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	<title>Curiosidades no Você Sabia &#187; Língua Portuguesa</title>
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	<description>Curiosidades, ciência, puzzles, passa tempos, testes de inteligência, truques, irpf, irpf 2012, download irpf 2012, medicina e muito mais.</description>
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		<title>A Origem do Alfabeto</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 13:24:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Língua Portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[alfabeto]]></category>
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		<description><![CDATA[A palavra alfabeto deriva-se do grego alpha (primeira letra do alfabeto grego) e beta (segunda letra do mesmo alfabeto). Para ficar fácil a compreensão, é resumidamente um conjunto de sinais gráficos que juntos podem formar uma imensidão de palavras. Os sinais, em geral, recebem o nome de letra. O som que elas representam recebe o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>A palavra alfabeto deriva-se do grego <em>alpha (</em>primeira letra do alfabeto grego) e <em>beta </em>(segunda letra do mesmo alfabeto).</p>
<p>Para ficar fácil a compreensão, é resumidamente um conjunto de sinais gráficos que juntos podem formar uma imensidão de palavras.</p>
<p>Os sinais, em geral, recebem o nome de letra. O som que elas representam recebe o nome de fomena.</p>
<p>Além dos alfabetos, existem outros meios de escrita por meio de sinais, um deles é o silabário. Se no alfabeto cada sinal representa o que conhecemos como letra, no sistema silabário, cada sinal representa uma sílaba.<span id="more-2488"></span></p>
<p>Também existe o sistema pictográfico, neste os objetos são representados por desenhos, estes desenhos são os sinais desse sistema e recebem o nome de pictograma.</p>
<p>Quando os objetos não podem ser representados por desenhos, os pictogramas são combinados e recebem o nome de ideogramas. Assim sendo, ideogramas são pictogramas combinados para representar o que não pode ser desenhado.</p>
<p>É claro que não trataremos de cada alfabeto apresentado de forma exaustiva, minha aspiração não fazer deste livro uma enciclopédia, mas com certeza perceberemos a evolução da escrita ao entendermos a dos alfabetos. Agora, depois desta pausa, é necessário que o leitor preste bastante atenção em cada explicação a seguir, já que vem bastante resumida e a compreensão de uma depende da outra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Semítico setentrional</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong>Se você é um leitor muito detalhista, já deve ter reparado que este alfabeto não possui vogais. O semítico setentrional é o alfabeto mais antigo que se tornou conhecimento. Formado por 22 consoantes, gerou os alfabetos hebraico, árabe e fenício.</p>
<p>O alfabeto árabe possui 28 consoantes e suas vogais são representados por pontinhos acima delas.</p>
<p>A palavra semítico vem do nome <em>Sem</em>, o filho mais velho de <em>Noé</em>.</p>
<p>Qual foi a biografia mais admirável que você presenciou, acredite, a que a bíblia relata sobre <em>Sem</em> é bem mais.</p>
<p>Noé possuía três filhos, Sem, Cam e Jafé. Certo dia Noé inventa o vinho com um experimento e, sem saber do efeito embriagatório do líquido, ele exagera na dose até ficar alucinado o suficiente a ponto de tirar a roupa e ficar, é claro, nu.</p>
<p>Enquanto estava nesta situação, chegou seu filho, Cam, que achou, digamos, engraçadinho o acontecimento e chamou seus irmão para sarrar o patriarca junto dele. Seus irmão mais idôneos, vão de costa até Noé com uma manta com a qual o vestem.</p>
<p>Quando Noé recobrou os sentidos, ficou zangado com Cam e abençoou Sem e Jafé pelo “ato heróico”.</p>
<p>A partir daí, Sem começa a ser muito abençoado, vive por seiscentos anos e depois dos seus noventa e oito anos consegue sete filhos. Seus descendentes habitaram a alta Ásia e a média, estendendo-se do mar Mediterrâneo até a Índia. O seu terceiro filho, o Arfaxade, gerou Sala que gerou Heber. Deste Heber, um afamado guerreiro, veio o hebraico, língua que na escrita eram usadas apenas consoantes mais para frente com pingos em cima que indicavam as vogais a serem usadas.</p>
<p>Quando ocorre na bíblia a ocupação da terra de Canaã (a oeste do rio Jordão, na palestina) pelos israelitas, a língua que eles falavam era já o Hebraico.</p>
<p>Por serem muito próximas, perceba que as duas línguas (semítica e Hebraica) apresentam um alfabeto muito parecido.</p>
<p>Quando a língua hebraica caiu em desuso, os conservadores populares criaram o aramaico que originou a língua árabe, uma das três línguas atuais do tronco semítico apresentados acima.</p>
<p>Nos tempos de Cristo, a língua considerada vulgar de raiz semítica e cognata ao aramaico e árabe era a fenícia. Embora assim seja considerada, os escritores gregos e romanos concordam que o alfabeto foi ensinado aos gregos pelos fenícios. Existe uma crença que diz que foram eles que inventaram o alfabeto, mas isso esta longe de ser comprovado.</p>
<p><strong>Alfabetos grego e romano</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como já foi relatado anteriormente, os gregos adotaram a variante fenícia do alfabeto semítico, isso aconteceu entre os anos 1000 e 900 ac. Depois do ano 500 ac, o grego se difundiu por todo mundo Mediterrâneo e dele derivaram outras escritas como, por exemplo, o romano e o etrusco.</p>
<p>Agora perceba a proximidade do alfabeto grego ao que usamos no português, com certeza este conjunto de informações já estão te deixando exausto, então vai aí um conselho, descanse um pouco e depois reflita sobre o que você já aprendeu pois o grande desfecho do assunto esta chegando no próximo subtítulo, a seguir você continuará viajando pelo tempo até chegar ao ponto idiomático que estamos.</p>
<p><strong>Alfabeto cirílico</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por volta do ano 860 dc, os religiosos gregos, que viviam em Constantinopla, evangelizaram os eslavos e idealizaram um sistema de escrita conhecido como alfabeto cirílico. Suas variantes são as escritas russa, ucraniana, sérvia e búlgara.</p>
<p><strong>Alfabeto árabe</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Também tem sua origem no semítico e, possivelmente, surgiu no século IV de nossa era. Foi utilizado nas línguas persa e urdu. É a escrita do mundo islâmico.</p>
<p><strong>Até que veio o português</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Algumas curiosidades a respeito de nossa língua são inevitáveis, como por exemplo a de que foi a última a ser formada, isso é se podermos dizer assim, pois particularmente acredito que nenhuma língua estará um dia formada, mas pelo menos sabemos que o português foi a última ser considerada língua oficial de um ou mais países.</p>
<p>Mas como será que ela passou a existir, continuamos então nossa viagem. Retomando o assunto, falávamos a respeito da propagação do grego e do surgimento do romano e etrusco.</p>
<p>Por volta do séc VI ac, chega à península itálica uma língua trazida dos povos provenientes do norte, oriunda das famílias das línguas indo-européias, também possuía forte relação com o sânscrito, o grego e com as subfamílias céltica e germânica, era o início do latim.</p>
<p>A língua passou a ser falada em roma, rapidamente se tornou língua oficial da igreja católoca e dos nobres passando a existir assim o latim clássico que era a forma culta da língua.</p>
<p>Quando o império romano começou a conquistar novas terras, os soldados que eram enviados para proteger e explorar estes domínios não falavam o latim clássico, mas sim o desprezado latim popular. Os soldados queriam impor sua língua e a mistura do latim popular com as línguas nativas formavam novas línguas de origem latinas, mas com características das já existentes em cada lugar.</p>
<p>Ao chegar à península ibérica, o domínio romano foi se propagando até chegar ao Condado Portucalense, que hoje corresponde à região de Portugal. A língua falada nesta região era o galego que no processo de mixagem com o latim popular resultou no português de Portugal.</p>
<p>O latim deriva de línguas antigas faladas no Lácio em Roma, e o português foi a ultima língua neolatina a se formar, por isso ela é conhecida com a “ultima flor do Lácio”, uma citação deste termo, provavelmente a mais famosa, esta no poema de Olavo Bilac “a ultima flor do Lácio”.</p>
<p>Por demorar tanto para se formar, o português possui a maior proximidade com o latim dentre as línguas neolatinas.</p>
<p>No ano de 1500, tropas portuguesas ingressaram para a América, colonizaram o Brasil e impuseram como língua oficial, porém, aqui já existia um povo com língua própria, eram os índios cujas línguas principais eram o tupi e o guarani. A mistura do tupi-guarani com o português resultou no português brasileiro que ao passar do tempo sofreu outras modificações decorrentes a outras influencias lingüísticas.</p>
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		<title>Hipopotomonstrosesquipedaliofobia</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 11:12:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hipopotomonstrosesquipedaliofobia é uma doença psicológica que se caracteriza pelo medo irracional (ou fobia) de pronunciar-se palavras grandes ou complicadas.Se caracteriza pela aversão ou nervosismo em momentos nos quais o indivíduo deve empregar palavras longas ou de uso pouco comum (discussões técnicas, médicas, científicas etc), assim como evitar ou não mencionar palavras estranhas ao vocabulário coloquial. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p><strong>Hipopotomonstrosesquipedaliofobia</strong> é uma doença psicológica que se caracteriza pelo medo irracional (ou fobia) de pronunciar-se palavras grandes ou complicadas.Se caracteriza pela<strong> aversão ou nervosismo</strong> em momentos nos quais o indivíduo deve empregar <strong>palavras longas </strong>ou de uso pouco comum (discussões técnicas, médicas, científicas etc), assim como evitar ou não mencionar palavras estranhas ao <strong>vocabulário coloquial.</strong></p>
<p>Esta fobia pode ser<strong> causada pelo medo de pronunciar incorretamente a palavra</strong>, já que isto representa uma possibilidade de que a pessoa fique em desvantagem, seja visto como alguém de cultura inferior ou pouco inteligente, perante seus iguais. Muitas vezes, esta fobia vem acompanhada de timidez social e <strong>medo de ser ridicularizado.</strong><span id="more-828"></span></p>
<p>A própria palavra <strong>hipopotomonstrosesquipedaliofobia</strong> representa certa ironia, visto que, além de ser longa e estranha, indica uma fobia à palavras semelhantes. Justamente por isso, para evitar problemas, as abreviaturas <strong>equipedalofobia</strong> e <strong>sesquipedaliofobia</strong> também têm sido utilizadas.</p>
<h4><span class="mw-headline">Etimologia</span></h4>
<p><em>Hipopotomonstrosesquipedaliofobia</em> é constituída dos seguintes elementos:</p>
<ul>
<li><em>Hipopoto</em> vem do grego <em>hippopoto</em>, que significa <em>grande</em>.</li>
<li><em>Monstro</em> é a palavra latina para <em>monstruoso</em>.</li>
<li><em>Sesquipedali</em> é uma forma mutilada do latim <em>sesquipedalian</em> que significa &#8220;palavra grande&#8221; (literalmente, &#8220;um pé e meio de largura&#8221; em latim).</li>
<li><em>Fobia</em> significa &#8220;medo&#8221;.</li>
</ul>
<p>Fonte: Wikipedia.org</p>
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		<title>O que significa a palavra &#8220;Status&#8221;?</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 12:01:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Statu quo é uma redução da expressão latina [in] statu quo [ante], que significa, literalmente, &#8220;no mesmo estado em que se encontrava antes&#8221;. A diplomacia teria sido o principal responsável pela difusão da expressão, empregada principalmente para referir-se às condições em que tudo se encontrava antes de determinado fato. Por exemplo: duas nações que se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p><strong>Statu quo</strong> é uma redução da expressão latina [in] <strong>statu quo</strong> [ante], que significa, literalmente, &#8220;no mesmo estado em que se encontrava antes&#8221;. A diplomacia teria sido o principal responsável pela difusão da expressão, empregada principalmente para referir-se às condições em que tudo se encontrava antes de determinado fato. Por exemplo: duas nações que se engajam numa guerra de fronteiras</p>
<p>podem concordar em cessar fogo desde que as duas partes voltem ao <strong>statu quo ante</strong> &#8211; entenda-se, às posições territoriais que ocupavam antes do início do conflito (notem que aqui, devido à idéia temporal, o advérbio latino ante pode ser usado, se quisermos).</p>
<p>Pouco a pouco, esta expressão, além de <strong>&#8220;estado anterior&#8221;</strong>, passou também &#8211; e principalmente &#8211; a significar o <strong>estado atual</strong>, a situação vigente, ou, no jargão dos anos 60, o sistema. É o que vemos nas frases abaixo:<span id="more-587"></span></p>
<p>&#8220;Enquanto Marat e Sade são personagens pró-revolução (Marat na revolução externa, política, e Sade, na interna, erótica), Napoleão é o reacionário, que representa o statu quo.&#8221;</p>
<p>&#8220;As tendências da esquerda brasileira e seus aliados ainda agem, infelizmente, como se a agremiação devesse limitar-se a contestar o <strong>statu quo</strong>, tal como ocorrera até o final dos anos 70.&#8221;</p>
<p>Estranhamente, diz o dicionário Aurélio XXI que a forma <strong>status quo</strong> seria preferível a <strong>statu quo</strong>. Essa é também a lição de alguns dicionários ingleses, mas não tem qualquer razão de ser. Na expressão latina completa &#8211; <strong>in statu quo ante</strong> -, a palavra <strong>status</strong> (em Latim, &#8220;o estado&#8221;) não aparece no nominativo, mas no ablativo <strong>statu</strong>, e como tal deve figurar na forma reduzida. Para quem perdeu o seu Latim, acrescento: teríamos <strong>status</strong> se a palavra fosse aqui o sujeito; contudo, temos statu porque é um adjunto adverbial (que corresponde, grosso modo, ao ablativo latino).</p>
<p><strong>Status</strong>, usado isoladamente, é vinho de outra pipa: é um latinismo usado até na linguagem coloquial, com o significado de (1) situação, estado ou condição ou (2) grau elevado de distinção e prestígio social:</p>
<p>São Paulo estuda a possibilidade de reivindicar o <strong>status</strong> de cidade internacional.<br />
Há dois anos apenas, portar um telefone celular era um indiscutível símbolo de <strong>status</strong>.</p>
<p>Tanto <strong>statu quo</strong>, quanto <strong>status</strong>, devem ser colocados entre aspas ou escritos em letra de destaque (itálico ou negrito). Agora, faço questão de reproduzir a cáustica advertência dos irmãos Fowler para quem gosta de empregar expressões latinas: &#8220;Ninguém deve usá-las se não tiver certeza de que não estará, assim, apenas proclamando sua ignorância&#8221;.</p>
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		<title>Uma vírgula faz diferença?</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 15:01:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
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		<category><![CDATA[vírgula]]></category>

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		<description><![CDATA[Campanha dos 100 anos da ABI. A Vírgula A vírgula pode ser uma pausa&#8230; ou não. Não, espere. Não espere. Ela pode sumir com seu dinheiro. 23,4. 2,34. Pode ser autoritária. Aceito, obrigado. Aceito obrigado. Pode criar heróis. Isso só, ele resolve. Isso só ele resolve. E vilões. Esse, juiz, é corrupto. Esse juiz é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>Campanha dos 100 anos da ABI.</p>
<h3>A Vírgula</h3>
<p>A vírgula pode ser uma pausa&#8230; ou não.<br />
Não, espere.<br />
Não espere.</p>
<p>Ela pode sumir com seu dinheiro.<br />
23,4.<br />
2,34.</p>
<p>Pode ser autoritária.<br />
Aceito, obrigado.<br />
Aceito obrigado.<span id="more-632"></span></p>
<p>Pode criar heróis.<br />
Isso só, ele resolve.<br />
Isso só ele resolve.</p>
<p>E vilões.<br />
Esse, juiz, é corrupto.<br />
Esse juiz é corrupto.</p>
<p>Ela pode ser a solução.<br />
Vamos perder, nada foi resolvido.<br />
Vamos perder nada, foi resolvido.</p>
<p>A vírgula muda uma opinião.<br />
Não queremos saber.<br />
Não, queremos saber.</p>
<p>Uma vírgula muda tudo!</p>
<p>Fonte: ABI &#8211; &#8220;100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.&#8221;</p>
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		<title>Mudanças na ortografia da Língua Portuguesa a partir de janeiro de 2008</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jul 2007 13:23:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[A partir de janeiro de 2008, Brasil, Portugal e os países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa &#8211; Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste terão a ortografia unificada. O português é a terceira língua ocidental mais falada, após o inglês e o espanhol. A ocorrência de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>A partir de janeiro de 2008, Brasil, Portugal e os países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa &#8211; Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste terão a ortografia unificada.<span id="more-65"></span></p>
<p>O português é a terceira língua ocidental mais falada, após o inglês e o espanhol. A ocorrência de ter duas ortografias atrapalha a divulgação do idioma e a sua prática em eventos internacionais. Sua unificação, no entanto, facilitará a definição de critérios para exames e certificados para estrangeiros. Com as modificações propostas no acordo, calcula-se que 1,6% do vocabulário de Portugal seja modificado. No Brasil, a mudança será bem menor: 0,45% das palavras terão a escrita alterada. Mas apesar das mudanças ortográficas, serão conservadas as pronúncias típicas de cada país.</p>
<p>Resumo da ópera &#8211; o que muda na ortografia em 2008:</p>
<ul>
<li>As paroxítonas terminadas em “o” duplo, por exemplo, não terão mais acento circunflexo. Ao invés de “abençôo”, “enjôo” ou “vôo”, os brasileiros terão que escrever “abençoo”, “enjoo” e “voo”.</li>
<li>Mudam-se as normas para o uso do hífen</li>
<li>Não se usará mais o acento circunflexo nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos “crer”, “dar”, “ler”, “ver” e seus decorrentes, ficando correta a grafia “creem”, “deem”, “leem” e “veem”.</li>
<li>Criação de alguns casos de dupla grafia para fazer diferenciação, como o uso do acento agudo na primeira pessoa do plural do pretérito perfeito dos verbos da primeira conjugação, tais como “louvámos” em oposição a “louvamos” e “amámos” em oposição a “amamos”.</li>
<li>O trema desaparece completamente. Estará correto escrever “linguiça”, “sequência”, “frequência” e “quinquênio” ao invés de lingüiça, seqüência, freqüência e qüinqüênio.</li>
<li>O alfabeto deixa de ter 23 letras para ter 26, com a incorporação de “k”, “w” e “y”.</li>
<li>O acento deixará de ser usado para diferenciar “pára” (verbo) de “para” (preposição).</li>
<li>Haverá eliminação do acento agudo nos ditongos abertos “ei” e “oi” de palavras paroxítonas, como “assembléia”, “idéia”, “heróica” e “jibóia”. O certo será assembleia, ideia, heroica e jiboia.</li>
<li>Em Portugal, desaparecem da língua escrita o “c” e o “p” nas palavras onde ele não é pronunciado, como em “acção”, “acto”, “adopção” e “baptismo”. O certo será ação, ato, adoção e batismo.</li>
<li>Também em Portugal elimina-se o “h” inicial de algumas palavras, como em “húmido”, que passará a ser grafado como no Brasil: “úmido”.</li>
<li>Portugal mantém o acento agudo no e e no o tônicos que antecedem m ou n, enquanto o Brasil continua a usar circunflexo nessas palavras: académico/acadêmico, génio/gênio, fenómeno/fenômeno, bónus/bônus.</li>
</ul>
<p><em>Por <a href="http://caetanobarata.wordpress.com/2007/05/29/mudancas-na-ortografia-da-lingua-portuguesa-a-parttir-de-janeiro-2008/" target="_blank">Caetano Barata</a><br />
</em><em>Leia mais em: <a href="http://caetanobarata.wordpress.com/2007/07/17/brasil-prepara-entrada-em-vigor-do-acordo-ortografico/">http://caetanobarata.wordpress.com/2007/07/17/brasil-prepara-entrada-em-vigor-do-acordo-ortografico/</a><br />
</em><em>Fontes: Revista Isto É, Folha de São Paulo e Agência Lusa</em></p>
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