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	<title>Curiosidades no Você Sabia &#187; cores</title>
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	<description>Curiosidades, ciência, puzzles, passa tempos, testes de inteligência, truques, irpf, irpf 2012, download irpf 2012, medicina e muito mais.</description>
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		<title>Você Está Vendo O Que Eu Estou Vendo?</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 13:12:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvio Pessoa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[cores]]></category>
		<category><![CDATA[daltonico]]></category>

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		<description><![CDATA[Grilo na cuca Por acaso você já pensou que aquele vermelho, que você enxerga no sinal de trânsito, pode parecer diferente para a pessoa que está sentada ao seu lado, no banco do carona? Claro, ela pode também chamar aquela cor de “vermelha”, mas será que ela está vendo a mesma cor que você? E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p><strong>Grilo na cuca</strong></p>
<p>Por acaso você já pensou que aquele vermelho, que você enxerga no sinal de trânsito, <strong>pode parecer diferente</strong> para a pessoa que está sentada ao seu lado, no banco do carona? Claro, ela pode também chamar aquela cor de “vermelha”, mas será que ela está vendo <strong>a mesma cor</strong> que você? E se ela estiver <strong>vendo roxo e chamar o roxo de “vermelho”?</strong> <span id="more-2939"></span>Vocês dois vão achar que estão vendo a mesma cor, porque ambos a chamam de “vermelha”. Mas, quem garante que a <strong>sensação visual</strong> da cor é idêntica? Outro dia, em outro artigo, dissemos que <strong>uma palavra não é a coisa que ela representa;</strong> a palavra é <strong>o símbolo</strong> da coisa, mas não a coisa <strong>em si mesma.</strong> O que estamos dizendo agora é precisamente uma prova disso: duas pessoas podem concordar que a cor do farol (semáforo, sinal) é “vermelha” – estarão concordando <strong>com respeito à palavra,</strong> mas podem estar vendo <strong>cores</strong> diferentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como funciona</strong><strong></strong></p>
<p>Acontece que as cores não são percebidas através dos nossos olhos, mas sim dos <strong>nossos cérebros.</strong> No sentido literal da palavra, <strong>a cor não existe,</strong> o que existe é <strong>luz,</strong> percebida até por moluscos que não têm cérebro. Você pode identificar cada cor, mas todas elas são interpretadas pelo seu cérebro. E a luz pode ser transformada em <strong>qualquer cor</strong> pela sua mente, como é fácil verificar com as <strong>ilusões de ótica.</strong> As cores são criações do nosso cérebro, baseadas em experiências passadas. É assim que as ilusões de ótica funcionam. Porque, quando vemos uma imagem que se relaciona com uma experiência passada, o cérebro se comporta <strong>como se a imagem da ilusão de ótica fosse igualmente real.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A importância das cores</strong></p>
<p>A cor tem sido a <strong>essência</strong> da evolução. Basta pensar na relação entre os polinizadores e as flores ou nos diferentes animais que utilizam as cores para se camuflarem ou chamarem a atenção. Observe as cores das suas roupas: a <strong>moda</strong>, os <strong>cosméticos</strong> e os <strong><em>designs</em></strong> são baseados na cor. Isto quer dizer que foi a percepção da cor que moldou a nossa mente. Portanto, o <strong>fato incrível</strong> é que a cor, <strong>mesmo não existindo fisicamente,</strong> moldou toda a nossa cultura. É precisamente por essa relação com a cor que as pessoas se perguntam há séculos: <em>Você está vendo o que eu estou vendo?</em></p>
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		<title>Porque Folhas Vermelhas no Outono?</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Mar 2011 12:36:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Origem das Coisas]]></category>
		<category><![CDATA[cores]]></category>
		<category><![CDATA[estacao]]></category>
		<category><![CDATA[folhas]]></category>
		<category><![CDATA[outono]]></category>

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		<description><![CDATA[Tem curiosidade em saber por que as folhas das árvores se tornam avermelhadas antes de caírem no outono, e por que sua cor é mais viva em alguns anos? Uma pesquisa desenvolvida na Universidade de Wisconsin-Madison (EUA) propõe uma explicação simples para o fenômeno: &#8220;Os pigmentos vermelhos chamados antocianinas que se acumulam nas folhas funcionam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p align="left">Tem <a href="http://www.vocesabia.net" target="_blank">curiosidade</a> em saber por que as folhas das árvores se tornam avermelhadas antes de caírem no outono, e por que sua cor é mais viva em alguns anos?</p>
<p align="left">Uma pesquisa desenvolvida na Universidade de Wisconsin-Madison (EUA) propõe uma explicação simples para o fenômeno: &#8220;Os pigmentos vermelhos chamados antocianinas que se acumulam nas folhas funcionam como uma proteção contra a radiação solar intensa&#8221;, diz William Hoch, coordenador do estudo publicado na revista Tree Physiology. <span id="more-1814"></span></p>
<p align="left">Os pigmentos vermelhos protegem o tecido que realiza a fotossíntese. Durante o outono, as árvores reabsorvem os nutrientes das folhas; para recolher o máximo de nutrientes antes que as folhas caiam, elas precisam da energia gerada na fotossíntese. Contudo, os sistemas que participam da fotossíntese &#8212; muito utilizados no verão &#8212; também estão sendo decompostos e absorvidos no outono. Além dessa decomposição, a fotossíntese pode ser inibida ainda por uma luminosidade muito intensa.</p>
<p align="left">Por isso, logo que a reabsorção de nutrientes se inicia no outono, a concentração das antocianinas aumenta na superfície das folhas. &#8220;Esses pigmentos absorvem grande parte da luz que chega às folhas&#8221;, afirma Hoch. Dessa forma, preserva-se a limitada habilidade das árvores de produzir energia durante o outono. Além da luz abundante, baixas temperaturas e outros fatores de estresse também provocam o acúmulo das antocianinas nas folhas.</p>
<p align="left">A descoberta da equipe de Hoch confirma as observações de que as cores do outono são mais vivas em dias mais claros e nas folhas situadas na parte mais externa das árvores. &#8220;As regiões em que o outono é ensolarado e frio exibem folhas muito vermelhas nessa estação&#8221;, diz Hoch.</p>
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		<title>O mundo das cores</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 18:16:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[cores]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[enxergamos]]></category>
		<category><![CDATA[humano]]></category>
		<category><![CDATA[olho]]></category>

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		<description><![CDATA[Cor é vida. As cores nos cercam por toda parte e inundam os nossos sentidos. Não é só através da visão que as percebemos, como a princípio possa parecer, visto vivermos em um mundo essencialmente áudio-visual, onde os outros sentidos são quase esquecidos. As cores atuam também ao nível da pele, chegando a influenciar processos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p><strong>Cor é vida</strong>. As cores nos cercam por toda parte e inundam os nossos sentidos. Não é só através da visão que as percebemos, como a princípio possa parecer, visto vivermos em um mundo essencialmente áudio-visual, onde os outros sentidos são quase esquecidos. As cores atuam também ao nível da pele, chegando a influenciar processos orgânicos vitais, funções psicológicas e até pensamentos e memória. Pode-se notar como uma refeição bem variada e <strong>colorida </strong>desperta o apetite; como um ambiente <strong>azul </strong>muito escuro deprime e entristece; como as cores facilitam a assimilação de conceitos no processo de aprendizagem; até a Medicina hoje pode contar com o uso das cores como <strong>terapia auxiliar, sem se falar na própria terapia pela arte.</strong><span id="more-614"></span></p>
<p>Já no séc. XVIII Goethe dizia: “As pessoas em geral sentem grande prazer com a cor. O olho necessita dela tanto quanto da luz. Vale lembrar o rejuvenescimento que se sente, num dia nublado, ao ver o sol iluminar uma parte isolada da paisagem, tornando as cores visíveis”. Quem não se recorda desse sentimento quando, depois de tudo cinza, o sol aparece e mostra o esplendor das cores? E se surge um arco-íris, então?</p>
<p>Já é de todos conhecido que as cores frias, passivas (como os azuis e derivados) ampliam o ambiente, pois parecem recuar diante de nós, como o céu e as montanhas distantes. E que as cores quentes, ativas (amarelos e vermelhos) acolhem, estimulam ou, se usadas além da medida, chegam até a agredir, tamanha a sua vitalidade, como o sol que agride nossos olhos. Mas cada cor e cada tonalidade tem a sua dinâmica própria e sutil, com atuação em um órgão específico, em determinado aspecto da personalidade ou ainda evocando certo sentimento.</p>
<p>A cor mais próxima da luz (branco) é o <strong>amarelo</strong>. Traz consigo a natureza da claridade, possuindo por isso um aspecto sereno e levemente estimulante. Produz impressão calorosa e agradável que se transforma no oposto tão logo se suje ou perca o brilho original, como o amarelo escurecido pelo preto, que se torna um verde repulsivo. O amarelo está relacionado aos processos mentais e à memória, pois sua luz nos desperta. Não é à toa que as placas de trânsito que mais precisam chamar a atenção dos motoristas são em amarelo-ouro.</p>
<p>A cor mais próxima da escuridão (preto) é o <strong>azul</strong>. Não é estimulante como o amarelo; ao contrário, repousa e esfria, não conduzindo à ação. Sua impressão é de calma e pode chegar até à tristeza e recolhimento total, quando muito escurecido. Um ambiente totalmente azul parece bem amplo, embora vazio e frio, pois esta é uma cor que se “afasta” de nós e nos leva à introspecção.</p>
<p>A terceira das três cores ditas primárias, ou seja, cores através das quais criamos as demais, é o <strong>vermelho</strong>. Ele surge, segundo Goethe, da intensificação progressiva tanto do amarelo quanto do azul (onde não se encontra mais qualquer vestígio dessas cores). É uma cor que transita entre os dois extremos: ora tende para o lado positivo, ora para o negativo, daí a sensação de movimento que provoca. Pode dar tanto uma impressão de seriedade – um ambiente com uma grande cortina vermelho-rubi é solene – quanto uma sensação de graça e benevolência – o amor é muitas vezes representado pelo vermelho claro, diluído (o rosa). Vermelho está diretamente relacionado à vitalidade, como o sangue que alimenta nossas células ou à agressividade e movimento.</p>
<p>As demais cores secundárias, terciárias e outras derivadas, misturam as características das três primárias. O <strong>verde</strong>, por exemplo, equilíbrio perfeito entre os opostos azul e amarelo, descansa os olhos, pois resolve a polaridade luz e escuridão com harmonia; daí ser tão relaxante o contato com o verde, como o das plantas, por exemplo. O lilás ou <strong>violeta</strong> combina a calma do azul com o movimento do vermelho e é por isso uma cor inquietante, provocando um movimento dentro de nós, daí a sua relação com a espiritualidade. O <strong>laranja</strong> é uma cor quente e energética por excelência, mistura de amarelo e vermelho, e agrada imensamente crianças e povos selvagens; seu tom pastel é acolhedor e caloroso; é também a cor da pele humana, daí transmitir certa sensualidade.</p>
<p>Infinita é a gama de matizes das cores e, consequentemente, as sensações que elas nos provocam. Mas neste mundo cinza e de concreto em que vivemos hoje, o contato com as cores está cada vez mais escasso; quando acontece, são com cores artificiais, gritantes, metálicas, que mais nos agridem que alimentam. Até os nossos olhos estão fisicamente perdendo a capacidade de distinguir os tons; estão se endurecendo, como tudo em volta.</p>
<p>Deixar-se sensibilizar e se abrir para o mundo das cores, seja na contemplação de um pôr-do-sol, na observação de uma flor, na escolha de uma roupa, na pintura de um quadro, na elaboração de uma simples salada, talvez seja o meio mais simples de trazer a vida das cores para o nosso cotidiano. Assim, o mundo das cores e o movimento da alma se unificam, trazendo vitalidade onde está seco, trazendo respiração onde está parado. Portanto, viva a cor!</p>
<p>Fonte : www.psicologiaearte.com.br</p>
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