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	<title>Curiosidades no Você Sabia &#187; americana</title>
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		<title>Crise do crédito hipotecário de alto risco</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 12:11:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A crise do crédito hipotecário de alto risco é uma crise financeira e acionária (referindo-se ao mercado de ações negociadas em bolsas de valores) desencadeada em 2006 por uma quebra dos empréstimos hipotecários de alto risco (em inglês: subprimes) nos Estados Unidos e revelada ao mundo a partir de Fevereiro de 2007, como uma crise [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p><strong>A crise do crédito hipotecário de alto risco</strong> é uma crise financeira e acionária (referindo-se ao mercado de ações negociadas em <span class="mw-redirect">bolsas de valores</span>) desencadeada em 2006 por uma quebra dos empréstimos hipotecários de alto risco (em inglês: <em>subprimes</em>) nos <span class="mw-redirect">Estados Unidos</span> e revelada ao mundo a partir de Fevereiro de 2007, como uma crise financeira mundial.</p>
<p>Os <em>subprimes</em> são créditos bancários de alto risco. Incluem desde empréstimos hipotecários até cartões de créditos e aluguéis de carros, e eram concedidos, nos Estados Unidos, a clientes sem comprovação de renda e com histórico ruim de crédito.<span id="more-717"></span></p>
<p>As taxas de concessão são pós-fixadas, isto é, são determinadas no momento do pagamento das dívidas. Por esta razão, com a disparada dos juros americanos, muitos mutuários ficaram inadimplentes, sem condições de pagar as suas dívidas aos bancos.</p>
<p>De maneira geral a crise do crédito hipotecário provocou, a partir do 18 de Julho de 2007, uma crise de confiança geral no sistema financeiro, provocando quebras nos mercados (falência de bancos comerciais e bancos de investimentos) e uma crise de liquidez bancária (falta de dinheiro disponível para saque imediato pelos correntistas do banco).</p>
<p>Mesmo bancos que não trabalhavam com os chamados &#8220;créditos podres&#8221; foram atingidos. O banco britânico Northern Rock, por exemplo, não tinha hipoteca-lixo em seus livros. Mas sua estratégia era a de pedir dinheiro emprestado a curto prazo (a cada três meses) às instituições financeiras, para emprestá-lo depois aos compradores de casas, a longo prazo (em média, vinte anos). De repente, as instituições financeiras deixaram de dar empréstimos ao Northern Rock, que, assim, no início de 2007, acabou por se tornar o primeiro banco <span class="new">britânico</span> a sofrer intervenção, desde 1860.<br />
Na seqüência, temendo que a crise tocasse a esfera da economia real os <span class="mw-redirect">Bancos Centrais</span> foram conduzidos a injetar liquidez (dinheiro) no mercado interbancário, para evitar que mais bancos quebrassem e que a crise se ampliasse em escala mundial, alimentando assim um <span class="mw-redirect">ciclo vicioso</span>.</p>
<h4><span class="mw-headline">Auge</span></h4>
<p>Em agosto e setembro de 2008, a crise, acumulada deste 2007, chegou ao auge, com a <span class="mw-redirect">estatização</span> dos gigantes do mercado de empréstimos pessoais e hipotecas &#8211; a <em>Federal National Mortgage Association</em> (FNMA), conhecida como &#8220;Fannie Mae&#8221;, e a <em>Federal Home Loan Mortgage Corporation</em> (FHLMC), apelidada de &#8220;Freddie Mac&#8221; &#8211; que estavam quebradas. Logo em seguida, veio o pedido de concordata do tradicional banco de investimentos Lehman Brothers, com mais de 150 anos de existência e um dos pilares financeiros de Wall Street, e a venda, ao Bank of America, da corretora Merrill Lynch, uma das maiores do mundo.</p>
<p>A cascata de falências e quebras de instituições financeiras provocou a maior queda do índice Dow Jones e de bolsas de valores internacionais desde os <span class="mw-redirect">atentados de 11 de setembro de 2001</span>.</p>
<p>Em <span class="mw-redirect">16 de setembro</span>, o Lehman Brothers fechou um acordo para vender partes do banco para o britânico Barclays, segundo o jornal Financial Times.</p>
<p>No mesmo dia, as ações da American International Group Inc. (AIG), a maior empresa <span class="mw-redirect">seguradora</span> dos Estados Unidos, caíram 60% na abertura do mercado. Ao longo do dia, o <span class="mw-redirect">Federal Reserve</span> tentou convencer os bancos <span class="mw-redirect">J. P. Morgan</span> e Goldman Sachs a conceder um crédito de emergência de US$ 75 bilhões para ajudar a AIG.  Enquanto isso, a Moody&#8217;s e a Standard &amp; Poor&#8217;s rebaixavam a classificação dos créditos da empresa, em razão das expectativas de novos prejuízos na área de seguros de hipotecas.</p>
<p>Segundo o analista de negócios da <span class="mw-redirect">BBC</span>, Greg Wood, um possível fracasso na operação para salvar a AIG seria duas vezes pior do que a quebra do Lehman Brothers. No entanto, segundo o <span class="mw-redirect">New York Times</span>, a AIG conseguiria rapidamente a proteção necessária para evitar a falência.</p>
<p>De fato, em <span class="mw-redirect">17 de setembro</span>, o Federal Reserve anunciou um empréstimo de US$ 85 bilhões para a AIG. Em troca, o governo assume o controle de quase 80% das ações da empresa e o gerenciamento dos negócios.</p>
<p>No Brasil, cogitou-se que o Banco Itaú viesse a absorver a filial brasileira da Merrill Lynch, e que o Unibanco pudesse vir a aumentar a sua participação na filial brasileira da AIG.</p>
<p>Em <span class="mw-redirect">29 de setembro</span>, a <span class="mw-redirect">Câmara de Representantes dos Estados Unidos</span> rejeitou o pacote de medidas de ajuda governamental ao setor financeiro, por 228 votos contra e 205 a favor. O pacote previa a liberação de recursos do Tesouro, de até US$ 700 bi, para a compra de títulos podres de crédito hipotecário. O governo ficaria com ações das instituições socorridas. As instituições financeiras seriam taxadas se o governo tivesse perdas por mais de cinco anos após a operação de salvamento.</p>
<p>Mesmo se tivesse sido aprovado, o pacote de US$ 700 bilhões, proposto pelo governo Bush, não teria dissipado as incertezas, segundo o jornal <em><span class="mw-redirect">Washington Post</span></em>. Na mesma linha, o <em><span class="mw-redirect">Wall Street Journal</span></em> avalia que o pacote não resolveria o problema fundamental da crise do setor imobiliário. Segundo o WSJ, o preço dos imóveis continuará caindo, pois <em>os principais sustentáculos do crescimento da economia &#8211; gastos dos consumidores, empresas e governo e as exportações &#8211; continuam se esfarelando (&#8230;). A demanda externa por bens americanos, que ajudou o setor industrial a evitar uma desaceleração mais profunda este ano, deve secar à medida que as maiores economias mundiais flertam com a recessão e nações de rápida expansão como China e Índia perdem o pulso.</em> Na melhor das hipótes, os analistas esperam um aumento da taxa de desemprego nos EUA, de 6,1% para 8%.</p>
<p>As análises do <em><span class="mw-redirect">New York Times</span></em> e do Financial Times, assim como as do Fundo Monetário Internacional, vão na mesma direção: a administração da crise deve consumir mais uns dois anos.</p>
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		<title>Será Uma Nova Crise Americana</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 12:48:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[americana]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<description><![CDATA[Alguns Anos Atrás A Grande Depressão, também chamada por vezes de Crise de 1929, foi uma grande recessão econômica que teve início em 1929, e que persistiu ao longo da década de 1930, terminando apenas com a Segunda Guerra Mundial. A Grande Depressão é considerada o pior e o mais longo período de recessão econômica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><h4>Alguns Anos Atrás</h4>
<p>A <strong>Grande Depressão</strong>, também chamada por vezes de Crise de 1929, foi uma grande recessão econômica que teve início em <strong>1929,</strong> e que persistiu ao longo da década de 1930, terminando apenas com a <strong>Segunda Guerra Mundial</strong>. <strong>A Grande Depressão é considerada o pior e o mais longo período de recessão econômica do século XX</strong>. Este período de recessão econômica causou altas taxas de desemprego, quedas drásticas do produto interno bruto de diversos países, bem como quedas drásticas na produção industrial, preços de ações, e em praticamente todo medidor de atividade econômica, em diversos países no mundo.<span id="more-686"></span></p>
<p>O dia 29 de outubro de 1929 é considerado popularmente o início da Grande Depressão, mas a produção industrial americana já havia começado a cair a partir de julho do mesmo ano, causando um período de leve recessão econômica que estendeu-se até 29 de outubro, quando valores de ações na bolsa de valores de Nova Iorque, a <strong>New York Stock Exchange</strong>, caíram drasticamente, desencadeando a <strong>Quinta-Feira Negra</strong>. Assim, milhares de acionistas perderam, literalmente da noite para o dia, grandes somas em dinheiro. Muitos perderam tudo o que tinham. Esta quebra na bolsa de valores de Nova Iorque piorou drasticamente os efeitos da recessão já existente, causando grande inflação e queda nas taxas de venda de produtos, que por sua vez obrigaram o fechamento de inúmeras empresas comerciais e industriais, elevando assim drasticamente as taxas de desemprego.</p>
<p>Os efeitos da <strong>Grande Depressão</strong> foram sentidos no mundo inteiro. Estes efeitos, bem como sua intensidade, variaram de país a país. Outros países, além dos <strong>Estados Unidos</strong>, que foram duramente atingidos pela <strong>Grande Depressão</strong> foram a <strong>Alemanha, Austrália, França, Itália, o Reino Unido e especialmente o Canadá</strong>. Porém, em certos países pouco industrializados naquela época, como a <strong>Argentina e o Brasil</strong>, a <strong>Grande Depressão acelerou o processo de industrialização</strong>.</p>
<p>Os efeitos negativos da <strong>Grande Depressão</strong> atingiram seu ápice nos <strong>Estados Unidos em 1933</strong>. Neste ano, o Presidente americano Franklin Delano Roosevelt aprovou uma série de medidas conhecidas como <strong>New Deal</strong>.</p>
<p>Essas políticas econômicas, adotadas quase simultaneamente por <strong>Roosevelt nos Estados Unidos e por Hjalmar Schaact na Alemanha</strong> nazista foram, 3 anos mais tarde, racionalizadas por Keynes em sua obra clássica.</p>
<p>O New Deal, juntamente com programas de ajuda social realizados por todos os estados americanos, ajudou a minimizar os efeitos da Depressão a partir de 1933. A maioria dos países atingidos pela Grande Depressão passaram a recuperar-se economicamente a partir de então. Em alguns países, a Grande Depressão foi um dos fatores primários que ajudaram a ascensão de regimes de extrema-direita, como os nazistas comandados por Adolf Hitler na Alemanha. O início da Segunda Guerra Mundial terminou com qualquer efeito remanescente da Grande Depressão nos principais países atingidos.</p>
<p><strong>Mas parece que os EUA estão caminhando a favor de uma nova crise que dessa vez vem com mais força e pretende atacar grandes setores da economia mundial.</strong></p>
<p>O Departamento de Comércio dos EUA afirmou nesta sexta-feira que o país está passando pelo menor crescimento em 4 anos de governo:</p>
<p>&#8220;Segundo analistas financeiros, a desaceleração pode ser explicada por um fraco desempenho nas exportações, e pela contínua redução nos gastos com a construção de moradias, que causam a atual crise no setor imobiliário naquele país. Por conta da queda, o mercado financeiro, que já esperava um crescimento baixo da economia americana, considerou o resultado menor ainda do que a expectativa, e as bolsas de valores no mundo inteiro – inclusive a Bovespa – registraram quedas nas ações nesta sexta. Analistas de Wall Street projetavam um crescimento da ordem de 1,7% a 1,8% para o primeiro trimestre deste ano.&#8221;(Veja Online)</p>
<p>&#8220;O euro bateu nesta sexta-feira um recorde histórico diante do dólar desde que a moeda européia entrou em circulação&#8230;&#8221;(G1.com.br)</p>
<p>Será que a maior potencia mundial está perdendo força?</p>
<p>Existem informações de que o pior momento da crise já passou e que o país deve-se se recuperar economicamente nos próximos meses.</p>
<h4>Crise econômica americana faz preço do petróleo recuar 1,5%</h4>
<p>O preço do petróleo apresenta recuo após passar a primeira metade da sessão da Nymex (New York Mercantile Exchange), puxado pelo risco de crise econômica nos Estados Unidos &#8211;o maior consumidor mundial da commodity.</p>
<p>O barril de WTI para entrega em abril apresenta recuo de 1,52%, a US$ 108,53.</p>
<p>No início do dia, o preço chegou a cair quase 4%, com as notícias da compra do banco de investimentos Bear Stearns pelo JP Morgan por um preço muito abaixo do valor de mercado &#8211;indicando que o Bear Stearns estava realmente à beira da falência.</p>
<p>Com as dúvidas em torno da real extensão da crise nos Estados Unidos, o mercado se preocupa com a possibilidade da demanda pela commodity se retraia no país.</p>
<p>Também colabora com a redução as seguidas altas verificadas na semana passada &#8211;quando o preço do petróleo passou pela primeira vez da barreira dos US$ 110 em Nova York&#8211; causadas pela queda da cotação do dólar frente ao euro e às outras moedas fortes.</p>
<p>Fonte: Folha Online<br />
Wikipedia.org<br />
CabecaFria.blogspot.com</p>
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		<title>Vírus infectam computadores da Estação Espacial Internacional</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 12:44:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[da Folha Online Laptops da ISS (Estação Espacial Internacional, na sigla em inglês) foram infectados por vírus com a capacidade de furtar senhas. A informação foi confirmada pela Nasa (agência espacial norte-americana), que classificou o incidente como um &#8220;estorvo&#8221; que não prejudicou as atividades no complexo. &#8220;Essa não é a primeira vez que nós temos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><div id="articleBy">
<p>da <strong>Folha Online</strong></p>
</div>
<p>Laptops da ISS (Estação Espacial Internacional, na sigla em inglês) foram infectados por vírus com a capacidade de furtar senhas. A informação foi confirmada pela Nasa (agência espacial norte-americana), que classificou o incidente como um &#8220;estorvo&#8221; que não prejudicou as atividades no complexo.</p>
<p>&#8220;Essa não é a primeira vez que nós temos uma praga ou um vírus&#8221;, afirmou o porta-voz da agência Kelly Humphries, ao site da revista <a href="http://www.wired.com/" target="_blank">&#8220;Wired&#8221;</a>. &#8220;Não é uma ocorrência freqüente, mas não é a primeira vez&#8221;.<span id="more-660"></span></p>
<p>A ISS não tem acesso direto à internet, mas os astronautas podem receber e enviar e-mails por meio de uma rede utilizada também para transmitir dados e vídeos. Segundo a agência, os computadores infectados são utilizados para atividades básicas, como trocas de mensagens e experimentos nutricionais.</p>
<p>Segundo o site <a href="http://spaceref.com/" target="_blank">SpaceRef.com</a>, o vírus encontrado foi o W32.Gammima.AG &#8211;a praga foi detectada pela primeira vez no ano passado e pode furtar logins para acesso a games na internet. A Nasa ainda estuda as causas do problema, para impedir que ele volte a acontecer.</p>
<p>A estação, que custou aproximadamente US$ 100 bilhões, é um projeto internacional do qual participam 16 nações, e já conta com componentes da Rússia, dos Estados Unidos, do Japão, do Canadá e da União Européia. Atualmente, o complexo é habitado por três tripulantes: os russos Serguei Volkov e Oleg Kononenko e o norte-americano Greg Chamitoff.</p>
<p>Fonte: <strong>Folha Online</strong></p>
<div class="shr-publisher-660"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom -->]]></content:encoded>
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