Uma viagem sobre duas rodas no Chile e Argentina

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Dicas e curiosidades

  • Não é obrigatório visto e passaporte para entrar no Chile e Argentina, bastando o RG brasileiro. Porém é recomendável viajar com o passaporte.
  • O período que fiz a viagem é muito bom, fazendo um calor aceitável durante o dia, numa média de 25 graus, e um pouco de frio durante a noite. É normal alguns dias com frentes frias trazendo chuva e forte vento. O desagradável em realizar a viagem nesse período é a presença de milhares de insetos chamados de Tábanos que infernizam todo mundo que não está acostumado. Não há repelente que resolva.
  • Recomendo que se leve roupa para frio e calor, sol e chuva, porque é muito provável que você passe por diversas condições climáticas.
  • Para subir no vulcão Villarrica em Pucón é necessário procurar uma agência especializada, já que é proibido pela administração do parque ir por conta própria, a não ser que você prove que é alpinista profissional e filiado a alguma associação. As agências oferecem todo o equipamento para caminhar na neve.
  • O Chile é um país caro para fazer turismo e acaba sendo mais interessante e barato ficar nos inúmeros campings que existem na região dos lagos, ou mesmos em albergues quando se sente a falta de uma cama. A Argentina é um país pouco mais acessível para os brasileiros. O interessante é saber que na Argentina, em alguns lugares existem dois preços, um para os estrangeiros e outro para os argentinos que pagam 50% a menos.
  • Acampar na beira dos lagos é permitido, desde que seja feito dentro de um camping autorizado. Caso não haja um camping nas proximidades do lago, o camping selvagem é permitido.
  • As estradas tanto no Chile quanto na Argentina são bem sinalizadas o que torna difícil alguém se perder pelos caminhos. O ripio (como eles chamam a estrada de terra e cascalho) ainda predomina em muitos trechos da região dos lagos. Entretanto, ambos os paises estão iniciando o asfaltamento dos últimos trechos de ripio, o que pode gerar uma perda do lado natural da região.
  • Reparei muito na educação do povo chileno e simpatia dos argentinos, não tive maiores problemas de relacionamento.
  • Os carabineros (guardas ou policiais) chilenos e argentinos não implicaram nos dias que cruzei as fronteiras de bicicleta, muito pelo contrário, eles incentivavam de desejavam boa sorte.
  • As casas de câbio costumam aceitar reais, deixando de ser necessário comprar dólar para a viagem. Mas é bom comprar um pouco de moeda local para as primeiras despesas.
  • Os parques nacionais no Chile e Argentina são muito organizados, tendo em vista o grande número de turistas que os visitam, porém enfrentam o mesmo problema que temos com relação ao número pequeno de guardas parques que administram e controlam suas áreas. Verifique antes os horários de funcionamento e valor do ingresso de visitação, pois todos cobram.
  • A travessia dos Lagos Andinos ou Cruce de Lagos entre Bariloche e Puerto Varas, e vice e versa, só é realizado e operado exclusivamente por uma única empresa, o que torna essa viagem um privilégio para poucos já que eles cobram caro e em dólar.
  • Viajar de ônibus pelo Chile, entre Puerto Varas e Santiago é muito confortável, porém as empresas não fazem parada para o lanche. Vá prevenido
  • Não passei por nenhuma situação de falta de segurança, mesmo pedalando sozinho nas estradas e visitando lugares super turísticos. Mas nada melhor como ter sempre cuidado e prudência com os pertences.
  • Você vai ter a oportunidade de conhecer e pedalar com centenas de cicloturistas do mundo inteiro, é muito excelente experiência!

Fonte: webventureuol.uol.com.br

One Response

  1. Brenda disse:

    esse Site é muito horrivel
    temham mais criatividAadeee

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