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	<title>Curiosidades no Você Sabia &#187; como</title>
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		<title>Como Surgiram as Bicicletas?</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Jan 2011 11:42:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Primeiros Passos O primeiro passo no processo de evolução da bicicleta ocorreu em 1816. Nesse ano, o barão alemão Karl Friederich von Drais adaptou uma direção ao Celerífero. Junto com o primeiro guidão, apareceu a &#8220;Draisiana&#8221;, bicicleta que von Drais usou para percorrer o trajeto entre Beaun e Dijon, na França, à velocidade média de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><h4>Primeiros Passos</h4>
<p>O primeiro passo no processo de evolução da bicicleta ocorreu em 1816. Nesse ano, o barão alemão Karl Friederich von Drais adaptou uma direção ao Celerífero. Junto com o primeiro guidão, apareceu a &#8220;Draisiana&#8221;, bicicleta que von Drais usou para percorrer o trajeto entre Beaun e Dijon, na França, à velocidade média de 15 km/h, o primeiro &#8220;recorde ciclístico&#8221;. Os modelos de Drais se caracterizavam por uma série de acessórios.<span id="more-618"></span></p>
<p>Mas<strong> foi em 1820 que deu-se o grande passo da história ciclística</strong>: o escocês Kikpatrick McMillan adapta ao eixo traseiro duas bielas, ligadas por barras de ferro. Estas duas barras tinham a função de um pistão, eram acionadas pelos pés, o que provoca a avanço da roda traseira. O primeiro pedal, no entanto, surgiu em 1855, inventado pelo francês Ernest Michaux, que o instalou num veículo de duas rodas traseiras e uma dianteira; os pedais eram ligados à roda dianteira e o invento ficou conhecido como &#8220;Velocípede&#8221;.</p>
<h3>Progresso</h3>
<p>Com o crescimento do número de entusiastas, as autoridades, de Paris principalmente, por volta de 1862, são obrigadas a criar caminhos especiais para os velocípedes nos parques, para que se não se misturassem com charretes e carroças. Surgiram, assim, as primeiras ciclovias, no mesmo ano em que é divulgada a primeira estatística: <strong>Ernest Michaux consegue fabricar 142 unidades em 12 meses</strong>.</p>
<h3>Historia</h3>
<p>Estas são as principais datas da história da bicicleta:</p>
<p><strong>1790</strong> &#8211; O conde francês Mede de Sivrac idealiza o celerífero, derivado das palavras latinas celer (rápido) e fero (transporte).</p>
<p><strong>1816</strong> &#8211; O barão alemão Karl Friedrick Christian Ludwing van Sauerbroun Drais, nascido em Baden, instala o guidão no &#8220;celerífero&#8221; e cria a &#8220;draisiana”.</p>
<p><strong>1818</strong> &#8211; A 5 de abril, o barão Drais apresenta seu invento no Parque de Luxemburgo, em Paris, e meses mais tarde faz o trajeto Beaum-Dijon na velocidade média de 15 km/h.<br />
<strong>1820</strong> Draisiana Infantil (primeira infantil do Mundo)</p>
<p><strong>1840</strong> &#8211; O escocês Kirkpatrick McMillan adapta duas bielas ao eixo da roda traseira, que serviam como pedias. No entanto, havia desconforto na pedalada e dificuldade de equilíbrio.</p>
<p><strong>1855</strong> &#8211; O francês Ernest Michaux e seu filho, de apenas 14 anos de idade, adaptam pedais à roda dianteira do velocípede, veículo que tinha como grande problema o elevado peso de 45 quilos.</p>
<p><strong>1868</strong> 1ª Prova masculina com biciclos, vencida pelo inglês James Moore, Parque Saint&#8217; Cloud Paris. 1ª Prova Feminina, ocorrida no parque Bordelais, em Paris, no dia 1º de novembro.</p>
<p><strong>1875</strong> &#8211; Nasce a primeira fábrica de bicicletas do mundo, a Companhia Michaux, com 200 operários, que fabricavam cerca de 140 bicicletas por ano. Cada uma era vendida, na época por um exorbitante: 450 francos.</p>
<p><strong>1877</strong> &#8211; Rouseau apresenta um dispositivo que por meio de duas correntes multiplicava o giro da roda dianteira.</p>
<p><strong>1880</strong> &#8211; Vicent, parisiense, controi a primeira bicicleta com transmissão aplicada ao cubo da roda traseira.<br />
<strong><br />
1884</strong> &#8211; Ano cheio de acontecimentos. Na Inglaterra, Thomas Humbert inventa o quadro de quatro tubos, utilizando caixas de centro com esferas. Na Itália, o plano esportivo vai se desenvolvendo. Veloce Club de Firenze organiza a primeira corrida de bicicletas, no dia 2 de fevereiro, num circuito de 33 quilômetros. Um jovem de apenas 16 anos, van Heste Rynner, é o vencedor.</p>
<p><strong>1885</strong> &#8211; Giusepe Pasta vence a I Volta dos Bastiones, realizada em Milão, cobrindo os 11 quilómetros em 37 minutos. Nessa época, os intelectuais comentavam ser a bicicleta &#8220;mais sedutora que uma mulher&#8221;.<br />
<strong><br />
1887 </strong>- Invenção do pneu, James Boyd Dunlop, Irlanda.<br />
<strong><br />
1891 </strong>- O francês Michelin lança o pneu desmontável.</p>
<p><strong>1895</strong> &#8211; No dia 9 de outubro toda a cidade de Milão aplaude a chegada de Raffaelle Gatti, que retorna do &#8220;Tour do Círculo Polar Ártico&#8221;.</p>
<p>A partir daí, sucessivas modificações técnicas foram introduzidas na bicicleta, tais como câmbio, roda livre e tubular.</p>
<p>A roda livre foi criada para oferecer maior conforto ao ciclista em ação, permitindo interromper a pedalada especialmente em descidas, em trajetos com vento a favor e em alguns momentos de calma na corrida.</p>
<p>O tubular é constituído por um invólucro de borracha e tela de Nylon ou seda, em forma de tripa, com uma câmara de ar em seu interior e uma válvula. Esse conjunto é costurado na parte interna e protegido por uma faixa de Tecido de Algodão.</p>
<p>O câmbio velocidade, permite o aproveitamento de várias engrenagens e com isso imprimir maiores velocidades. É a última que aperfeiçoou tecnicamente a bicicleta e o fator mais importante desse progresso técnico.</p>
<p>Dessa forma, até os nossos dias, a bicicleta vem sendo aperfeiçoada, em relação aos materiais empregados, aos vários tipos relacionados com as modalidades, etc.</p>
<p>Unidos pela bike &#8211; Nasceu assim, o que imediatamente foi chamado: Ciclismo: &#8220;A máquina, que unida à maravilhosa natureza do homem ganha tempo e espaço&#8221;.</p>
<p>Foi a Inglaterra, o primeiro país que promoveu uma regulamentação ciclística, criando o &#8220;Bicicle Union&#8221;. Na Itália, a legislação sobre o ciclismo surgiu 5 anos mais tarde, com a criação da União Velocipedista Italiana.</p>
<p><strong>Em 1892</strong> na Europa foi constituída a Internacional Cyclist Association e teve sua sede em Londres, agrupando as Federações Nacionais, dos Estados Unidos, Bélgica, França, Canadá, Alemanha, Holanda, Inglaterra e Itália. Um dos primeiros atos da ICA, foi a criação dos primeiros campeonatos do Mundo, substituindo as provas até então promovidas por entidades particulares.</p>
<p>Porém, somente em 1886, graças a alguns ingleses, foram organizados os primeiros campeonatos mundiais, com boa consistência e organização mais séria, na cidade de Leicester. Em 1893 devido a uma polêmica com os órgãos italianos, se fez nascer a atual UCI, União Ciclística Internacional.</p>
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		<title>A Origem da Cachaça</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Nov 2010 12:01:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Que cachaça não é água, todo mundo já sabe e, quem não sabe, em algum momento da vida vai acabar descobrindo, seja pela ressaca, pela dor ou pelo amor. No entanto, você já parou para pensar de onde vem a branquinha? A marchinha de carnaval acha que vem do Alambique, outros acham mesmo é que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p style="text-align: center;">
<p>Que cachaça não é água, todo mundo já sabe e, quem não sabe, em algum momento da vida vai acabar descobrindo, seja pela ressaca, pela dor ou pelo amor. No entanto, você já parou para pensar de onde vem a branquinha?</p>
<p>A marchinha de carnaval acha que vem do Alambique, outros acham mesmo é que ela vem do bar pronta para afogar qualquer mágoa ou potencializar sentimentos de vitória. Sem questionar o mérito da bebida que mais tem a cara do Brasil.<span id="more-581"></span></p>
<p>Para entendermos o nascimento da mais ardente das águas, precisamos voltar aos primórdios da colonização, com o início da produção açucareira. Naquela época, os portugueses tinham não apenas dominio pelo processo de plantio e cuidado da cana, como também contavam com um clima favorável.<br />
Os procedimentos de fabricação do açúcar eram feitos pelos escravos, que faziam a colheita da cana-de-açúcar, esmagavam os caules e cozinhavam os caldos – transformando-os em melados. Essa técnica fazia proporcionava a fabricação de um caldo mais grosso, a cagaça, e era dado aos animais junto com os restos da cana.</p>
<p>Você deve estar se perguntando, onde entra a cachaça que estamos acostumados a ver por ai e quem foi o verdadeiro responsável pela invensão dessa bebida? Pois fique sabendo, que o mentor da cachaça foi o tempo e as condições climáticas. Isso mesmo. O clima favorável e o passar dos dias faziam com que o líquido fermentasse, e se torna-se de alto teor alcóolico. Estima-se que um dia um escravo experimentou o líquido e dai se deu a cachaça.</p>
<p>Outra teoria afirma que em um momento os escravos misturaram o melaço antigo com o novo ocasionaram uma reação química que fez com que o líquido evaporasse, formando assim gotas no teto do engenho. Enquanto os escravos ficavam nos engenhso as gotas caiam em seus corpos, fazendo arder as feridas causadas pelos ferimentos. Acredita-se que, desse fato, nasceu o termo aguardente. Da mesma forma que as gotas que caiam do teto se dirigiam até a boca dos escravos levaram o nome de pinga.</p>
<p>Não demorou para que a pinga, cachaça, aguardente, braquinha, superasse as barreiras dos engenhos de açúcar e se popularizasse no Brasil e do mundo – o resto é história de mesa de buteco.</p>
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		<title>Por que o vaga-lume acende?</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Nov 2010 12:01:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Na certa uma questão intrigante que nem damos tanto valor pode ser uma coisa primordial na natureza Quem nunca viu, pessoalmente, na TV ou em fotos, uns bichinhos muito curiosos que brilham no escuro? São os vaga-lumes ou pirilampos. Eles produzem luz principalmente por dois motivos: 1) Para se defender e se reproduzir. Imagine [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>&nbsp;</p>
<p>Na certa uma questão intrigante que nem damos tanto valor pode ser uma coisa primordial na natureza</p>
<p>Quem nunca viu, pessoalmente, na<strong> TV ou em fotos</strong>, uns bichinhos muito curiosos que brilham no escuro? São os vaga-lumes ou pirilampos. Eles produzem luz principalmente por dois motivos:</p>
<p>1) Para se defender e se reproduzir. Imagine um<strong> louva-a-deus</strong> aproximando-se de um pequeno vaga-lume <strong>“apagado”</strong>. Este não teria chance de escapar. Mas, quando ele acende sua<strong> “lanterna”,</strong> acaba assustando esse predador.<span id="more-508"></span></p>
<p>2) Os<strong> lampejos</strong> também são utilizados para atrair o<strong> sexo oposto na hora da reprodução.</strong> Para gerar luz, várias reações químicas acontecem no corpo do inseto, consumindo uma grande quantidade de energia e também <strong>oxigênio</strong>, que são usados como combustível. A cor da luz varia de acordo com a espécie do vaga-lume e é determinada por pequenas variações nos compostos que participam das reações químicas.</p>
<p>Na reação química, cerca de 95% aproximadamente da energia produzida transforma-se em luz e soment<strong>e 5% aproximadamente </strong>se transforma em calor. O tecido que emite a luz é ligado na <strong>traquéi</strong>a e no<strong> cérebro</strong> dando ao inseto total controle sobre sua luz.</p>
<p>Infelizmente, os vaga-lumes estão ameaçados pela forte iluminação das <strong>cidades,</strong> pois quando entram em contato com essa forte iluminação, sua bioluminescência é anulada interferindo fortemente na reprodução podendo até serem extintos.</p>
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		<title>Como Matar Ratos</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 13:22:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Existem divesos meios para matar os ratos. Muita gente caiu no meu outro blog atrás de explicações sobre métodos para matar ratos. O texto nada tinha haver com isso. Afim de ajudá-los, segue a minha experiência prática, na exterminação de roedores: 1 &#8211; Ratoeiras. &#8211; Funcionam mas fique atento a escolha das iscas. O Queijo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>Existem divesos meios para<strong> matar os ratos</strong>. Muita gente caiu no meu outro blog atrás de explicações sobre métodos para matar ratos. O texto nada tinha haver com isso. Afim de ajudá-los, segue a minha experiência prática, na exterminação de roedores:</p>
<p><strong>1 &#8211; Ratoeiras.</strong> &#8211; Funcionam mas fique atento a escolha das iscas. O Queijo tradicional serve para ratos maiores, mas para camundongos, é melhor usar um farináceo como bolacha doce. Meia goiabinha é uma ótima isca. <span id="more-1050"></span></p>
<p>Agora se for para deixar a<strong> ratoeira no Jardim</strong> (ou em um lugar que tome chuva),<strong> esqueça as bolachas</strong>. A maioria dos ratos que apanhei foi com esse simples aparato.</p>
<p>Vale lembrar que muitas vezes a ratoeira dispara, mas <strong>você não pega o rato</strong>. Isso acontece porque o bichinho é grande, e o martelo (a aste que dá uma paulada na cabeça do rato) não consegue acertá-lo, ou porque ele entrou por trás na ratoeira, e ao desarmá-la foi atirado longe.</p>
<p>Cuidado também se você tem outros animais no Jardim, já matei um sabia com uma ratoeira e conheço quem feriu uma tartaruga. Deixe-a no caminho que o rato passa, cantos ou mesmo dentro dos ralos pluviais, quando couber. As vezes o rato não morre mas fica preso, ai nada como uma boa tijolada. Quando o rato estiver morto, jogue álcool na ratoeira (ajuda a esterilizar).</p>
<p><strong>2 &#8211; Cola para ratos </strong>- Funciona, basta colocar o dispositivo dentro de uma passagem dos ratos, e se quiser melhorar, coloque no centro da armadilha uma isca. Novamente cuidado pois é possível pegar pássaros e pombos por acidênte.</p>
<p><strong>3 &#8211; Veneno de rato</strong>, Parafinados &#8211; Já usei, para os meus ratos não funcionou. Os ratos aprendem que o veneno pode matá-los, e após a morte de um ou dois do bando o método perde eficiência.</p>
<p><strong>4 &#8211; Outros venenos</strong> &#8211; São eficiêntes, mas tem dois defeitos, você não sabe onde o rato vai morrer (e encontrar o cadáver embaixo da sua cama após uma semana de putrefação não é agradável) e são MUITO perigosos para crianças e outros animais. Se optar por esses, tenha certeza que as iscas vão ficar em lugar inacessível para as crianças, os gatos e os cães.</p>
<p>5 &#8211; Por falar nisso,<strong> cães são muito eficientes para pegar ratos.</strong></p>
<div>É isso.</div>
<div><strong>fonte: testandoelgoogle.blogspot.com</strong></div>
<div class="shr-publisher-1050"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom -->]]></content:encoded>
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		<title>Como funciona a impressora a jato de tinta?</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 12:41:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma impressora a jato de tinta é qualquer impressora que lança pequenas gotículas de tinta sobre o papel para criar uma imagem. Se você olhar para um pedaço de papel que saiu de uma impressora de jato de tinta, você saberá que: os pontos são extremamente pequenos (geralmente entre 50 e 60 microns de diâmetro), tão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>Uma impressora a <strong>jato de tinta</strong> é qualquer impressora que lança pequenas gotículas de tinta sobre o papel para criar uma imagem. Se você olhar para um pedaço de papel que saiu de uma impressora de jato de tinta, você saberá que:</p>
<ul>
<li>os pontos são extremamente pequenos (geralmente entre 50 e 60 microns de diâmetro), tão pequenos que são mais finos que o diâmetro de um cabelo humano (70 microns)</li>
<li>os pontos são posicionados de maneira muito precisa, com resoluções de até 1440&#215;720 pontos por polegada (dots per inch - dpi)</li>
<li>os pontos podem ter cores diferentes combinadas para criar imagens com qualidade de fotografia<span id="more-694"></span></li>
</ul>
<p>Neste artigo, você aprenderá sobre as diferentes partes de uma impressora a jato de tinta e como essas partes trabalham juntas. Você também aprenderá sobre os cartuchos de tinta e o papel especial que algumas dessas impressoras usam.</p>
<p>Primeiro, vamos dar uma rápida olhada nas diferentes tecnologias de impressoras.</p>
<h4>Impacto x não-impacto</h4>
<p><!-- dtl_id=25913 //-->Há várias tecnologias importantes disponíveis. Estas tecnologias podem ser divididas em duas categorias principais:</p>
<ul>
<li>impacto: estas impressoras têm um mecanismo que toca o papel para criar a imagem. Há duas tecnologias de impacto principais:
<ul type="square">
<li>matriz de ponto: as impressoras usam uma série de pequenos pinos que batem em uma fita coberta com tinta, fazendo com que a tinta seja transferida para o papel no ponto de impacto.</li>
<li>impressoras de caracteres: as impressoras são basicamente máquinas de escrever computadorizadas. Elas têm uma bola ou uma série de barras com caracteres reais (letras e números) gravados em relevo na superfície. O caractere apropriado atinge a fita de tinta, transferindo a imagem do caractere para o papel. As impressoras de caracteres são rápidas e precisas para textos básicos, porém são muito limitadas para outros usos.</li>
</ul>
</li>
<li>não-impacto: estas impressoras não tocam o papel quando criam uma imagem. As impressoras a jato de tinta fazem parte deste grupo, que inclui:
<ul type="square">
<li>impressoras a jato de tinta: são descritas nesse artigo e usam uma série de esguichos que lançam gotas de tinta diretamente no papel.</li>
<li>impressoras a laser: Usam tinta seca (toner), eletricidade estática, e calor para colocar a tinta sobre o papel.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li>
<ul type="square">
<li><strong>impressoras de tinta sólida:</strong> contêm tinta em bastões de cera que são derretidos e aplicados ao papel. A tinta então endurece no local.</li>
<li>impressoras com sublimação de tinta: têm um longo rolo de filme transparente que se assemelha a folhas de celofane vermelho, azul, amarelo e cinza grudadas umas às outras de uma extremidade à outra. As tintas sólidas correspondentes às quatro cores básicas usadas em impressão, estão embutidas neste filme: cian, magenta, amarelo e preto (CMYK). A cabeça da impressora usa um elemento aquecedor que varia de temperatura, dependendo da quantidade de uma determinada cor que precise ser aplicada. As tintas evaporam e saturam a superfície brilhosa do papel antes de retornarem para a forma sólida. A impressora transpõe sobre o papel cada uma das cores básicas, construindo gradualmente a imagem.</li>
<li><strong>impressoras de cera térmica:</strong> são uma combinação das tecnologias de sublimação de tinta e de tinta sólida. Elas usam uma fita com faixas alternativas em CMYK. A fita passa em frente a uma cabeça de impressão que tem uma série de pequeninos pinos aquecidos. Os pinos fazem com que a cera derreta e fique aderida ao papel, onde ela endurece.</li>
<li><strong>impressoras de tecnologia térmica autochrome:</strong> têm a cor no papel ao invés de na impressora. Há três camadas (cian, magenta e amarelo) no papel,e cada camada é ativada pela aplicação de uma quantidade de calor específica. A cabeça de impressão tem um elemento de aquecimento que pode variar de temperatura. A cabeça de impressão passa três vezes pelo papel, fornecendo a temperatura apropriada para cada camada de cor conforme o necessário.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>Sem contar todas essas tecnologias incríveis, as impressoras a jato de tinta são, de longe, as mais populares. Na verdade, a única tecnologia que persiste até hoje é a das impressoras a laser.</p>
<h3>Clique OK imprimir</h3>
<p><!-- dtl_id=25919 //--><strong>Quando você clica em um botão para imprimir, há uma seqüência de eventos que acontece: </strong>O aplicativo que você estiver usando envia os dados a serem impressos para o driver da impressora.</p>
<ol>
<li>O driver traduz os dados para um formato que a impressora possa entender e verifica se a impressora está online e disponível para imprimir.</li>
<li>Os dados são enviados pelo driver do computador para a impressora via interface de conexão (paralela, USB, etc).</li>
<li>A impressora recebe os dados do computador. Ela guarda uma certa quantidade de dados em um buffer. O buffer pode alcançar de 512 KB a 16 MB de memória RAM dependendo do modelo. Os buffers são úteis porque eles permitem que o computador termine com o processo de impressão rapidamente, ao invés de ter que esperar a página ser impressa. Um buffer grande pode armazenar um documento complexo ou vários documentos básicos.</li>
<li>Se a impressora está ociosa por um período de tempo, ela normalmente passará por um ciclo curto de limpeza para garantir que a(s) cabeça(s) de impressão esteja(m) limpa(s). Uma vez que o ciclo de limpeza esteja completo, a impressora está pronta pra começar a imprimir.</li>
<li>O circuito elétrico de controle ativa o motor de passo do alimentador de papel. Isto aciona os roletes, que alimentam a impressora com uma folha de papel da bandeja/alimentador. Um pequeno mecanismo de ativação na bandeja/alimentador é abaixado quando há papel na bandeja ou no alimentador. Se a alavanca não é abaixada, a impressora acende a luz de “sem papel” LED e envia um alerta para o computador.</li>
<li>Uma vez que o papel entra na impressora e é posicionado no início da página, o motor de passo da cabeça de impressão usa o cinto para mover o conjunto de cabeça de impressão atravessando a página. O motor para por uma mínima fração de segundo para que a cabeça de impressão lance pontinhos de tinta na página se movendo um pouquinho antes de parar novamente. Esses passos acontecem tão rapidamente que parece um movimento contínuo.</li>
<li>Pontos múltiplos são feitos a cada parada. Ela lança as cores CMYK em quantidades precisas para se fazer qualquer outra cor imaginável.</li>
<li>No final de cada passo completo, o motor de passo do alimentador de papel empurra o papel uma fração de polegada. Dependendo do modelo da jato de tinta, a cabeça de impressão é reajustada ao começo do lado da página ou, na maioria dos casos, simplesmente troca de direção e começa a se mover para trás atravessando a página enquanto imprime.</li>
<li>Este processo continua até que a página esteja impressa. O tempo que leva para uma página ser impressa varia muito de impressora para impressora. Este tempo também vai variar baseado na complexidade da página e no tamanho de alguma imagem que esteja na página. Por exemplo, uma impressora pode ser capaz de imprimir 16 <strong>páginas por minuto</strong> (PPM) de um texto em preto, mas pode levar alguns minutos para imprimir uma imagem colorida do tamanho de uma página inteira.</li>
<li>Assim que a impressão está completa, a cabeça de impressão é estacionada. O motor de passo do alimentador de papel gira os roletes para terminarem de empurrar a página impressa para a bandeja de saída. A maioria das impressoras de hoje usa tinta que seca muito rapidamente, para que você possa pegar a folha imediatamente, sem borrá-la.</li>
</ol>
<p><strong>Fonte: informatica.hsw.uol.com.br</strong></p>
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		<title>Como funciona a fotografia digital ?</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Aug 2008 13:55:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fotografia Digital Até há pouco tempo o ato de fotografar consistia em expor, por uns breves instantes, um filme -recoberto de substâncias químicas fotosensíveis- à luz. Após a exposição, o filme tinha de ser submetido a um processo de estabilização química -revelação- e posteriormente a imagem -o negativo- tinha de ser transferida para papel fotográfico. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><h4>Fotografia Digital</h4>
<p>Até há pouco tempo o ato de fotografar consistia em expor, por uns breves instantes, um filme -recoberto de substâncias químicas fotosensíveis- à luz. Após a exposição, o filme tinha de ser submetido a um processo de estabilização química -revelação- e posteriormente a imagem -o negativo- tinha de ser transferida para papel fotográfico. O slide, ou cromo, permitia o registro de uma imagem positiva no próprio filme, com uma qualidade bem superior.<br />
A evolução tecnológica decorrente dos avanços obtidos principalmente na área de engenharia eletrônica trouxe, entre outras maravilhas tecnológicas, a fotografia digital.<span id="more-622"></span></p>
<h3>Como funciona a fotografia digital ?</h3>
<p>Uma câmera fotográfica digital capta, por meio de células foto-sensíveis (chamadas CCD, Charged Coupled Device), a luz da cena a fotografar. Esta informação, captada analogicamente, é digitalizada (pelo que se chama um &#8220;shift register&#8221;) e armazenada num meio magnético (disquete, Smart Cards, Memory Stick &#8482; ou CD). Posteriormente você pode transferir as fotos a um computador (conectando a câmera, com um cabo apropriado, à porta RS-232 ou à porta USB) ou imprimi-las diretamente (tendo a impressora adequada).</p>
<h3>Quer dizer que não usa filme ?</h3>
<p>Correto. Uma câmera digital não usa filme. Nem 35mm, nem Advantix, nem qualquer outro tipo de filme quimicamente processável.</p>
<h3>Mas, como faço para obter a foto ?</h3>
<p>Há três alternativas para obter uma cópia impressa de uma foto que está armazenada na câmera:<br />
1. Conectar a câmera a um computador, usando um cabo conector, geralmente à porta USB  (ou RS-232 em micros mais antigos), e descarregar as fotos mediante um driver fornecido pelo fabricante da câmera. A maioria dos fabricantes também fornecem algum aplicativo de processamento de imagens, que você usa para editar e imprimir as fotos.<br />
2. Levar seu cartão de memória, CD ou disquette a um laboratório digital, onde as fotos podem ser impressas diretamente do meio magnético.<br />
3. Conectar a câmera diretamente a uma impressora (nem todas oferecem este recurso) e imprimir a foto.</p>
<p>Com que se parece uma câmera digital ?<br />
Uma câmera digital se parece a uma câmera convencional (ver fotos a seguir). A grande maioria tem um visor na parte de trás (ver o reverso da câmera na foto à esquerda) no qual você pode ver a foto poucos segundos depois de tirada, ou em qualquer momento posterior.</p>
<div>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="6">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="center"><img src="http://www.sampaonline.com.br/especiais/fotografiadigital/canonpowershotg5.jpg" alt="Câmera digital Canon Powershot G5 de 5 Megapixels" width="380" height="151" border="0" /></p>
</td>
<td>
<p align="center"><img src="http://www.sampaonline.com.br/especiais/fotografiadigital/nikond1x.jpg" alt="Câmera digital profissional Nikon D1X" width="180" height="180" /></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center">Câmera digital Canon Powershot G5 de 5 Megapixels</p>
</td>
<td>Câmera digital profissional Nikon D1X</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<h3>Quantas fotos uma câmera digital consegue armazenar ?</h3>
<p>A capacidade de armazenamento é influenciada fundamentalmente por dois fatores: a resolução das fotos e a qualidade de armazenamento. Quanto maior a resolução e melhor a qualidade, mais espaço ocupará cada foto, e portanto menos fotos caberão na placa de memória. Só para que você tenha uma idéia, uma Canon Powershot A40 armazena, en uma flash card de 64Mb, um pouco mais de 60 fotos clicadas na máxima resolução e com a melhor qualidade possível.</p>
<h3>O que quer dizer Megapixel ?</h3>
<p>O termo megapixel denomina câmeras cuja resolução é superior a 1.000 x 1.000 pixels. Em termos leigos, um pixel representa um dos milhões de pontinhos que formam a foto. As primeiras câmeras tiravam fotos de no máximo 640&#215;480 pixels. As câmeras amadoras mais modernas alcançam resoluções de 5 Megapixels. Câmeras profissionais chegam aos 16 Megapixels. Só para que você tenha uma idéia, se a resolução de sua tela é de 800 x 600, ao visualizar uma foto tirada nessa resolução (5 Megapixels) você somente conseguiria ver num determinado momento um pedacinho da foto original. Quanto maior, melhor? Quanto maior a resolução maior o tamanho da foto impressa sem perder resolução. Um registro obtido em 2 megapixels, impresso em 10&#215;15, apresenta uma qualidade que para a grande maioria e mais do que aceitável.</p>
<h3>O quê acontece quando a capacidade da câmera esgota?</h3>
<p>Se a câmera usa smart cards, memory stick ou flash cards como meio de armazenamento, você pode apagar as fotos armazenadas na placa de memória, ou inserir uma nova placa onde você continua a armazenar mais fotos. Caso use disquete ou CD, é só inserir um novo disquete ou CD.</p>
<h3>Quais os recursos de uma câmera digital ?</h3>
<p>Os recursos variam segundo a câmera e o modelo, mas a grande maioria oferece Zoom 3x, Zoom digital, flash, macro fotografia, compensação da exposição, medição pontual (spot meter), central ou total, registro de data e hora, self-timer e red-eye reduction. Algumas câmeras permitem que você grave sua voz junto com a foto.</p>
<h3>Quanto custa uma câmera digital ?</h3>
<p>Uma boa câmera amadora de custa &#8211; nos EUA- na faixa de US$ 400,00 (quatrocentos dólares americanos). Já uma muito boa está na faixa de US$ 600 a US$ 700,00. Uma câmera excelente por volta de US$ 1.000,00. Já as câmeras profissionais não saem por menos de US$ 3.000,00, custando geralmente cerca de US$ 5.000,00. Aqui, no Brasil, depende. Em março de 2002, uma Sony Cybershot 2.1 Megapixels era vendida por R$ 900,00 em um dos shoppings da Avenida Paulista, em São Paulo. Nota Fiscal? Esqueça.</p>
<p><strong>Fonte: www.sampaonline.com.br</strong></p>
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		<title>A História da Internet &#8211; Como Tudo Começou&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 17:33:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
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		<category><![CDATA[historia]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
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		<description><![CDATA[A Internet nasceu praticamente sem querer. Foi desenvolvida nos tempos remotos da Guerra Fria com o nome de ArphaNet para manter a comunicação das bases militares dos Estados Unidos, mesmo que o Pentágono fosse riscado do mapa por um ataque nuclear. Quando a ameaça da Guerra Fria passou, ArphaNet tornou-se tão inútil que os militares [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>A Internet nasceu praticamente sem querer. Foi desenvolvida nos tempos remotos da Guerra Fria com o nome de ArphaNet para manter a comunicação das bases militares dos Estados Unidos, mesmo que o Pentágono fosse riscado do mapa por um ataque nuclear.</p>
<p>Quando a ameaça da Guerra Fria passou, ArphaNet tornou-se tão inútil que os militares já não a consideravam tão importante para mantê-la sob a sua guarda. <span id="more-575"></span>Foi assim permitido o acesso aos cientistas que, mais tarde, cederam a rede para as universidades as quais, sucessivamente, passaram-na para as universidades de outros países, permitindo que pesquisadores domésticos a acessarem, até que mais de 5 milhões de pessoas já estavam conectadas com a rede e, para cada nascimento, mais 4 se conectavam com a imensa teia da comunicação mundial.</p>
<p>Nos dias de hoje, não é mais um luxo ou simples questão de opção uma pessoa utilizar e dominar o manuseio e serviços disponíveis na Internet, pois é considerada o maior sistema de comunicação desenvolvido pelo homem.</p>
<p>Com o surgimento da World Wide Web, esse meio foi enriquecido. O conteúdo da rede ficou mais atraente com a possibilidade de incorporar imagens e sons. Um novo sistema de localização de arquivos criou um ambiente em que cada informação tem um endereço único e pode ser encontrada por qualquer usuário da rede.</p>
<p>Em síntese, a Internet é um conjunto de redes de computadores interligadas que tem em comum um conjunto de protocolos e serviços, de uma forma que os usuários conectados possam usufruir de serviços de informação e comunicação de alcance mundial.</p>
<h4>Histórico</h4>
<p>Desenvolvida pela empresa ARPA (Advanced Research and Projects Agency) em 1969, com o objetivo de conectar os departamentos de pesquisa, esta rede foi batizada com o nome de ARPANET.</p>
<p>Antes da ARPANET, já existia outra rede que ligava estes departamentos de pesquisa e as bases militares, mas como os EUA estavam em plena guerra fria, e toda a comunicação desta rede passava por um computador central que se encontrava no Pentágono, sua comunicação era extremamente vulnerável.</p>
<p>Se a antiga URSS resolvesse cortar a comunicação da defesa americana, bastava lançar uma bomba no Pentágono, e esta comunicação entrava em colapso, tornando os Estados Unidos extremamente vulnerável a mais ataques.</p>
<p>A ARPANET foi desenvolvida exatamente para evitar isto. Com um Back Bone que passava por baixo da terra (o que o tornava mais difícil de ser interrompido), ela ligava os militares e pesquisadores sem ter um centro definido ou mesmo uma rota única para as informações, tornando-se quase indestrutível.</p>
<p>Nos anos 1970, as universidades e outras instituições que faziam trabalhos relativos à defesa tiveram permissão para se conectar à ARPANET. Em 1975, existiam aproximadamente 100 sites. Os pesquisadores que mantinham a ARPANET estudaram como o crescimento alterou o modo como as pessoas usavam a rede. Anteriormente, os pesquisadores haviam presumido que manter a velocidade da ARPANET alta o suficiente seria o maior problema, mas na realidade a maior dificuldade se tornou a manutenção da comunicação entre os computadores (ou interoperação).</p>
<p>No final dos anos 1970, a ARPANET tinha crescido tanto que o seu protocolo de comutação de pacotes original, chamado de Network Control Protocol (NCP), tornou-se inadequado. Em um sistema de comutação de pacotes, os dados a serem comunicados são divididos em pequenas partes. Essas partes são identificadas de forma a mostrar de onde vieram e para onde devem ir, assim como os cartões-postais no sistema postal. Assim também como os cartões-postais, os pacotes possuem um tamanho máximo, e não são necessariamente confiáveis.</p>
<p>Os pacotes são enviados de um computador para outro até alcançarem o seu destino. Se algum deles for perdido, ele poderá ser reenviado pelo emissor original. Para eliminar retransmissões desnecessárias, o destinatário confirma o recebimento dos pacotes.</p>
<p>Depois de algumas pesquisas, a ARPANET mudou do NCP para um novo protocolo chamado TCP/IP (Transfer Control Protocol/Internet Protocol) desenvolvido em UNIX. A maior vantagem do TCP/IP era que ele permitia (o que parecia ser na época) o crescimento praticamente ilimitado da rede, além de ser fácil de implementar em uma variedade de plataformas diferentes de hardware de computador.</p>
<p>Nesse momento, a Internet é composta de aproximadamente 50.000 redes internacionais, sendo que mais ou menos a metade delas nos Estados Unidos. A partir de julho de 1995, havia mais de 6 milhões de computadores permanentemente conectados à Internet, além de muitos sistemas portáteis e de desktop que ficavam online por apenas alguns momentos. (informações obtidas no Network Wizard Internet Domain Survey, http://www.nw.com).</p>
<h4>Histórico da Internet no Brasil</h4>
<p>A história da Internet no Brasil começou bem mais tarde, só em 1991 com a RNP (Rede Nacional de Pesquisa), uma operação acadêmica subordinada ao MCT (Ministério de Ciência e Tecnologia).</p>
<p>Até hoje a RNP é o &#8220;backbone&#8221; principal e envolve instituições e centros de pesquisa (FAPESP, FAPEPJ, FAPEMIG, etc.), universidades, laboratórios, etc.</p>
<p>Em 1994, no dia 20 de dezembro é que a EMBRATEL lança o serviço experimental a fim de conhecer melhor a Internet.</p>
<p>Somente em 1995 é que foi possível, pela iniciativa do Ministério das Telecomunicações e Ministério da Ciência e Tecnologia, a abertura ao setor privado da Internet para exploração comercial da população brasileira.</p>
<p>A RNP fica responsável pela infra-estrutura básica de interconexão e informação em nível nacional, tendo controle do backbone (Coluna dorsal de uma rede, backbone representa a via principal de informações transferidas por uma rede, neste caso, a Internet).</p>
<h4>O surgimento de um Mercado Comercial</h4>
<p>No meio dos anos 80, havia um interesse suficiente em relação ao uso da Internet no setor de pesquisas, educacional e das comunidades de defesa, que justificava o estabelecimento de negócios para a fabricação de equipamentos especificamente para a implementação da Internet. Empresas tais como a Cisco Systems, a Proteon e, posteriormente, a Wellfleet (atualmente Bay Networks) e a 3Com, começaram a se interessar pela fabricação e venda de roteadores, o equivalente comercial dos gateways criados pela BNN nos primórdios da ARPANET. Só a Cisco já tornou-se um negócio de 1 bilhão de dólares.</p>
<p>A Internet está tendo um crescimento exponencial no número de redes, número de hosts e volume de tráfego.</p>
<p>Outro fator primordial que existe por trás do recente crescimento da Internet é a disponibilidade de novos serviços de diretório, indexação e pesquisa que ajudam os usuários a descobrir as informações de que precisam na imensa Internet. A maioria desses serviços surgiu em função dos esforços de pesquisa das universidades e evoluíram para serviços comerciais, entre os quais se incluem o WAIS (Wide Area Information Service), o Archie (criado no Canadá), o YAHOO, de Stanford, o The McKinley Group e o INFOSEEK, que são empresas privadas localizadas no Vale do Silício.</p>
<h4>O novo Jeito de Vender</h4>
<p>Este é um tema moderno e ao mesmo tempo tradicional envolvendo televendas e teleatendimento. A principal questão está centralizada na nova filosofia de percepção de compra eletrônica, na definição de um internauta e sua percepção de realização da compra através de um novo canal de comunicação, a Internet.</p>
<p>Para compreender a filosofia do comércio eletrônico é necessário entender o mecanismo de televendas e teleatendimento como sendo a primeira tentativa de venda &#8220;virtual&#8221; que surgiu no início da década de 80 e procura incorporar os seguintes conceitos:</p>
<p>1. Desmaterialização: substituição do movimento e contato físico por informação telefônica ou via catálogos e um contato virtual.<br />
2. Desintermediação: eliminação de um ou mais intermediários na cadeia de venda do produto.<br />
3. Grupo de afinidades: são produtos e serviços que possuem similaridades (em termo de divulgação e consumo) e que oferecem ao consumidor soluções apenas visuais, cujas características são inquestionáveis em termo de qualidade, preços e garantias.</p>
<p>Algumas empresas implementam o conceito e a infra-estrutura necessária para operar um centro de atendimento ao cliente, os chamados call-centers. Surgiram os sistemas de informação, os banco de dados, sistemas de telefonia com unidade de respostas audíveis, profissionais de teleatendimento e a interação entre comandos , dados e voz, que representa o ponto máximo de evolução do atendimento virtual.</p>
<p>Os recursos de telefonia integrados com sistemas de banco de dados aliados a uma filosofia de televendas proporcionam o início do comércio eletrônico que &#8220;acoplou&#8221; os recursos de Internet, home page, browser, servidor Web e provedor de acesso.</p>
<p>Este &#8220;mundo&#8221; virtual, com filosofias de consumo próprias ainda não claramente estabelecidas e compreendidas, envolve basicamente a facilidade de manipulação de um browser interrelacionando às necessidades do cliente e a oferta de produtos e serviços até a efetivação da compra segundo:</p>
<p><strong>Learn</strong>: Como os clientes aprendem e adquirem informações gerais e institucionais sobre a empresa? São necessariamente informações correntes e consistentes, com foco e direcionamento nas necessidades dos usuários do browser.<br />
<strong>Shop</strong>: Como os clientes consultam e escolhem as ofertas de produtos e serviços? São informações baseadas nas preferências do consumidor e na seqüência de ações no browser, auxiliando o consumidor a tomar decisões.<br />
<strong>Buy</strong>: Como os clientes efetivam as transações de compras? Trata-se da facilidade do consumidor de preencher um pedido de compra onde não existe a necessidade de um contato do tipo face a face. Essas transações são suportadas por múltiplas formas de pagamento, devendo ser ágil e livre de erros no processamento do pedido de compras.<br />
<strong>Support</strong>: Como os clientes poderão ter um suporte técnico e um serviço de atendimento no pós-vendas? Neste caso, considera-se o atendimento 24 horas por 7 dias de vital importância, e também, toda a comunicação interativa (do tipo pergunta/resposta escrita), além de contar com uma organização de processos e profissionais que identificam um problema e encaminhamento da solução com agilidade.</p>
<h4>Pontos Importantes do e-commerce</h4>
<p><strong> Merchandising</strong> – Qualquer varejista sabe que um produto bem apresentado sai mais rápido da prateleira. Na Web isso significa boas imagens, preços claros e informações completas dos produtos expostos. Também não se pode ignorar a localização dos produtos. Clientes entram nas lojas atraídos pelos produtos expostos na vitrine. Na Web, esses produtos ficam na primeira página.</p>
<p><strong> </strong><strong>Promoção </strong>- Os tradicionais anúncios em jornais, revistas ou televisão são substituídos por banners animados, e-mails ou promoções hot sell. Sempre anuncie produtos com apelo forte de venda. Então, é necessário preparar um plano de marketing e separar a verba para executá-lo.</p>
<p><strong> </strong><strong>Atendimento a Clientes </strong>- O processo de venda, virtual ou não, envolve várias etapas. Em cada uma delas há interação entre o consumidor e um funcionário da loja. Sendo assim é necessário estabelecer um canal de comunicação preciso, transparente e ágil. Caso contrário, os consumidores desaparecerão rapidamente.<br />
<strong><br />
</strong><strong> </strong><strong>Vendas</strong> &#8211; Para ter sucesso nas vendas, é necessária uma equipe de vendedores bem treinada e motivada. Na Web, isso pode ser feito com muito mais consistência e menos custo. Os produtos e serviços oferecidos devem apresentar informações detalhadas, bem como seus principais diferenciais em relação aos concorrentes, análises de jornalistas ou consumidores sobre sua qualidade e outras informações que possam ajudar o cliente a decidir a compra mais rapidamente.</p>
<p><strong> </strong><strong>Pagamento</strong> &#8211; Como a cultura de usar cartão de crédito pela Internet ainda é pouco disseminada no Brasil, é necessário oferecer formas de pagamento alternativas, como carteiras eletrônicas, depósitos identificados e cheque eletrônico pré-datado.</p>
<p><strong> </strong><strong>Pós-venda</strong>- Todo pós-venda deve estar disponível para consulta na Web, incluindo normas para troca ou devolução de produtos, dados cadastrais da rede de assistência técnica, perguntas e respostas mais freqüentes e informativos periódicos por e-mail sobre novidades, lançamentos, etc.</p>
<p><strong> </strong><strong>Segurança</strong> &#8211; O ponto mais importante do comércio eletrônico. Qualquer pessoa tem medo de comprar algo com o cartão de crédito pela Web. Por isso, não poupar recursos de segurança para tirar essa preocupação de seus clientes, é um fator importante. Isso inclui a adoção do SSL e processos de encriptação de informações nas bases de dados e comunicar claramente os clientes sobre a segurança oferecida no site.</p>
<p><strong> </strong><strong>Estoque</strong> &#8211; Para ganhar eficiência nas vendas, é importante separar fisicamente o estoque dos produtos vendidos pela Web. Mesmo assim, o tratamento gerencial deve ser igual ao de um estoque normal, com informações precisas de giro, custo e tempo de reposição.<br />
Logística – É necessário preparar-se para entregar produtos individualmente e com rapidez. E não esquecendo dos custos de transporte. Se forem muito altos, a empresa não terá clientes também.</p>
<p><strong> </strong><strong>Monitoramento </strong>- Manter sistemas de acompanhamento precisos e informatizados. Se a operação não for muito bem controlada, os custos com retrabalho de informações irão comer qualquer margem deixada pela venda dos produtos.</p>
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		<title>Como Funciona a Panela de Pressão?</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 12:23:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A água ferve normalmente a 100º C, ao nível do mar e num recipiente aberto. Qualquer que seja o tempo que a água demore para ferver nessas condições, a temperatura continuará a mesma. Se você mantiver alta a chama de gás, depois que a água já estiver fervendo, estará apenas desperdiçando gás. O que estiver [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>A água ferve normalmente a 100º C, ao nível do mar e num recipiente aberto. Qualquer que seja o tempo que a água demore para ferver nessas condições, a temperatura continuará a mesma. Se você mantiver alta a chama de gás, depois que a água já estiver fervendo, estará apenas desperdiçando gás.<span id="more-420"></span> O que estiver dentro da água levará o mesmo tempo para cozinhar. O excesso de calor produzirá apenas a evaporação mais rápida da água. É possível, entretanto, tornar a água mais quente que 100º C, aumentando a pressão. É o que fazem as panelas de pressão. Como são recipientes fechados, conservam o calor e a pressão aumenta. Nessas panelas, em vez de ferver a 100º C, a água (e o vapor) atinge temperaturas mais altas, cerca de 120º C. Evidentemente a carne, batata e feijão ou qualquer outro alimento cozinham muito mais depressa. Como o vapor exerce uma pressão considerável, as panelas possuem válvulas de segurança que funcionam quando a pressão atingir um ponto perigoso.</p>
<p align="center"><img src="http://www.vocesabia.net/wp-content/uploads/2008/03/panela22.gif" alt="panela22.gif" /></p>
<p>Na figura acima você tem um esquema de uma panela de pressão: ela tem uma tampa, vedada com uma argola de borracha; no centro da tampa há uma válvula, que é mantida fechada por um pino relativamente pesado, mas que pode movimentar-se para cima, permitindo a abertura da válvula; há também uma válvula de segurança, que só abre em situações extremas, quando a válvula central estiver entupida e houver perigo de explosão.<br />
O alimento é colocado na panela, como uma certa quantidade de água. A panela é fechada e levada ao fogo. O calor da chama aquece toda a panela, elevando a temperatura da água até que ela ferva. Como a panela é totalmente fechada, o vapor d&#8217;água que se vai formando não pode dispersar e a pressão interna da panela aumenta: torna-se maior que a pressão atmosférica.<br />
O aumento da pressão faz com que a água no interior da panela entre em ebulição, a uma temperatura acima de 100º C. A pressão do vapor d&#8217;água, porém, aumenta até certo limite. Superado esse limite, ela se torna suficientemente elevada para que o vapor levante o pino da válvula central e comece a sair da panela. A partir desse momento, a pressão do vapor se estabiliza porque é controlada pelo escapamento do vapor através da válvula. Em conseqüência, a temperatura no interior da panela também não aumenta mais.</p>
<p align="center"><img src="http://www.vocesabia.net/wp-content/uploads/2008/03/panela40.gif" alt="panela40.gif" /></p>
<p>A panela de pressão foi inventada pelo físico francês Denis Papin, que publicou em 1861 uma descrição do equipamento, denominando-o digestor. Numa reunião de cientistas da <em>Royal Society</em>, Papin demonstrou que o seu invento era capaz de reduzir ossos a gelatina comestível. Atualmente, esse recipiente é empregado não só nas tarefas domésticas, mas também nos hospitais (sob a forma de autoclaves para esterilizar material cirúrgico), na industria de papel (como digestor para cozer polpa de madeira) e nas fábricas de conservas alimentícias.<br />
No cozimento da polpa de madeira, por exemplo, a pressão obtida por um digestor possibilita reduzir as lascas até que as fibras se soltem o suficiente para fabricar o papel. Nos hospitais, as altas temperaturas das autoclaves permitem esterilização mais segura. Nas fábricas de conservas, o cozimento sob pressão garante melhor preservação dos alimentos, eliminando maior número de bactérias.</p>
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		<title>Como Funciona o Radar?</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Mar 2008 13:15:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para entender como funcionam os detectores de radar, primeiro você precisa saber exatamente o que eles estão detectando. O conceito de medir a velocidade de um veículo por meio do radar é muito simples. Um radar móvel é apenas um transmissor e receptor de rádio combinado em uma unidade. Um transmissor de rádio é um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>Para entender como funcionam os detectores de radar, primeiro você precisa saber exatamente o que eles estão detectando.<br />
O conceito de medir a velocidade de um veículo por meio do radar é muito simples. Um radar móvel é apenas um transmissor e receptor de rádio combinado em uma unidade.<br />
Um transmissor de rádio é um dispositivo que oscila uma corrente elétrica de modo que a voltagem aumente e diminua em uma determinada freqüência. Essa eletricidade gera energia eletromagnética.<span id="more-390"></span></p>
<p>Quando a corrente oscila, a energia se desloca pelo ar como uma onda eletromagnética. Um transmissor também possui um amplificador que aumenta a intensidade da energia eletromagnética e uma antena que a irradia no ar.</p>
<p>Um receptor de rádio é apenas o inverso do transmissor: ele capta as ondas eletromagnéticas através de uma antena e as converte novamente em corrente elétrica. Na essência, rádio é apenas a transmissão de ondas eletromagnéticas através do espaço.</p>
<p>Radar é o uso de ondas de rádio para detectar e monitorar diversos objetos. A função mais simples do radar é informar a distância em que se encontra um objeto. Para isso, ele emite uma onda de rádio concentrada e fica atento a algum eco. Se houver um objeto no caminho dessa onda, ele refletirá uma parte da energia eletromagnética e ela irá ricochetear de volta para o dispositivo de radar. As ondas de rádio se movem através do ar a uma velocidade constante (a velocidade da luz), sendo assim, o dispositivo de radar pode calcular a distância do objeto com base no tempo que o sinal de rádio leva para retornar.</p>
<p>O radar também pode ser usado para medir a velocidade de um objeto devido a um fenômeno chamado desvio Doppler. Como as ondas sonoras, as ondas de rádio possuem uma determinada freqüência, que corresponde ao número de oscilações por unidade de tempo. Quando o radar portátil e o carro estiverem parados, o eco terá a mesma freqüência de onda que o sinal original. Cada parte do sinal é refletida quando atinge o carro, espelhando exatamente o sinal original.</p>
<p>Mas quando o carro está se movendo, cada parte do sinal de rádio é refletida em um ponto diferente do espaço, o que altera o padrão da onda. Quando o carro se afasta do radar portátil, o segundo segmento do sinal tem que se deslocar por uma distância maior do que o primeiro segmento para alcançar o carro. Como você pode ver no diagrama abaixo, isso tem o efeito de &#8220;alongar&#8221; a onda, ou diminuir sua freqüência. Se o carro se mover na direção do radar portátil, o segundo segmento da onda se deslocará por uma distância menor do que o primeiro segmento antes de ser refletido. Como resultado, os picos e vales das ondas serão comprimidos uns contra os outros e, com isso a freqüência aumenta.</p>
<p>Com base nas alterações da freqüência, um radar portátil pode calcular quão rapidamente um carro se move em direção a ele ou para longe dele. Se o radar portátil for usado no interior de um carro de polícia, seu próprio movimento também deverá ser considerado. Por exemplo, se o carro de polícia viaja a 80 km/h e o radar detecta que o alvo se afasta a 30 km/h, este deve estar dirigindo a 110 km/h. Se o radar determina que o alvo não está se aproximando nem se afastando do carro de polícia, então o alvo está a 80 km/h.</p>
<p>Há mais de 50 anos, é desta forma que os policiais multam quem dirige acima da velocidade permitida. Recentemente, muitos departamentos acrescentaram um novo tipo de detector de velocidade que usa luz em vez de ondas de rádio.</p>
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