Garotos egípcios nasceram grudados pela cabeça

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Ahmed e Mohamed Ibrahim nasceram em 2 de junho de 2001, pouco mais de um mês antes das gêmeas guatemaltecas separadas no início desta semana em Los Angeles, EUA.

O problema deles é tido como mais grave porque exames médicos já indicaram que parte dos cérebros de ambos pode estar sendo compartilhada. Além disso, houve o aspecto religioso, uma vez que seus pais, que trabalham como agricultores no Egito, são muçulmanos e temiam desrespeitar a vontade de Deus.

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Segundo o Dr. Nasser Abdel Al, que acompanha o caso, há risco de que um deles, ou ambos, morra por causa da cirurgia. Por isso, os pais aguardavam uma autorização do clero islâmico.

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Uma enquete realizada pela televisão indicou que a maioria da população do Egito, que se manifestou através de 30 mil cartas e telefonemas, entende que a atual situação dos meninos é a vontade de Deus para eles e que, por isso, não deveriam ser separados.

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Os meninos estiveram nos Estados Unidos no início de julho para exames de avaliação do risco e das possibilidades cirúrgicas. O resultado foi relativamente animador, mas a cirurgia ainda não foi marcada. Autoridades religiosas apresentaram pontos de vista opostos, mas a decisão caberá unicamente aos pais.

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O médico responsável pelo caso diz crer que a vontade de Deus é a de que os meninos sejam separados e levem vida normal. “A única esperança para eles é a separação e eu creio também que como médico posso ajudá-los.” O Sheikh Mohamed Ahmed el-Tayeb já deu sua bênção à cirurgia para separar Mohamed e Ahmed Ibrahim.

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