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	<title>Curiosidades no Você Sabia &#187; Astronomia</title>
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	<description>Curiosidades, ciência, puzzles, passa tempos, testes de inteligência, truques, irpf, irpf 2012, download irpf 2012, medicina e muito mais.</description>
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		<title>O Brasil à Sombra da Lua</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 12:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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		<description><![CDATA[O último eclipse total do Sol nesse século transformou a manhã de algumas cidades do sul numa curta noite de quatro minutos. Por Augusto Damineli, com Thereza Venturoli Quinta-feira, 3 de novembro de 1994. Faltam quinze minutos para as onze horas da manhã, na cidade de Foz do Iguaçu, no Paraná. Em qualquer dia normal, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>O último <strong>eclipse total do Sol</strong> nesse século transformou a manhã de algumas cidades do sul numa curta noite de quatro minutos.<br />
Por Augusto Damineli, com Thereza Venturoli</p>
<p>Quinta-feira,<strong> 3 de novembro de 1994</strong>. Faltam quinze minutos para as onze horas da manhã, na cidade de Foz do Iguaçu, no Paraná. Em qualquer dia normal, o <strong>sol </strong>de primavera já estaria brilhando bem acima do horizonte. Mas, este não é um dia normal. Às 10h44, a Lua se coloca entre o<strong> Sol</strong> e impede que sua luz atinja uma parte da superfície terrestre.</p>
<p>A gigantesca sombra, com 200 quilômetros de diâmetro, progride a cerca de 3 000 quilômetros por hora do Oceano Pacífico para a América do Sul, entra no Brasil por Foz do Iguaçu e sai para o Oceano Atlântico, sobre a divisa dos Estados de <strong>Santa Catarina e Rio Grande do Sul</strong>. É a chamada faixa de totalidade — o trecho da Terra que recebe em cheio a sombra da Lua. De um lado e de outro dessa faixa, uma penumbra se estende sobre boa parte do continente sul americano.<span id="more-443"></span></p>
<p>Fenômenos como esse acontecem pelo menos duas vezes ao ano. Mas raramente no mesmo lugar. E é isto que faz este eclipse tão fantástico: muita gente vai ver.Como Foz do Iguaçu, outras cidades localizadas na faixa de totalidade, ao sul do país, vão mergulhar numa curta noite em plena manhã.</p>
<p>Nessa região, o ritmo da natureza vai mudar: o céu vai ficar tão escuro que será possível ver as estrelas. Os animais vão ficar agitados e os pássaros vão se recolher aos ninhos. As flores sensíveis à luz, como a<strong> “dama-da-noite”</strong>, vão se abrir.</p>
<p>No resto do país, <strong>o eclipse será parcial</strong>. Somente uma parte do Sol desaparece. É que quem se afasta da faixa de totalidade vê a Lua cada vez mais de perfil, cruzando uma porção menor da esfera luminosa.</p>
<p>Fique atento às dicas para acompanhar o jogo de esconde-esconde da Lua e do Sol: como ver e registrar, que cuidados tomar e o que os cientistas pretendem estudar no eclipse. Aproveite. Porque o próximo eclipse total no Brasil, só no ano 2046.</p>
<p>A porção do Sol que se vê ocultada depende da distância da região à chamada faixa de totalidade, no sul do Brasil. Em São Paulo, por exemplo, a cerca de 750 quilômetros da faixa de totalidade, vê-se no máximo 85% do Sol en-coberto. Em Recife, muito mais distante, a fração escondida não passa de 23%.</p>
<p>No centro da faixa de totalidade, o eclipse total dura cerca de<strong> 4 minutos.</strong> Mas, desde o momento em que a Lua começa a fazer sombra até o final do fenômeno, decorrem de duas a duas horas e meia. Nas demais regiões.</p>
<p>Os estudos realizados pelo Comitê Científico do Eclipse de 1994, coordenado pelo astrônomo Oscar Matsuura, do Instituto Astronômico e Geo-físico, da Universidade de <strong>São Paulo</strong> (IAG/USP) demonstram que, nos locais de eclipse total, as melhores probabilidades de céu limpo estão na direção do interior, ou seja, mais próximo de Foz do Iguaçu. Mas, como é muito difícil fazer qualquer previsão com muita antecedência, a melhor dica é acompanhar o “homem do tempo” nos noticiários de rádio e TV da vés-pera do eclipse e fazer figa para São Pedro colaborar.</p>
<p>Para quem pretende viajar até a faixa de totalidade, outros fatores, como infra-estrutura de hospedagem e facilidade de acesso devem ser levados em conta na hora de escolher o melhor ponto de observação. Para garantir que você não terá de dormir ao relento, é aconselhável se informar sobre outras possibilidades de abrigo, antes de arrumar as malas.</p>
<p>O próximo eclipse total ocorrerá em <strong>1º de agosto de 2008</strong> e será visto no norte do<strong> Canadá, Groenlândia, Sibéria, Mongólia e norte da China</strong>. Sua duração será de dois minutos.</p>
<p>Um dos eclipses mais longos ocorrerá em<strong> 22 de julho de 2009 </strong>e terá duração total de mais de seis minutos, visto de um ponto no Oceano Pacífico.</p>
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		<title>Marte, a próxima parada</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 18:25:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia]]></category>
		<category><![CDATA[marte]]></category>
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		<description><![CDATA[A área da superfície de Marte tem a mesma extensão que a de todos os continentes da Terra. Explorar esse planeta é como explorar o mundo todo. E já faz algum tempo que sondas automáticas estão sendo enviadas para investigar e mapear esse planeta, nosso vizinho na direção oposta ao Sol. Certamente levará muitos anos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p align="justify">A área da superfície de <strong>Marte tem a mesma extensão que a de todos os continentes da Terra</strong>. Explorar esse planeta é como explorar o mundo todo. E já faz algum tempo que sondas automáticas estão sendo enviadas para investigar e mapear esse planeta, nosso vizinho na direção oposta ao Sol.</p>
<p>Certamente levará muitos anos até que se faça um reconhecimento completo. Este trabalho, audacioso e ao mesmo tempo fascinante, pode marcar a história do século 21, assim como a aviação e a astronáutica fizeram durante todo este século.<span id="more-630"></span></p>
<p>Marte é frio, quarenta graus a menos que a temperatura média da Terra. É árido, o panorama marciano é uma extensão pedregosa, às vezes vitrificada, uma crosta de sais minerais que sobrou após a evaporação da água que havia no solo.</p>
<p>Sua atmosfera é tão escassa em oxigênio quanto rica em anidrido carbônico, letal se respirado por um ser humano. Mesmo assim, talvez um dia nossos descendentes vivam em Marte, quase como nós, que herdamos o &#8220;novo mundo&#8221; dos exploradores do passado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="5" align="right">
<tbody>
<tr>
<td>
<table width="150" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2"><img src="http://www.zenite.nu/figs/f05/in-mar.jpg" alt="" width="148" height="149" border="0" /></td>
</tr>
<tr>
<td class="ct">1-Núcleo de ferro;<br />
2-Manto de silicatos<br />
e 3-córtex.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p align="justify">Composição e atmosfera<br />
<strong> A CROSTA DE MARTE REPRESENTA QUASE 1% DE SEU RAIO</strong>, contra apenas 0,5% da terrestre, mas não está dividida em placas como na Terra. Marte deve ter se resfriado com um conseqüente aumento da espessura da crosta, que evoluiu de uma única placa.</p>
<p>As rochas marcianas são mais ricas em ferro e magnésio que as terrestres, mas pobres em potássio e alumínio. Sua típica coloração avermelhada se origina de óxidos de ferro, como a hematita, presentes em sua superfície.</p>
<p>Marte tem uma fina camada atmosférica composta principalmente por dióxido de carbono, e também alguns traços de nitrogênio, argônio, oxigênio e vapor de água. A baixa densidade permite que a superfície de Marte seja continuamente bombardeada por radiações solares, que não são absorvidas.</p>
<p>O céu de Marte também tende para o vermelho por causa da poeira em suspensão. Nele ainda se observam nuvens, formadas por água e dióxido de carbono – lembrando as cirros terrestres. No entanto, sob as condições normais de temperatura e pressão locais não chove em Marte. A água líquida é muito instável e se congela instantâneamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="5" align="right">
<tbody>
<tr>
<td>
<table width="187" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="187"><img src="http://www.zenite.nu/figs/f05/whymar.gif" alt="" width="187" height="33" border="0" /></td>
</tr>
<tr>
<td height="98">
<table style="height: 100%;" width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="5">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">Marte é o nome latino de Ares, o deus da guerra da mitologia grega. Sua cor de sangue inspirou os povos antigos. Marte é conhecido desde a pré-história e é um dos cinco planetas visíveis a olho nu.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p align="justify"><strong>Curiosidades sobre Marte</strong><br />
Os povos antigos viam somente um único astro capaz de rivalizar com o brilho avermelhado de Marte. Era uma estrela brilhante da constelação do Escorpião, que ficou conhecida como Antares, ou anti-ares.</p>
<p>Apesar do clima atual, Marte já foi temperado, e existem muitas evidências da ação erosiva da água, que no passado deveria preencher os atuais leitos secos de rios, formando também lagos e talvez pequenos mares.</p>
<p>A estrutura mais espetacular em todo o planeta é, sem dúvida, o Monte Olimpo, a montanha mais alta de todo o Sistema Solar, erguendo-se 27 km acima das planícies à sua volta. Trata-se de um vulcão extinto com uma base quase circular de 600 km de diâmetro.</p>
<p>Marte possui dois pequenos satélites, Fobos e Deimos, cujos nomes significam, respectivamente, medo e terror. Segundo a mitologia, as criaturas que acompanhavam Marte em suas batalhas. Eles foram descobertos em 1877 e têm formas irregulares, percorrendo órbitas quase circulares ao redor de Marte, mostrando sempre a mesma face para o planeta, como a Lua.</p>
<p>Fobos e Deimos têm origem desconhecida. As notáveis diferenças de composição em relação a Marte tornam improvável uma formação contemporânea. E a hipótese de que seriam asteróides capturados também esbarra em sérias dificuldades.</p>
<p>Não é nada fácil chegar em Marte. Das quase quarenta missões já enviadas ao planeta, pouco mais de um terço atingiu plenamente seu objetivo. A primeira foi a Mariner 9, em 1971, e a mais recente está neste momento explorando a superfície marciana: a sonda Phoenix.</p>
<p>Por outro lado, nunca foram enviadas tantas sondas de exploração para um só lugar do Sistema Solar quanto para Marte. E não basta alcançá-lo. Queremos pousar e investigar a superfície. O aumento da complexidade leva a um inevitável maior risco de insucesso.</p>
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		<title>Marte tão grande quanto a lua</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 12:41:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
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		<description><![CDATA[Vamos observar Marte Ronaldo Rogério de Freitas Mourão(*) Durante as noites de agosto, o planeta Marte será o mais interessante dos objetos celestes visíveis a olho nu, em virtude do seu brilho e de sua coloração acentuadamente vermelha, razão pela qual foi associado a Marte, deus da guerra entre os romanos. Sua máxima aproximação à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><h4>Vamos observar Marte<br />
Ronaldo Rogério de Freitas Mourão(*)</h4>
<p>Durante as noites de agosto, o planeta Marte será o mais interessante dos objetos celestes visíveis a olho nu, em virtude do seu brilho e de sua coloração acentuadamente vermelha, razão pela qual foi associado a Marte, deus da guerra entre os romanos.<span id="more-628"></span></p>
<p>Sua máxima aproximação à Terra vai ocorrer no dia 27 de agosto, quando o planeta estará a uma distância de 55,8 milhões de quilômetros da Terra. A última vez que tal aproximação ocorreu foi há 73.000 anos. É importante observar, especialmente, sabendo que nenhum ser humano jamais o viu tão brilhante. Naquela época não havia registro histórico. Por este motivo, esta aproximação constitui, para o observador interessado no céu, uma ocasião única para apreciar o planeta a olho nu.</p>
<p>Na realidade, Marte é visível a cada dois anos, sendo que as máximas aproximações ocorrem a cada 15 ou 17 anos. Assim, a próxima aproximação equivalente a atual vai ocorrer em 2018, quando o planeta estará a 57,7 milhões de quilômetros.</p>
<p>Atualmente, ele está surgindo do lado do nascente, por volta das 20:00 horas e está alcançando o zênite – o ponto mais alto no céu – por volta de uma hora da manhã. Já é um belo espetáculo. No final do mês de agosto, Marte surgirá ao anoitecer, logo após o pôr-do-Sol, e alcançará o zênite por volta da meia-noite.</p>
<p>(*) Ronaldo Rogério de Freitas Mourão é astrônomo e pesquisador-titutar do Museu de Astronomia e Ciências Afins, e autor de mais de 70 livros, entre outros livros, do &#8220;O Livro de Ouro do Universo&#8221;.</p>
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		<title>Fazendeiro australiano acha outro objeto, Sera um Ataque Alienigena????</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 12:56:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bola de metal retorcido foi encontrado em suas terras, em Queensland. O homem crê que o destroço é de um foguete utilizado para lançar satélites comerciais. Um fazendeiro australiano encontrou em suas terras, no sudoeste de Queensland, uma bola retorcida de metal que ele acredita ser lixo espacial. O homem está certo que o destroço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>Bola de metal retorcido foi encontrado em suas terras, em Queensland.<br />
O homem crê que o destroço é de um foguete utilizado para lançar satélites comerciais.<span id="more-416"></span></p>
<p>Um fazendeiro australiano encontrou em suas terras, no sudoeste de Queensland, uma bola retorcida de metal que ele acredita ser lixo espacial. O homem está certo que o destroço pertence a um foguete que é utilizado para lançar satélites comerciais. Na teoria, a peça teria de ser destruída totalmente ao reentrar<br />
na atmosfera da Terra.</p>
<p><a title="01433394400.jpg" href="http://www.vocesabia.net/wp-content/uploads/2008/03/01433394400.jpg"><img src="http://www.vocesabia.net/wp-content/uploads/2008/03/01433394400.jpg" alt="01433394400.jpg" /></a></p>
<p>(Foto: Reuters)</p>
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