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	<title>Curiosidades no Você Sabia &#187; bus</title>
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		<title>Universal Serial Bus</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Nov 2008 11:03:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A grande maioria das pessoas têm ou ja devem ter visto um cabo USB dando sopa pela casa. Mas você sabe como esse instrumento que facilita tanto a vida das pessoas surgiu? Continue lendo a postagem a seguir. Universal Serial Bus (USB) é um tipo de conexão Plug and Play que permite a conexão de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>A grande maioria das pessoas têm ou ja devem ter visto um cabo USB dando sopa pela casa. Mas você sabe como esse instrumento que facilita tanto a vida das pessoas surgiu? Continue lendo a postagem a seguir.</p>
<p><strong>Universal Serial Bus</strong> (<strong>USB</strong>) é um tipo de conexão <em>Plug and Play</em> que permite a conexão de periféricos sem a necessidade de desligar o computador.<span id="more-762"></span></p>
<p>Antigamente instalar <span class="mw-redirect">periféricos</span> em um computador obrigava o usuário a abrir a maquina, o que para a maioria era uma tarefa quase impossível pela quantidade de conexões internas que muitas vezes eram feita através de testes perigosos para o computador, sem falar que na maioria das vezes seria preciso configurar jumpers e interrupções <span class="mw-redirect">IRQs</span>, tarefa difícil até para profissionais da área.</p>
<p>O surgimento padrão PnP (<em>Plug and Play</em>) diminuiu toda a complicação existente na configuração desses dispositivos. O objetivo do padrão PnP foi tornar o usuário sem experiência, capaz de instalar um novo periférico e usá-lo imediatamente sem mais delongas. Mas esse padrão ainda era suscetível à falhas, o que causava dificuldades para alguns usuários.</p>
<p>O USB <em>Implementers Forum</em> foi concebido na óptica do conceito de <em>Plug and Play</em>, revolucionário na altura da expansão dos computadores pessoais, feito sobre um barramento que adota um tipo de conector que deve ser comum a todos os aparelhos que o usarem, assim tornando fácil a instalação de periféricos que adotassem essa tecnologia e diminuiu o esforço de concepção de periféricos, no que diz respeito ao suporte por parte dos <span class="mw-redirect">sistemas operacionais</span> (SO) e hardware. Assim, surgiu um padrão que permite ao SO e à placa-mãe diferenciar, transparentemente:</p>
<ul>
<li>A classe do equipamento (dispositivo de armazenamento, placa de rede, placa de som, etc);</li>
<li>As necessidades de alimentação elétrica do dispositivo a uma distancia de ate 5 metros sem a necessidade de outro equipamento, caso este não disponha de alimentação própria;</li>
<li>As necessidades de largura de banda (para um dispositivo de vídeo, serão muito superiores às de um teclado, por exemplo);</li>
<li>As necessidades de latência máxima;</li>
<li>Eventuais modos de operação internos ao dispositivo (por exemplo, <span class="mw-redirect">máquina digital</span> pode operar, geralmente, como uma webcam ou como um dispositivo de armazenamento &#8211; para transferir as imagens).</li>
</ul>
<p>Ainda, foi projetado de maneira que possam ser ligados vários periféricos pelo mesmo <em>canal</em> (i.e., porta USB). Assim, mediante uma topologia em árvore, é possível ligar até 127 dispositivos a uma única porta do computador, utilizando, para a derivação, hubs especialmente concebidos, ou se por exemplo as impressoras ou outro periféricos existentes hoje tivessem uma entrada e saida usb, poderíamos ligar estes como uma corrente de até 127 dispositivos, um ligado ao outro, os quais o computador gerenciaria sem nenhum problema, levando em conta o tráfego requerido e velocidade das informação solicitadas pelo sistema. Estes dispositivos especiais (os hub&#8217;s anteriormente citados) &#8211; estes também dispositivos USB, com <em>classe</em> específica -, são responsáveis pela gestão da sua sub-árvore e cooperação com os nós acima (o computador ou outros hubs). Esta funcionalidade foi adaptada da vasta experiência em redes de <em>bus</em>, como o Ethernet &#8211; o computador apenas encaminhará os pacotes USB (unidade de comunicação do protocolo, ou <strong>URB</strong>, do inglês <em>Uniform Request Block</em>) para uma das portas, e o pacote transitará pelo bus até ao destino, encaminhado pelos hubs intermediários.</p>
<h4>Concepção</h4>
<p>O padrão USB foi desenvolvido por um consórcio de empresas, entre as quais destacam-se: Microsoft, <span class="mw-redirect">Apple</span>, Hewlett-Packard, NEC, <span class="mw-redirect">Intel</span> e Agere.</p>
<p>Foi muito difícil para estas empresas encontrar um consenso sobre a abordagem do controlador. Dividiram-se então as opiniões, formando dois grupos distintos:</p>
<ul>
<li><strong>UHCI</strong>, <em>Universal Host Controller Interface</em>, apoiado majoritariamente pela <span class="mw-redirect">Intel</span>, que transferia parte do processamento do protocolo para o software (<em>driver</em>), simplificando o controlador eletrônico;</li>
<li><strong>OHCI</strong>, <em>Open Host Controller Interface</em>, apoiado pela Compaq, Microsoft e National Semiconductor, que transferia a maior parte do esforço para o controlador eletrônico, simplificando o controlador lógico (driver).</li>
</ul>
<p>Isto gerou algumas incompatibilidades e lançou a ameaça de dispersão do padrão. Pela experiência anterior em casos de adaptação de padrões (como o caso das extensões individualistas do HTML da Microsoft e da Netscape à versão 3 deste protocolo que, frequentemente, quebrava a compatibilidade entre <em>site</em>s), agora podia-se confirmar a desvantagem de não se conseguir a universalização. Porém, traria novas conclusões para a versão 2.0 deste protocolo, desta vez unidos sob o modelo <span class="new">EHCI</span>, <em>Enhanced Host Controller Interface</em>, permitindo colmatar as falhas e reunir as qualidades dos dois modelos anteriores; mas sem dúvida, o avanço notável desta versão seria o aumento da largura de banda disponível &#8211; tornava-se agora possível, com um único driver, transferir som, vídeo e ainda assim usar a impressora, portudo isto pelo mesmo canal &#8211; até um total de 480 Mbits/s.</p>
<h4><span class="mw-headline">História das Versões</span></h4>
<ul>
<li><strong>USB 0.7</strong>: Lançado em novembro de 1994.</li>
<li><strong>USB 0.8</strong>: Lançada em dezembro de 1994.</li>
<li><strong>USB 0.9</strong>: Lançada em abril de 1995.</li>
<li><strong>USB 0.99</strong>: Lançado em agosto de 1995.</li>
<li><strong>USB 1.0</strong>: Lançado em janeiro de 1996, com taxas de transferência de dados</li>
</ul>
<p>de 1,5 Mbit / s (baixa velocidade) e 12 Mbit / s (Velocidade máxima).</p>
<p><a id="USB_1.1" name="USB_1.1"></a></p>
<h4><span class="mw-headline">USB 1.1</span></h4>
<p>O padrão 1.1 foi lançado em 1998 para corrigir problemas encontrados no padrão 1.1. Ao ser lançado o padrão USB 1.1 trouxe uma série de vantagens pois graças a uma interface única, a tarefa de conectar diversos tipos de aparelho ao computador tornou-se mais fácil, e aumentou o diversificação de tipos de periféricos, porém tinha como um grande ponto fraco a baixa velocidade na transição de dados (1,5 a 12 <span class="mw-redirect">Mbps</span>), elevado em consideração as <span class="new">portas seriais</span>, mas muito deficiente em relação a outros tipos de baramentos como o SCSI (80 a 160 Mbps) e o FireWire (400Mbps),principal concorrente cujo o maior desenvolvedor era a <span class="mw-redirect">Apple</span>. Até então a baixa transição não era um agravante para as aplicações da época, mas à medida que o uso crescia aumentava a necessidade de taxas maiores na transferência de dados entre um dispositivo e o computador, prejudicando o uso de equipamentos como HDs removíveis, gravadores de DVDs externos , e <span class="mw-redirect">scanner</span> de alta resolução tornando-se nesse necessário o <em>upgrade</em> do padrão.</p>
<p><a id="USB_2.0" name="USB_2.0"></a></p>
<h4><span class="mw-headline">USB 2.0</span></h4>
<p>O padrão USB 2.0 foi lançado em abril de 200 com a velocidade de 480 Mbps, o equivalente a cerca de 60 MB por segundo. O conector continuou sendo o mesmo das versão anterior, totalmente compatível com dispositivos que funcionam com o USB 1.1, mas nesse caso com a mesma velocidade de transferência reduzida do padrão 1.1. Isso ocorre porque o barramento USB 2.0 tentará se comunicar à velocidade de 480 Mbps. Se não conseguir, tentará a velocidades mais baixas até obter êxito.</p>
<p>Uma outra novidade importante e que a partir dessa versão, fabricantes poderiam adotar o padrão em seus produtos sem a obrigatoriedade de pagar uma <span class="mw-redirect">licença de uso da tecnologia</span>. Esse foi um fator importante para a ampliação de novos periféricos que usam a tecnologia e barateamento desses periféricos.</p>
<p>O lançamento também trouxe outra vantagem à USB: o padrão FireWire foi padronizado principalmente para trabalhar com aplicações que envolvem vídeo e áudio, mas como a velocidade do USB 2.0 supera a velocidade das primeiras implementações do FireWire, ele também se tornou uma opção viável para aplicações multimídia, o que aumentou seu leque de utilidades.</p>
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