História da fotografia

fotografia

A primeira fotografia reconhecida é uma imagem produzida em 1826 pelo francês Joseph Nicéphore Niépce, numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo fotossensível chamado Betume da Judéia. Foi produzida com uma câmera, sendo exigidas cerca de oito horas de exposição à luz solar. Em 1835 Daguerre desenvolveu um processo usando prata numa placa de cobre denominado daguerreotipo. Apesar dos diversos pesquisadores que desenvolvem ao longo do século XIX a Fotografia, como indica o historiador Geoffrey Batchen em seu livro Burning with Desire, considera-se que a data de invenção da Fotografia é a data de apresentação do processo de Daguerre à Assembleia Nacional Francesa, em 7 de Janeiro de 1839.

Imagem da primeira fotografia permanente do mundo feita por Nicéphore Niépce, em 1825.

Quase simultaneamente, William Fox Talbot desenvolveu um diferente processo denominado calotipo, usando folhas de papel cobertas com cloreto de prata. Este processo é muito parecido com o processo fotográfico em uso hoje, pois também produz um negativo que pode ser reutilizado para produzir várias imagens positivas. Hippolyte Bayard também desenvolveu um método de fotografia, mas demorou para anunciar e não foi mais reconhecido como seu inventor. No Brasil, o francês radicado em Campinas-SP Hercule Florence conseguiu resultados superiores aos de Daguerre, pois desenvolveu negativos, mas apesar das tentativas de disseminação do seu invento, ao qual denominou “fotografia” – foi o legítimo inventor da palavra – não obteve reconhecimento à época. Sua vida e obra só foram devidamente resgatadas em 1980 por Boris Kossoy. O daguerreotipo tornou-se mais popular pois atendeu à demanda por retratos exigida da classe média durante a Revolução Industrial. Esta demanda, que não podia ser suprida em volume nem em custo pela pintura a óleo, deve ter dado o impulso para o desenvolvimento da fotografia. Nenhuma das técnicas envolvidas (a câmara escura e a fotossensibilidade de sais de prata) era descoberta do século XIX. A câmara escura era usada por artistas no século XVI, como ajuda para esboçar pinturas, e a fotossensibilidade de uma solução de nitrato de prata foi observada por Johann Schultze em 1724.

Recentemente, os processos fotográficos modernos sofreram uma série de refinamentos e melhoramentos sobre os fundamentos de William Henry Fox Talbot. A fotografia tornou-se para o mercado em massa em 1901 com a introdução da câmera Brownie-Kodak e, em especial, com a industrialização da produção e revelação do filme. Muito pouco foi alterado nos princípios desde então, além de o filme colorido tornar-se padrão, o foco automático e a exposição automática. A gravação digital de imagens está crescentemente dominante, pois sensores eletrônicos ficam cada vez mais sensíveis e capazes de prover definição em comparação com métodos químicos.

Para o fotógrafo amante da fotografia em preto e branco, pouco mudou desde a introdução da câmera Leica de filme de 35mm em 1925.

Faz parte da cultura brasileira a figura do Fotógrafo Lambe-lambe, profissional que ficava nas praças tirando fotos comercialmente, quando adquirir uma máquina fotográfica era algo muito difícil devido ao seu alto valor comercial.

6 Respostas

  1. jaqueline disse:

    achei muito interesante!!!!!!!!!!!!

  2. mayhumy souza disse:

    É muito bom saber quando tiramos uma foto que nós estamos na era digital

  3. jussara disse:

    eu gostei muito…por que ajudei uma amiga …mas não tinha o que eu queria ..mas tudo bem amei ajudar ela !!!!!!!!!!!!!!!!!!

  4. laura disse:

    muito bom saber que a cada clik nós estamos fazendo parte de uma hestória tão legal e interessante quanto a da fotografia…adoreiii

  5. disse:

    gostei muito,me ajudou bastante

  6. Amei!!!Me ajudou muito!!!!!
    Valeuuuuuu!!!

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