strong>, sempre quarenta e sete dias antes da Páscoa, ou seja, após o sétimo Domingo que antecede o Domingo de Páscoa.</p>
<h4>Carnaval</h4>
<p>O Carnaval é uma festividade popular colectiva, cíclica e agrária. Teve como verdadeiros iniciadores os povos que habitavam as margens do rio Nilo, no ano 4000 a.C., e uma segunda origem, por assim dizer, nas festas pagãs greco-romanas que celebravam as colheitas, entre o séc. VII a.C. e VI d.C.<span id="more-1012"></span><br />
A Igreja viria a alterar e adaptar <strong>práticas pré-cristãs</strong>, relacionando o período carnavalesco com a Quaresma. Uma prática penitencial preparatória à Páscoa, com jejum começou a definir-se a partir de meados do século II; por volta do século IV, o período quaresmal caracterizava-se como tempo de penitência e renovação interior para toda a Igreja, inclusive por meio do jejum e da abstinência<br />
Tertuliano, São Cipriano, São Clemente de Alexandria e o Papa Inocêncio II foram grandes inimigos do Carnaval, mas, no ano 590, a Igreja Católica permite que se realizem os festejos do Carnaval, que consistiam em desfiles e espectáculos de carácter cómico.<br />
No séc. XV, o Papa Paulo II contribuiu para a evolução do Carnaval, imprimindo uma mudança estética ao introduzir o baile de máscaras, quando permitiu que, em frente ao seu palácio, se realizasse o Carnaval romano, com corridas de cavalos, carros alegóricos, corridas de corcundas, lançamento de ovos, água e farinha e outras manifestações populares.<br />
Sobre a origem da palavra Carnaval não há unanimidade entre os estudiosos, mas as hipóteses “carne vale” (adeus carne!) ou de “carne levamen” (supressão da carne) levam-nos, indubitavelmente, para o início do período da Quaresma. A própria designação de Entrudo, ainda muito utilizada entre nós, vem do latim “introitus” e apresenta o significado de dar entrada, começo, em relação a esse tempo litúrgico.</p>
<h4>Cinzas</h4>
<p>No dia seguinte, a cinza recorda o que fica da queima ou da corrupção das coisas e das pessoas. Este rito é um dos mais representativos dos sinais e gestos simbólicos do caminho quaresmal.<br />
Nos primeiros séculos, apenas cumprem este rito da imposição da cinza os grupos de penitentes ou pecadores que querem receber a reconciliação no final da Quaresma, na Quinta-feira Santa, às portas da Páscoa. Vestem hábito penitencial, impõem cinza na sua própria cabeça, e desta forma apresentam-se diante da comunidade, expressando a sua vontade de conversão.<br />
A partir do século XI, quando desaparece o grupo de penitentes como instituição, o Papa Urbano II estendeu este rito a todos os cristãos no princípio da Quaresma. As cinzas, símbolo da morte e do nada da criatura em relação a seu Criador, obtêm-se por meio da queima dos ramos de palmeiras e de oliveiras abençoados no ano anterior, na celebração do Domingo de Ramos.</p>
<h4>Quaresma</h4>
<p>O termo Quaresma deriva do latim &#8220;quadragesima dies&#8221;, ou seja, quadragésimo dia. É o período do ano litúrgico que dura 40 dias: começa na quarta-feira de cinzas e termina na missa &#8220;in Coena Domini&#8221; (Quinta-Feira Santa), sem inclui-la.<br />
O sexto Domingo, que dá início à Semana Santa, é chamado &#8220;Domingo de Ramos&#8221;, &#8220;de passione Domini&#8221;. Desse modo, reduzindo o tempo &#8220;de passione&#8221; aos quatro dias que precedem a Páscoa, a Semana Ssanta conclui a Quaresma e tem como finalidade a veneração da Paixão de Cristo a partir da sua entrada messiânica em Jerusalém.<br />
Uma prática penitencial preparatória para a Páscoa, com jejum, começou a surgir a partir de meados do século II; outras referências a um tempo pré-pascal aparecem no Oriente, no início do século IV, e no Ocidente no final do mesmo século.<br />
Nos primeiros tempos da Igreja, durante esse período, estavam na fase final da sua preparação os catecúmenos que, durante a vigília pascal, haveriam de receber o Baptismo.<br />
Por volta do século IV, o período quaresmal caracterizava-se como tempo de penitência e renovação interior para toda a Igreja, inclusive por meio do jejum e da abstinência, marcas que ainda hoje se mantêm.<br />
Na Liturgia, este tempo é marcado por paramentos e vestes roxas, pela omissão do &#8220;Glória&#8221; e do &#8220;Aleluia&#8221; na celebração da Missa.</p>
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		<title>Bíblia Estava Certa</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 13:28:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os livros da Bíblia sempre foram fonte de consulta para escavações científicas em busca da verdade histórica. O arqueólogo da Universidade da Califórnia Thomas E. Levy e o diretor de escavações e pesquisas do Departamento de Antiguidades da Jordânia, Mohammad Najjar são de opinião que “somente uma sociedade complexa, como uma grande tribo ou um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p><strong>Os livros da Bíblia sempre foram fonte de consulta para escavações científicas em busca da verdade histórica.</strong></p>
<p>O arqueólogo da Universidade da Califórnia Thomas E. Levy e o diretor de escavações e pesquisas do Departamento de Antiguidades da Jordânia,<span id="more-563"></span> Mohammad Najjar são de opinião que “somente uma sociedade complexa, como uma grande tribo ou um reino primitivo, poderia ter capacidade organizacional para produzir cobre em escala industrial”.</p>
<h4>Processo de datação</h4>
<p>Grupo internacional de arqueólogos conseguiu datações em rádio-carbono feitas em madeira, grãos e frutos carbonizados em diversos níveis de sedimentos, revelam que as construções datam do décimo segundo século a.C. O grupo desenterrou artefatos que contam muito sobre a época escaravelhos, cerâmicas, pontas de flechas em metal, martelos, pedras de moagem entre outros.</p>
<h4>O sítio arqueológico</h4>
<p>Os indícios foram encontrados nas ruínas de um grande centro de processamento de cobre em Khirbat en-Nahas nas terras baixas do antigo reino de Edom, atualmente parte da Jordânia.</p>
<p>As escavações estão sendo lideradas por Thomas E. Levy da Universidade da Califórnia.</p>
<p>O arqueólogo israelense, Israel Finkelstein, da Universidade de Tel Aviv, acredita que o novo estudo não lança novas luzes sobre a formação do Estado em Edom. Segundo ele, as atividades como a do cobre, poderiam ser controladas por membros de outras sociedades que não a de Edom.</p>
<h4>Nosso grifo:</h4>
<p>Essa possibilidade não pode ser descartada, mas nada prova ser verdadeira. Ademais, os estudos arqueológicos ainda não foram concluídos nem seus resultados cruzados com estudos já existentes.</p>
<h4>Grande Interesse no meio acadêmico internacional</h4>
<p>Distando 50 km do Mar Morto e outros 50 km das ruínas de Petra, o mais famoso sítio arqueológico da Jordânia. As novas descobertas já estão sendo objeto de trabalhos acadêmicos.</p>
<h4>N.R.:</h4>
<p>Até que ponto os trabalhos arqueológicos, sem prazo de conclusão, alterarão a História ou somarão novos dados aos já conhecidos ou abrirão novas lacunas no imaginário científico? Essas respostas, só o tempo revelará.</p>
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		<title>Algumas palavras usadas pela igreja e seus significados</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Feb 2008 11:38:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Adorar Ato com que se atesta a excelência de alguém e diante de quem se prostra em piedosa submissão. Em sentido mais estrito, significa o gesto com que se reconhece Deus como princípio e fim, e Senhor soberano de todas as coisas. Ágape O termo vem do grego: agápe, que significa amor. Com o sentido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>Adorar</p>
<p>Ato com que se atesta a excelência de alguém e diante de quem se prostra em piedosa submissão.<br />
Em sentido mais estrito, significa o gesto com que se reconhece Deus como princípio e fim, e Senhor soberano de todas as coisas.<span id="more-344"></span></p>
<p>Ágape</p>
<p>O termo vem do grego: agápe, que significa amor. Com o sentido de banquete, foi usado pelo cristãos, nos quatro primeiros séculos, comemorando a ceia de Cristo.<br />
Atualmente, a palavra ágape é empregada para significar a santa comunhão, o banquete eucarístico.</p>
<p>Alamar</p>
<p>Termo empregado para designar a presilha que mantém atada a capa de asperges.<br />
Também significa o torçal que une a estola sacerdotal sobre o peito do que dela faz uso.</p>
<p>Álapa</p>
<p>Uma leve tapa na face do confirmando, por ocasião da administração da crisma. Historiadores eclesiásticos dizem que, a princípio, o Bispo dava um beijo no rosto do crismando. Posteriormente, o ósculo foi substituído por uma suave bofetada para significar a intrepidez da fé.</p>
<p>Aleluia</p>
<p>Aclamação litúrgica, tirada do hebreu, que significa “louvai o Senhor”. É frequente nos salmos. Na liturgia, é empregada como expressão de alegria e louvor. Não é usada na Quaresma, mas é muito frequente no Tempo Pascal.</p>
<p>Alfa e ômega</p>
<p>Primeira e última letra do alfabeto grego, respectivamente. São usadas na Bíblia para designar Jesus Cristo como o começo e o fim de tudo.<br />
Na liturgia da Vigília Pascal emprega-se esta imagem na bênção do círio pascal.</p>
<p>Altar</p>
<p>Ara ou pedra destinada aos sacrifícios. Para os cristãos é, além disso, mesa para o banquete comunitário. O altar fica no presbitério e deve ser o centro da atenção. O altar representa o Cristo. É por essa razão que lhe é prestada honra (beijo, incenso&#8230;) e que não se pode colocar sobre ele um objeto qualquer.</p>
<p>Alva</p>
<p>Em latim, significa “branca”. É uma vestimenta litúrgica, utilizada pelos bispos, presbíteros, diáconos e outros ministros, em forma de túnica branca, que cobre desde o pescoço até perto do calcanhar. Alva significa limpeza.</p>
<p>Ambão</p>
<p>Vem do verbo grego “anabainer” que quer dizer: subir. No caso, é a estante, situada em local de destaque, onde são efetuadas as leituras, na liturgia da palavra, e realizada a pregação. Ao final da idade média, o ambão evoluiu para o púlpito, usado pelos pregadores, e localizado sempre do lado onde se proclama o evangelho.</p>
<p>Âmbula</p>
<p>Cálice com tampa com a finalidade de conservar e distribuir as partículas consagradas. Enquanto contém o Santíssimo, costuma ser coberta com um tecido conhecido como “véu de âmbula”. Na Idade Média sua forma era de uma pequena caixa. O modelo redondo surgiu no século XVI. Seus outros nomes são: píxide e cibório</p>
<p>Amém</p>
<p>Palavra hebraica que expressa a confirmação do que foi dito, e que pode ser traduzida popularmente por: assim seja.<br />
Compete à comunidade de fé responder, com ele, às orações de quem as dirige, manifestando, assim, sua união espiritual ao seu conteúdo de fé e aos celebrantes. O termo amém pode significar também: eu creio.</p>
<p>Amito</p>
<p>É a primeira das vestes litúrgicas internas. Trata-se de um pano branco, pequeno, quadrangular, que o sacerdote católico põe sobre os ombros e ao redor do pescoço, antes de vestir a alva. É uma peça de origem egípcia, que São Bento trouxe para os monges de sua ordem.</p>
<p>Ângelus</p>
<p>Toque das Ave-Marias pela manhã, ao meio-dia e à tarde, com suas respectivas orações.<br />
Sua origem se deve ao franciscano São Boaventura, com a finalidade de cultuar o mistério da Incarnação do Verbo e honrar a Santíssima Virgem. O Papa Bento XIV prescreveu a antífona Regina Coeli em substituição ao Ângelus, no tempo pascal.</p>
<p>Ano Litúrgico</p>
<p>O ano litúrgico é formado por três ciclos: o do Natal, o Pascal e o Tempo Comum (este com dois períodos). Ao longo dessas três etapas se desdobra o mistério de Cristo: seu nascimento, sua vida pública, sua paixão, morte e ressurreição.<br />
(Fonte: Livro da Família/2003)</p>
<p>Assunsão do Senhor</p>
<p>Segundo o Dicionário Aurélio, a Ascensão do Senhor significa “festa eclesiástica, comemorativa da glorificação de Cristo logo após a morte, representada, especialmente, como subida aos céus”.<br />
É uma festa móvel, no calendário cristão, que acontece 40 dias após o Domingo de Páscoa.</p>
<p>Ave Maria</p>
<p>Oração com que os cristãos veneram a Santíssima Virgem. Primeiramente, compunha-se das palavras do Arcanjo e de Santa Isabel: “Ave Maria, cheia de graça&#8230;” Posteriormente, acrescentou-se a segunda parte: “Santa Maria mãe de Deus&#8230;” de origem franciscana.</p>
<p>Ázimo</p>
<p>É o pão não fermentado, prescrito para a consagração das hóstias na igreja ocidental. Provavelmente a partir do século VIII todos os ritos se servem dele.<br />
O direito canônico permite que os fiéis recebam a eucaristia em qualquer rito. O uso do pão ázimo remonta à páscoa dos judeus.</p>
<p>Cadeias de Pedro</p>
<p>Festa em honra das cadeias com que São Pedro esteve preso, em Jerusalém e em Roma.<br />
Conforme a tradição, as duas uniram-se numa só, quando postas em contato na ocasião em que a filha do Imperador Teodósio ofereceu a de Jerusalém ao Papa. Assim são conservadas até hoje.</p>
<p>Calendário eclesiástico</p>
<p>Do verbo grego Kalein (publicar), o termo calendário significava, na antiguidade, a publicação, no primeiro dia de cada mês, das festas a celebrar. Mais tarde, os cristãos adotaram o “calendário” para o catálogo das festas litúrgicas da Igreja Católica. Chama-se também calendário romano.</p>
<p>Cálice</p>
<p>Vaso sagrado que abriga o vinho, que, após a consagração, torna-se no Sangue de Cristo. Este vaso já era utilizado na celebração da Páscoa judáica. Por isso, ao instituir a Eucaristia, durante a celebração da Última Ceia, com seus apóstolos, Jesus tomou “um cálice&#8230;”<br />
Fonte: Dicionário da Missa,Itamar de Souza</p>
<p>Campainha</p>
<p>Pequeno instrumento de percussão, feito de metal, que o acólito toca antes da consagração do pão e do vinho, chamando a atenção da assembléia para aquele momento. Às vezes, em algumas igrejas, é tocada a campainha durante a elevação da hóstia e do cálice.<br />
Fonte: Dicionário da Missa, do Prof. Itamar de Souza</p>
<p>Capelão</p>
<p>Sacerdote encarregado de atender uma capela ou um grupo de fiéis, normalmente menor que uma paróquia, como por exemplo, um colégio, uma universidade, uma corporação militar.</p>
<p>Caráter Sacramental</p>
<p>É o sinal espiritual e indelével, impresso na alma com a recepção dos Sacramentos do batismo, da crisma e da ordem, em virtude do que tais Sacramentos não podem ser recebidos mais de uma vez. Quem é batizado, crismado ou ordenado e se torna infiel à graça, pode recobrá-la com a penitência sem de novo o mesmo Sacramento.</p>
<p>Cardeal</p>
<p>Termo que vem do latim: cardinalis, que, por sua vez, vem de cardo que significa: eixo.<br />
O cardeal faz parte de um colégio que forma o senado do Papa, e lhe assiste no governo da Igreja.<br />
Cardeal é um eixo que une.</p>
<p>Carrilhão</p>
<p>Conjunto de sinos de diversos tamanhos e afinados com precisão, o que permite a execução de melodias.<br />
O carrilhão é tocado manualmente ou através de um mecanismo eletro-eletrônico. Foi inventado em Flandres, na Holanda, e hoje se encontra nas torres de diversas igrejas do mundo.</p>
<p>Catedral</p>
<p>É a Igreja mãe e sede de uma Diocese ou Arquidiocese. Nela, o Bispo ou Arcebispo exerce o seu Magistério Episcopal, a sua função ministerial de ensinar a reta doutrina cristã. Na Catedral, a cadeira onde o Bispo se senta, na presidência das celebrações litúrgica, é chamada de Cátedra. Daí, o nome Catedral.</p>
<p>Cíngulo</p>
<p>É de origem romana e funciona como peça complementar da túnica. Na Idade Média, era feito de linho, em formato de uma faixa com seis ou sete centímetros de largura. O uso do Cíngulo, em forma de cordão, generalizou-se depois do século XV.</p>
<p>Cinzas</p>
<p>A cinza usada na quarta-feira que dá início à Quaresma é feita com a queima dos ramos bentos, no Domingo de Ramos. É guardada de um ano para outro e colocada sobre a cabeça dos fiéis, na celebração da Quarta-feira de Cinzas. Na ocasião, o celebrante lembra a passagem bíblica: “Tu és pó e ao pó tonarás” (Gn 3, 19).</p>
<p>Círio Pascal</p>
<p>Vela de cera, de maiores proporções, benta no sábado de aleluia, que representa o Cristo ressuscitado e a coluna de fogo que precedia o povo de Israel através do deserto.<br />
Cinco grãos de incenso lhe são encravados, e simbolizam as chagas contidas no corpo glorioso de cristo.</p>
<p>Colação</p>
<p>Pequena refeição que nos dias de jejum era permitido se tomar. À tarde. O costume foi introduzido nos mosteiros, a partir do VI século. Tal refeição era tomada enquanto se fazia uma leitura das obras dos Santos Padres, no período quaresmal.</p>
<p>Confessor</p>
<p>Um termo como várias significações:<br />
a) durante o tempo das perseguições, era sinônimo de mártir;<br />
b) posteriormente, um santo que confessou sua fé em Cristo com virtudes heróicas;<br />
c) sacerdote com jurisdição para ouvir a confissão sacramental dos fiéis.</p>
<p>Confraria</p>
<p>Associação pia que promove a vida cristã, aprovada pela autoridade eclesiástica.<br />
Distinguem-se três espécies:<br />
- Pia-União (sem constituição orgânica);<br />
- Sodalício (organicamente constituída);<br />
- Confraternidade (que promove o culto público). Sua expansão maior data do séc. XVI.</p>
<p>Cômputo</p>
<p>É o complicado cálculo que os liturgistas fazem para organizar o calendário litúrgico. Sua dificuldade resulta da diferença de 11 dias que existe entre o ano solar do qual dependem os meses, semanas e festas fixas em determinado dia, e o ano lunar que regula a páscoa e as festas móveis.</p>
<p>Cores Litúrgicas</p>
<p>Para cada tempo litúrgico é usada uma cor, que aparece nos paramentos dos celebrantes, nos panos do altar, na cortina do Sacrário etc. Cada uma tem seu significado. O uso das cores está definido nas normas das Instruções Gerais sobre o Missal Romano (nºs 308 e 309).<br />
O verde &#8211; é a cor da esperança, usada nos ofícios e missas do tempo comum, que se celebra agora.<br />
Branco &#8211; simboliza a vitória, a paz, a alma pura, a alegria. É usado nos ofícios e missas do tempo pascal e do natal; nas festas e memórias do Senhor, exceto as da Paixão; nas festas e memória da Virgem Maria, dos Santos Anjos, dos Santos não mártires, de Todos os Santos, São João Batista, São João Evangelista, Cátedra de São Pedro e conversão de São Paulo.<br />
Vermelho &#8211; simboliza o fogo, o sangue, o amor divino, o martírio. É usado no domingo de Ramos, na sexta-feira santa, no Pentecostes, na Paixão do Senhor, nas festas dos Apóstolos, Evangelistas e Santos Mártires.<br />
Roxo &#8211; simboliza a penitência. É usado no advento e na quaresma. Pode ser usado, também, nos ofícios e missas pelos mortos.</p>
<p>Credência</p>
<p>Pequena mesa, colocada nas proximidades do altar, sobre a qual se coloca objetos que vão ser utilizados durante a celebração, especialmente no momento do ofertório, como por exemplo: o pão, o vinho, o cálice, a patena, a água etc.</p>
<p>Cripta</p>
<p>Recinto subterrâneo, geralmente por baixo do presbitério da igreja, onde se colocam sarcófagos com corpos de santos, e se sepultam pessoas de distinção (como os bispos). Na cripta também se celebra a eucaristia. Suas formas arquitetônicas se desenvolveram a partir do século IX. São mais freqüentes nas igrejas de estilo romano.</p>
<p>Crucifixo</p>
<p>É uma cruz com o corpo de Nosso Senhor. A mais antiga representação existente da crucificação data do século V.<br />
Depois de Gregório Magno, apresentava-se Jesus vivo na cruz, como vencedor. No IX século, o Senhor era representado como rei, interpretando as palavras da Escritura: “Dizei às nações que o Senhor reinou”&#8230; (Sl 95)</p>
<p>Cruz</p>
<p>Patíbulo sobre o qual Jesus morreu. Não se deve admirar que nos primeiros séculos a cruz não se encontrasse como símbolo da liturgia, a não ser veladamente (crux dissimulata), somente inteligível aos cristãos: era considerada sinal de vergonha e humilhação para pagãos e judeus&#8230;</p>
<p>Culto das Relíquias</p>
<p>Baseia-se na colaboração do corpo nas obras de virtude e no dogma da futura ressurreição, e, por isso, é tão antigo quanto a própria Igreja. De início, limitava-se às relíquias dos mártires: o seu sangue era guardado como lembrança preciosa. A partir do IV século, a veneração das relíquias se estendeu às dos santos, em geral.<br />
Culto de Latrão</p>
<p>É o culto prestado somente a Deus e que se manifesta principalmente no reconhecimento de Deus como supremo senhor. É ato de adoração. Compete também à humanidade de Cristo, inseparavelmente, à segunda pessoa da Santíssima Trindade. A sagrada eucaristia também recebe o Culto de Latria em virtude da presença real de Cristo.</p>
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