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	<title>Curiosidades no Você Sabia &#187; eua</title>
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		<title>11 de Setembro &#8211; O dia mais negro da história americana</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Sep 2011 07:36:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[10 Anos do 11 de Setembro World Trade Center em Nova York, Estados Unidos (informalmente referenciado como WTC ou Torres Gêmeas) foi um complexo de sete prédios construídos na Baixa Manhattan, projetados pelo arquiteto americano Minoru Yamasaki e pelo engenheiro Leslie Robertson e desenvolvido pelo Port Authority of New York and New Jersey. Foi iniciado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><h2><strong>10 Anos do 11 de Setembro</strong></h2>
<p>World Trade Center em Nova York, Estados Unidos (informalmente referenciado como WTC ou Torres Gêmeas) foi um complexo de sete prédios construídos na Baixa Manhattan, projetados pelo arquiteto americano Minoru Yamasaki e pelo engenheiro Leslie Robertson e desenvolvido pelo Port Authority of New York and New Jersey.</p>
<p>Foi iniciado em 1960 pela Lower Manhattan Association, criada e presidida por David Rockfeller, que tinha a idéia original de construir o center, com forte apoio do então governador de Nova York, seu irmão Nelson Rockfeller. <span id="more-682"></span></p>
<p>O World Trade Center, Nova York, como a maioria dos World Trade Centers localizados em todo o mundo, pertencia à família do World Trade Centers Association. Antes da sua destruição, Larry Silverstein, realizou o mais recente arrendamento do complexo e o alugou para o Port Authority, em Julho de 2001. O complexo, localizado no coração do centro financeiro da cidade de Nova York, tinha 1.24 milhões de m² de espaço de escritório, quase quatro por cento da totalidade dos escritórios de Manhattan.</p>
<p>Mais conhecido pelas torres gêmeas de 110 andares (101 andares utilizáveis, com oito elevadores de &#8220;serviço&#8221;, um no topo e um no lobby e outros seis indo até o andar 80) o World Trade Center foi envolvido por um incêndio em 13 de Fevereiro de 1975 e um bombardeio em 26 de Fevereiro de 1993.</p>
<p>Todos os sete edifícios originais do complexo foram destruídos num ataque terrorista no dia 11 de setembro de 2001. Três dos edifícios desabaram: One World Trade Center (1 WTC, a Torre Norte), Two World Trade Center (2 WTC, a Torre Sul), e 7 World Trade Center (7 WTC). O Marriott World Trade Center (3 WTC), foi esmagado pelo colapso do 1 WTC e 2 WTC. 4 World Trade Center (4 WTC), 5 World Trade Center (5 WTC), e 6 World Trade Center (6 WTC) foram bastante danificados e posteriormente foram demolidos. Dois edifícios que não faziam parte do complexo também foram destruídos: A Igreja Ortodoxa grega St. Nicholas foi destruída pela queda do 2 WTC, e o Deutsche Bank Building foi danificado e ambos estão atualmente em reconstrução.<br />
Veja no video todos os detalhes do ataque:<br />
<object width="425" height="344" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/wNNTcHq5Tzk&amp;hl=en&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="425" height="344" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/wNNTcHq5Tzk&amp;hl=en&amp;fs=1" allowFullScreen="true" allowfullscreen="true" /></object></p>
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		<title>Invasão do Iraque</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 11:28:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Invasão do Iraque em 2003 iniciou-se a 20 de Março através de uma aliança entre os Estados Unidos da América, Reino Unido e muitas outras nações, numa aliança conhecida como a Coalizão. A ofensiva terrestre foi iniciada a partir do Kuwait, depois de uma série de ataques aéreos com mísseis e bombas a Bagdad [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>A <strong>Invasão do Iraque em 2003</strong> iniciou-se a 20 de Março através de uma aliança entre os Estados Unidos da América, Reino Unido e muitas outras nações, numa aliança conhecida como <em>a Coalizão</em>. A ofensiva terrestre foi iniciada a partir do Kuwait, depois de uma série de ataques aéreos com mísseis e bombas a Bagdad e arredores ter aberto o caminho às tropas no terreno.</p>
<p>Os efetivos, assim como os meios materiais do exército iraquiano, haviam sofrido forte deterioração, desde a Guerra do Golfo (1991), contando então com 17 divisões do exército regular (contra as 40 que possuíam na guerra de 1991), além das seis divisões da Guarda Republicana.<span id="more-768"></span></p>
<p>Apesar de alguma resistência por parte dos iraquianos, as forças terrestres da coligação norte-americana e britânica avançaram bastante até terem um abrandamento no dia 25 de Março por falta de provisões. A 26 de Março foi aberta a frente norte de ataque com a chegada de forças aerotransportadas à região norte controlada pelos curdos.</p>
<p>Encontrando menor resistência do que a inicialmente previsto, as tropas norte-americanas, a 4 de Abril ocupam o <span class="mw-redirect">aeroporto internacional de Bagdad</span>, situado a poucos quilómetros da capital. No dia seguinte alguns tanques norte-americanos fizeram incursões no centro de Bagdade</p>
<p>Bagdá caiu a 9 de Abril e a 1 de Maio declarou o presidente norte-americano George W. Bush o fim das operações militares, dissolvendo o governo do <span class="mw-redirect">partido Ba&#8217;ath</span> de depondo o presidente Saddam Hussein. As forças da Coligação capturaram Saddam Hussein a 14 de Dezembro de 2004, dando início ao processo de transição de poderes à população iraquiana. A invasão procedeu segundo uma doutrina militar de intervenção rápida ao estilo Blitzkrieg e ao custo de apenas 173 mortos da Coligação (dos quais 33 britânicos).</p>
<p>A expressão <strong>Ocupação do Iraque</strong> refere-se ao envio de tropas norte-americanas e internacionais ao Iraque no ano de 2003, por decisão do presidente George W. Bush, dos Estados Unidos da América. O pretexto da ocupação, inicialmente, foi achar armas de destruição em massa que, supostamente, o governo iraquiano teria em estoque e que, segundo Bush, representavam um risco ao seu país, abalado desde então pelos <span class="mw-redirect">atentados terroristas de 11 de setembro de 2001</span>. O presidente Bush tomou a decisão de invadir o Iraque sem a aprovação do <span class="mw-redirect">Conselho de Segurança da ONU</span>, mas com o apoio dos então chefes de estado Silvio Berlusconi (Itália) José María Aznar (Espanha) (Durão Barroso) (Portugal) e Tony Blair (Reino Unido) . Em 2004, após 1 ano de ocupação, entretanto, o presidente Bush muda o discurso ao dizer que a ocupação faz parte da libertação de países e a promoção da Democracia e da Paz mundial. Em 2004, o presidente iraquiano Saddam Hussein é capturado e mantido preso num local não revelado. Seus filhos são mortos numa emboscada em Bagdá. Às 6 da manhã, horário de Bagdad, do dia 30 de dezembro de 2006, gerando posições contrárias de várias instituições internacionais, como a Amnistia Internacional, União Europeia e diversos outros países. Foi executado junto com dois de seus aliados, sendo um deles seu meio-irmão e recusou-se a vestir o capuz, normalmente utilizado para tal propósito. Antes de sua morte, Saddam pronunciou o nome do líder xiita iraquiano Moqtada Al Sadr.</p>
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		<title>Barack Obama</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2008 11:15:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Barack Hussein Obama II (Honolulu, 4 de agosto de 1961) é um político dos Estados Unidos da América, foi eleito  como 44º presidente de seu país, pelo Partido Democrata. Sua candidatura foi formalizada pela Convenção do Partido Democrata em 28 de agosto de 2008. É também senador pelo estado de Illinois. Obama é o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Barack Hussein Obama II</strong> (Honolulu, <span class="mw-redirect">4 de agosto</span> de 1961) é um político dos <strong>Estados Unidos</strong> da América, foi eleito  como 44º <span class="mw-redirect">presidente de seu país</span>, pelo Partido Democrata. Sua candidatura foi formalizada pela Convenção do <span class="mw-redirect">Partido Democrata</span> em <span class="mw-redirect">28 de agosto</span> de 2008. É também senador pelo <span class="mw-redirect">estado</span> de Illinois. Obama é o primeiro afro-americano a ser nomeado candidato a presidente por um dos principais partidos políticos americanos. É também o único senador afro-americano na atual legislatura.<span id="more-766"></span></p>
<p>Graduou-se em <span class="mw-redirect">Ciências Políticas</span> pela Universidade Columbia em Nova Iorque, para depois cursar Direito na <span class="mw-redirect">Universidade de Harvard</span>, graduando-se em 1991. Foi o primeiro afro-americano a ser presidente da <span class="extiw">Harvard Law Review</span>.</p>
<p>Obama atuou como líder comunitário e como advogado na defesa de direitos civis até que, em 1996, foi eleito ao Senado de Illinois (<em>Orgão integrante da Assembléia Geral de Illinois, que constitui o poder legislativo local</em>), mandato para o qual foi reeleito em 2000.</p>
<p>Entre 1992 e 2004, ensinou direito constitucional na escola de direito da Universidade de Chicago.</p>
<p>Tendo tentado, em 2000, eleger-se, sem sucesso, ao Congresso Americano, anunciou, em janeiro de 2003, sua candidatura ao Senado dos Estados Unidos. Após vitória na eleições primárias, foi escolhido como orador de honra para a Convênção Nacional do Partido Democrata em julho de 2004. Em novembro, foi eleito Senador dos Estados Unidos pelo estado de Illinois com 70% dos votos. Em <span class="mw-redirect">4 de janeiro</span> de 2005 assumiu o atual mandato, o qual tem duração até 2011.</p>
<p>Como membro da minoria democrata no período entre 2005 e 2007, ajudou a criar leis para controlar o uso de armas de fogo e para promover maior controle público sobre o uso de recursos federais. Neste período, fez viagens oficiais para o leste europeu, o oriente médio e África. Na atual legislatura, contribuiu para a adoção de leis que tratam de fraude eleitoral, da atuação de lobistas, mudança climática, terrorismo nuclear e assitência para militares americanos após o período de serviço.</p>
<h3><span class="mw-headline">Infância, formação e início da carreira</span></h3>
<p><strong>Barack Hussein Obama II</strong> nasceu em 4 de agosto de 1961 em Honolulu, no estado americano do Havaí, filho de <span class="extiw">Barack Obama, Sr.</span>, um economista <span class="mw-redirect">queniano</span>, nascido em <span class="new">Nyang’oma Kogelo</span>, distrito de Siaya, Quénia e de Ann Dunham, antropóloga americana, nascida em <span class="mw-redirect">Wichita</span>, no estado do Kansas, EUA. Seus pais conheceram-se enquanto frequentavam a Universidade do Havaí em Manoa, onde seu pai era um estudante estrangeiro.</p>
<p>Eles separam-se quando Obama tinha dois anos de idade, divorciando-se em seguida.Seu pai retornou ao Quênia, encontrando-se com o filho apenas mais uma vez antes de falecer em um acidente de automóvel em 1982, quando seu filho Obama tinha 21 anos.</p>
<p>Após o seu divórcio, Ann Duham casou-se com o indonésio Lolo Soetoro. A família mudou-se para o país natal de Soetoro em 1967, tendo Obama frequentado escolas em <span class="mw-redirect">Jakarta</span> até os dez anos de idade. Ele então retornou para Honolulu para morar com seus <span class="extiw">avós maternos</span>. Em Honolulu, frequentou a escola Punahou, desde a quinta série do ensino elementar americano, em 1971, até a graduação no ensino secundário, em 1979, com 18 anos.</p>
<p>A mãe de Obama retornou ao Havaí em 1972, quando o filho tinha 11 anos, lá permanencendo por muitos anos. Voltou à indonésia por alguns períodos para o desenvolvimento de trabalho de campo. Ela defendeu tese de doutoramento em antropologia pela Universidade do Havaí em 1992. Faleceu de cêncer nos ovários em 1995, quando Obama tinha 24 anos.</p>
<p>Já adulto, Obama admitiu ter usado cocaína, maconha e álcool durante o ensino secundário, tendo classificado, em evento na atual campanha eleitoral como seu maior erro do ponto de vista moral.</p>
<p>Após concluir o ensino secundário, com 18 anos, Barack Obama mudou-se para Los Angeles, onde estudou no Occidental College por dois anos. Ele então transferiu-se para a Universidade de Columbia, em Nova Iorque, onde graduou-se em ciência política com especialização em relações internacionais.Obama obteve o título de bacharel de artes em 1983, com 22 anos, quando foi trabalhar por um ano na empresa <span class="extiw">Business International Corporation</span>, hoje parte do grupo que publica a revista The Economist e em seguida para a organização sem fins lucrativos New York Public Interest Research Group.</p>
<p>Após quatro anos na cidade de Nova Iorque, Obama mudou-se para Chicago com 24 anos, para trabalhar como agente comunitário entre junho de 1985 a maio de 1988 como diretor da Developing Communities Project (DCP), uma associação comunitária religiosa originalmente composta por oito paróquias católicas, na região da grande Roseland (Roseland, West Pullman, e Riverdale) ao sul de Chicago. Nos seus três anos como diretor da DCP, sua equipe passou de 1 para 13 pessoas e seu orçamento anual cresceu de 70 mil dólares para 400 mil dólares, tendo conseguido, entre outros resultados, auxiliar :</p>
<ul>
<li>a criação de um programa de educação para o trabalho,</li>
<li>a criação de um programa de mentoria para a preparação para o estudo universitário, e</li>
<li>o estabelecimento de uma organização de defesa dos direitos de inquilinos na região de Altgeld Gardens, em Chicago.</li>
</ul>
<p>Obama também trabalhou como um consultor e instrutor para a fundação Gamaliel, um instituto que dá consultoria e treinamento para associações comunitárias. Em meados de 1988, com 27 anos, ele viajou pela primeira vez para a Europa, onde permaneceu por três semanas, indo em seguida ao Quênia, onde permaneceu por cinco semanas, lá encontrando-se pela primeira vez com alguns de seus parentes.</p>
<p>Obama ingressou na escola de direito de Harvard no final do mesmo ano de 1988. Ao final do seu primeiro ano na escola, foi escolhido como editor da revista <em><span class="extiw">Harvard Law Review</span></em>, em função das suas notas e de uma competição de redação. Em seu segundo ano na escola, foi escolhido presidente da revista, uma posição voluntária de tempo-integral, assumindo as responsabilidades de editor-chefe e supervisionando a equipe de 80 editores. A eleição de Obama como primeiro presidente afro-americano da revista teve ampla cobertura jornalística, sendo objeto de longas reportagem sobre ele. Ele obteve o título de doutor em direito por Harvard em 1991, com 30 anos, graduando-se com louvor. Retornou então para Chicago onde já havia trabalhado, inclusive nos períodos de férias de verão de 1989 e 1990, para os escritórios de direito <span class="extiw">Sidley &amp; Austin</span> e Hopkins &amp; Sutter, respectivamente.</p>
<p>Em 1992, casa-se com Michelle Obama.</p>
<p>A publicidade associada à sua eleição como primeiro afro-americano presidente da <em>Harvard Law Review</em> resultou em um contrato e adiantamento para que ele escrevesse um livro sobre questões relacionadas à raça. Em um esforço para contratar Obama para o seu corpo docente, a escola de direito da Universidade de Chicago ofereceu a ele uma posição em pesquisa e um escritório onde poderia trabalhar no seu livro.<br />
Ele planejara terminar o livro em um ano, no entanto a tarefa consumiu muito mais tempo à medida que evoluiu para uma livro de memórias. A fim de trabalhar sem interrupções, Obama e sua esposa, viajaram para Bali, onde passou meses escrevendo. O manuscrito foi finalmente publicado como <em><span class="extiw">Dreams from My Father</span></em> em meados de 1995, quando Obama estava com 34 anos.</p>
<p>Obama dirigiu a iniciativa <span class="extiw">Project Vote</span> em Illinois entre abril e outubro de 1992. O projeto, voltado para o registro de eleitores, contava com 10 funcionários e 700 voluntários. Ele atingiu seu objetivo de registrar 150 mil dos 400 mil afro-americanos não registrados do Estado, motivando a revista <em>Crain&#8217;s Chicago Business</em> a incluir, em 1993, Obama na sua lista de líderes promissores com menos de 40 anos.</p>
<p>Obama ensinou direito constitucional na escola de direito da Universidade de Chicago por doze anos.</p>
<p>Em 1993, Obama juntou-se à firma Davis, Miner, Barnhill &amp; Galland, um escritório de direito composto por 12 advogados especializado em casos de direitos individuais e desenvolvimento econômico de vizinhanças, atuando como advogado associado por três anos, entre 1993 e 1996. Entre 1996 a 2004 possuiu o título de <em><span class="extiw">Counsel</span>, posição de maior independência, não tendo porém atuado entre 2002 e 2004.</em></p>
<p>em 1992, Obama foi membro fundador da mesa diretora da organização sem fins lucrativos Public Allies, renunciando ao cargo antes de sua esposa tornar-se a primeira diretora executiva da Public Allies, Chicago, no início de 1993. Entre 1993 e 2002, foi membro da mesa diretora da fundação filantrópica Woods Fund of Chicago, que, em 1985, foi a primeira fundação a financiar o trabalho de Obama no DCP. Participou da mesa diretora da fundação <span class="extiw">Joyce</span> entre 1994 e 2002. Entre 1995 e 2002 atuou na mesa diretora do <span class="extiw">Chicago Annenberg Challenge</span>, tendo sido fundador e presidente. Participou também da mesa diretora das seguintes organizações: Chicago Lawyers&#8217; Committee for Civil Rights Under Law, Center for Neighborhood Technology, e Lugenia Burns Hope Center.</p>
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		<title>Crise do crédito hipotecário de alto risco</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 12:11:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A crise do crédito hipotecário de alto risco é uma crise financeira e acionária (referindo-se ao mercado de ações negociadas em bolsas de valores) desencadeada em 2006 por uma quebra dos empréstimos hipotecários de alto risco (em inglês: subprimes) nos Estados Unidos e revelada ao mundo a partir de Fevereiro de 2007, como uma crise [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p><strong>A crise do crédito hipotecário de alto risco</strong> é uma crise financeira e acionária (referindo-se ao mercado de ações negociadas em <span class="mw-redirect">bolsas de valores</span>) desencadeada em 2006 por uma quebra dos empréstimos hipotecários de alto risco (em inglês: <em>subprimes</em>) nos <span class="mw-redirect">Estados Unidos</span> e revelada ao mundo a partir de Fevereiro de 2007, como uma crise financeira mundial.</p>
<p>Os <em>subprimes</em> são créditos bancários de alto risco. Incluem desde empréstimos hipotecários até cartões de créditos e aluguéis de carros, e eram concedidos, nos Estados Unidos, a clientes sem comprovação de renda e com histórico ruim de crédito.<span id="more-717"></span></p>
<p>As taxas de concessão são pós-fixadas, isto é, são determinadas no momento do pagamento das dívidas. Por esta razão, com a disparada dos juros americanos, muitos mutuários ficaram inadimplentes, sem condições de pagar as suas dívidas aos bancos.</p>
<p>De maneira geral a crise do crédito hipotecário provocou, a partir do 18 de Julho de 2007, uma crise de confiança geral no sistema financeiro, provocando quebras nos mercados (falência de bancos comerciais e bancos de investimentos) e uma crise de liquidez bancária (falta de dinheiro disponível para saque imediato pelos correntistas do banco).</p>
<p>Mesmo bancos que não trabalhavam com os chamados &#8220;créditos podres&#8221; foram atingidos. O banco britânico Northern Rock, por exemplo, não tinha hipoteca-lixo em seus livros. Mas sua estratégia era a de pedir dinheiro emprestado a curto prazo (a cada três meses) às instituições financeiras, para emprestá-lo depois aos compradores de casas, a longo prazo (em média, vinte anos). De repente, as instituições financeiras deixaram de dar empréstimos ao Northern Rock, que, assim, no início de 2007, acabou por se tornar o primeiro banco <span class="new">britânico</span> a sofrer intervenção, desde 1860.<br />
Na seqüência, temendo que a crise tocasse a esfera da economia real os <span class="mw-redirect">Bancos Centrais</span> foram conduzidos a injetar liquidez (dinheiro) no mercado interbancário, para evitar que mais bancos quebrassem e que a crise se ampliasse em escala mundial, alimentando assim um <span class="mw-redirect">ciclo vicioso</span>.</p>
<h4><span class="mw-headline">Auge</span></h4>
<p>Em agosto e setembro de 2008, a crise, acumulada deste 2007, chegou ao auge, com a <span class="mw-redirect">estatização</span> dos gigantes do mercado de empréstimos pessoais e hipotecas &#8211; a <em>Federal National Mortgage Association</em> (FNMA), conhecida como &#8220;Fannie Mae&#8221;, e a <em>Federal Home Loan Mortgage Corporation</em> (FHLMC), apelidada de &#8220;Freddie Mac&#8221; &#8211; que estavam quebradas. Logo em seguida, veio o pedido de concordata do tradicional banco de investimentos Lehman Brothers, com mais de 150 anos de existência e um dos pilares financeiros de Wall Street, e a venda, ao Bank of America, da corretora Merrill Lynch, uma das maiores do mundo.</p>
<p>A cascata de falências e quebras de instituições financeiras provocou a maior queda do índice Dow Jones e de bolsas de valores internacionais desde os <span class="mw-redirect">atentados de 11 de setembro de 2001</span>.</p>
<p>Em <span class="mw-redirect">16 de setembro</span>, o Lehman Brothers fechou um acordo para vender partes do banco para o britânico Barclays, segundo o jornal Financial Times.</p>
<p>No mesmo dia, as ações da American International Group Inc. (AIG), a maior empresa <span class="mw-redirect">seguradora</span> dos Estados Unidos, caíram 60% na abertura do mercado. Ao longo do dia, o <span class="mw-redirect">Federal Reserve</span> tentou convencer os bancos <span class="mw-redirect">J. P. Morgan</span> e Goldman Sachs a conceder um crédito de emergência de US$ 75 bilhões para ajudar a AIG.  Enquanto isso, a Moody&#8217;s e a Standard &amp; Poor&#8217;s rebaixavam a classificação dos créditos da empresa, em razão das expectativas de novos prejuízos na área de seguros de hipotecas.</p>
<p>Segundo o analista de negócios da <span class="mw-redirect">BBC</span>, Greg Wood, um possível fracasso na operação para salvar a AIG seria duas vezes pior do que a quebra do Lehman Brothers. No entanto, segundo o <span class="mw-redirect">New York Times</span>, a AIG conseguiria rapidamente a proteção necessária para evitar a falência.</p>
<p>De fato, em <span class="mw-redirect">17 de setembro</span>, o Federal Reserve anunciou um empréstimo de US$ 85 bilhões para a AIG. Em troca, o governo assume o controle de quase 80% das ações da empresa e o gerenciamento dos negócios.</p>
<p>No Brasil, cogitou-se que o Banco Itaú viesse a absorver a filial brasileira da Merrill Lynch, e que o Unibanco pudesse vir a aumentar a sua participação na filial brasileira da AIG.</p>
<p>Em <span class="mw-redirect">29 de setembro</span>, a <span class="mw-redirect">Câmara de Representantes dos Estados Unidos</span> rejeitou o pacote de medidas de ajuda governamental ao setor financeiro, por 228 votos contra e 205 a favor. O pacote previa a liberação de recursos do Tesouro, de até US$ 700 bi, para a compra de títulos podres de crédito hipotecário. O governo ficaria com ações das instituições socorridas. As instituições financeiras seriam taxadas se o governo tivesse perdas por mais de cinco anos após a operação de salvamento.</p>
<p>Mesmo se tivesse sido aprovado, o pacote de US$ 700 bilhões, proposto pelo governo Bush, não teria dissipado as incertezas, segundo o jornal <em><span class="mw-redirect">Washington Post</span></em>. Na mesma linha, o <em><span class="mw-redirect">Wall Street Journal</span></em> avalia que o pacote não resolveria o problema fundamental da crise do setor imobiliário. Segundo o WSJ, o preço dos imóveis continuará caindo, pois <em>os principais sustentáculos do crescimento da economia &#8211; gastos dos consumidores, empresas e governo e as exportações &#8211; continuam se esfarelando (&#8230;). A demanda externa por bens americanos, que ajudou o setor industrial a evitar uma desaceleração mais profunda este ano, deve secar à medida que as maiores economias mundiais flertam com a recessão e nações de rápida expansão como China e Índia perdem o pulso.</em> Na melhor das hipótes, os analistas esperam um aumento da taxa de desemprego nos EUA, de 6,1% para 8%.</p>
<p>As análises do <em><span class="mw-redirect">New York Times</span></em> e do Financial Times, assim como as do Fundo Monetário Internacional, vão na mesma direção: a administração da crise deve consumir mais uns dois anos.</p>
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		<title>Vírus infectam computadores da Estação Espacial Internacional</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 12:44:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[da Folha Online Laptops da ISS (Estação Espacial Internacional, na sigla em inglês) foram infectados por vírus com a capacidade de furtar senhas. A informação foi confirmada pela Nasa (agência espacial norte-americana), que classificou o incidente como um &#8220;estorvo&#8221; que não prejudicou as atividades no complexo. &#8220;Essa não é a primeira vez que nós temos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><div id="articleBy">
<p>da <strong>Folha Online</strong></p>
</div>
<p>Laptops da ISS (Estação Espacial Internacional, na sigla em inglês) foram infectados por vírus com a capacidade de furtar senhas. A informação foi confirmada pela Nasa (agência espacial norte-americana), que classificou o incidente como um &#8220;estorvo&#8221; que não prejudicou as atividades no complexo.</p>
<p>&#8220;Essa não é a primeira vez que nós temos uma praga ou um vírus&#8221;, afirmou o porta-voz da agência Kelly Humphries, ao site da revista <a href="http://www.wired.com/" target="_blank">&#8220;Wired&#8221;</a>. &#8220;Não é uma ocorrência freqüente, mas não é a primeira vez&#8221;.<span id="more-660"></span></p>
<p>A ISS não tem acesso direto à internet, mas os astronautas podem receber e enviar e-mails por meio de uma rede utilizada também para transmitir dados e vídeos. Segundo a agência, os computadores infectados são utilizados para atividades básicas, como trocas de mensagens e experimentos nutricionais.</p>
<p>Segundo o site <a href="http://spaceref.com/" target="_blank">SpaceRef.com</a>, o vírus encontrado foi o W32.Gammima.AG &#8211;a praga foi detectada pela primeira vez no ano passado e pode furtar logins para acesso a games na internet. A Nasa ainda estuda as causas do problema, para impedir que ele volte a acontecer.</p>
<p>A estação, que custou aproximadamente US$ 100 bilhões, é um projeto internacional do qual participam 16 nações, e já conta com componentes da Rússia, dos Estados Unidos, do Japão, do Canadá e da União Européia. Atualmente, o complexo é habitado por três tripulantes: os russos Serguei Volkov e Oleg Kononenko e o norte-americano Greg Chamitoff.</p>
<p>Fonte: <strong>Folha Online</strong></p>
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		<title>AINDA SOBRA TROCO!!! &#8211; Divida Externa</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Feb 2008 19:15:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Brasil tem dólares suficientes para quitar sua dívida externa e ainda embolsar US$4 bi Sem a adoção de nenhuma das propostas históricas do PT para o problema (moratória, auditoria ou plebiscito), a dívida externa deixou oficialmente de ser um peso para a economia brasileira. A ação ortodoxa do Banco Central nos últimos anos, acumulando reservas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>Brasil tem dólares suficientes para quitar sua dívida externa e ainda embolsar US$4 bi</p>
<p>Sem a adoção de nenhuma das propostas históricas do PT para o problema (moratória, auditoria ou plebiscito), a dívida externa deixou oficialmente de ser um peso para a economia brasileira. A ação ortodoxa do Banco Central nos últimos anos, acumulando reservas enquanto a economia mundial se expandia, fez com que o país tenha hoje mais recursos em moeda estrangeira do que dívidas a pagar, tanto no setor público quanto na área privada.<span id="more-374"></span> O BC anunciou ontem que o país dispõe de US$187,5 bilhões em ativos. Com isso, seria possível pagar a dívida e ainda sobrariam US$4 bilhões. O ex-presidente do Banco Central Carlos Langoni diz que, com isso, torna-se mais fácil para o país obter o grau de investimento.</p>
<p>Pela primeira vez na História, o Brasil tem em caixa dólares, euros e ienes mais do que suficientes para pagar todos os débitos que os governos e as empresas mantêm no exterior. Segundo o Banco Central (BC), no mês passado o país se livrou completamente do fantasma da dívida externa &#8211; que já o levou a decretar um calote no fim dos anos 1980. Foi em janeiro que, colocando na ponta do lápis o endividamento e todos os ativos financeiros em moeda estrangeira (reservas internacionais, depósitos bancários no exterior, empréstimos concedidos ao exterior), houve uma sobra superior a US$4 bilhões. Ou seja: de devedores, passamos a credores.</p>
<p>A principal razão foi a continuidade, em janeiro, da agressiva política de acumulação de reservas do BC. Estas aumentaram em US$7,173 bilhões, para US$187,507 bilhões. Nesse período, os indicadores já disponíveis mostram que a dívida externa recuou ou permaneceu estável. Conjugados, os fatores garantiram recursos para honrar, com folga, os US$4,354 bilhões em débitos que estavam descobertos em dezembro do ano passado.</p>
<p>Em sua coluna no GLOBO em 21 de janeiro, George Vidor disse que as reservas superariam o endividamento já em fevereiro. A conquista &#8211; que teve início nos anos 1990, com a renegociação da moratória &#8211; aumentará a percepção de solidez das finanças nacionais e favorecerá a redução dos juros cobrados de União e setor privado na hora de captar recursos.</p>
<p>Mais um passo para grau de investimento</p>
<p>A demonstração de que o país tem capacidade de honrar seus compromissos pode ajudar ainda na obtenção do chamado grau de investimento (baixíssimo risco de calote) &#8211; embora este já fosse dado como certo.</p>
<p>Para Carlos Langoni, diretor do Centro de Economia Mundial da Fundação Getulio Vargas (FGV) e ex-presidente do BC, o fim da dívida externa brasileira servirá de atalho para o grau de investimento. Para ele, a &#8220;política acertada&#8221; de composição de reservas nos últimos anos foi essencial:</p>
<p>- O Brasil será o segundo país emergente do mundo, atrás só da China, a continuar atraindo investimento de longo prazo com força, mesmo com a crise financeira. Com mais dólares no Brasil, o real vai se valorizar, e a inflação vai ceder ainda mais. O dólar fraco, que vai prejudicar as exportações e criar um déficit em conta corrente, aumentará a competitividade do país, com a maior importação de bens de capital.</p>
<p>A equipe econômica comemorou a notícia. Em nota, o presidente do BC, Henrique Meirelles, destacou que o país foi bem-sucedido devido à atual política macroeconômica: &#8220;Essa melhora significa que estamos superando gradativamente um longo período caracterizado por vulnerabilidade e crises, causadas principalmente pela dificuldade em honrar o passivo externo do país&#8221;. O coordenador da Dívida Pública do Tesouro Nacional, Guilherme Pedras, ressaltou que o Brasil vai atrair mais investidores.</p>
<p>- O Brasil está muito confortável, ninguém tem dúvida disso &#8211; afirmou ao GLOBO o secretário-adjunto do Tesouro, Paulo Valle.</p>
<p>No relatório Focus especial de ontem, o BC apenas garantiu que o Brasil se tornou credor da dívida externa. Os números de janeiro só serão divulgados semana que vem. &#8220;Já se estima que esse montante (estoque da dívida) se tornará negativo em mais de US$4 bilhões, significando que, em termos líquidos, o país passou a credor externo, fato inédito em nossa história econômica&#8221;, afirma.</p>
<p>Há quase dois anos o Brasil é apontado, na prática, como credor. Desde 2006, o setor público já dispunha de dinheiro para pagar, se necessário, toda a sua dívida externa. Isso foi possível porque a União reduziu seu endividamento, quitando os débitos com o FMI e o Clube de Paris e retirando títulos como o C-Bond. E as reservas internacionais cresceram 248,5% entre o fim de 2005 (US$53,8 bilhões) e 31 de janeiro.</p>
<p>Com isso, a relação entre os débitos públicos e as reservas internacionais passou de 163% em 2005 para apenas 39% em 2007. Porém, ao ser computado o endividamento das empresas, a relação estava em dezembro em 110% &#8211; contra 557% em 2002. Faltava cobrir toda a dívida privada &#8211; o que ocorreu agora.</p>
<p>Mas a dívida não será quitada. Além de grande parte dela ser de empresas, as reservas são necessárias para uma possível crise. E os empréstimos tomados pelo governo no exterior pagam juros mais baixos, sendo mais lucrativo investir esses recursos.</p>
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		<title>Curiosidades sobre os EUA</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Dec 2007 11:43:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[eua]]></category>
		<category><![CDATA[new york]]></category>

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		<description><![CDATA[New York Em 1626, os índios venderam a Ilha de Manhattan aos holandeses por apenas US$24. Mas somente no dia 2 de fevereiro de 1665, a Ilha de Manhattan foi batizada com o nome de New York. Esse nome foi uma homenagem ao Duque de York, o novo proprietário das terras. A ilha com 34 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>New York</p>
<p>Em 1626, os índios venderam a Ilha de Manhattan aos holandeses por apenas US$24. Mas somente no dia 2 de fevereiro de 1665, a Ilha de Manhattan foi batizada com o nome de New York. Esse nome foi uma homenagem ao Duque de York, o novo proprietário das terras. A ilha com 34 quilômetros de extensão e 5 de largura, atraiu muitos imigrantes devido ao solo fértil da região.<span id="more-273"></span></p>
<p>San Francisco</p>
<p>No dia 21 de Março de 1963, após quase três décadas de atividade, a penitenciária da Ilha de Alcatraz, localizada na Baía de São Francisco, é fechada. Conhecido como o pior presídio das Américas, inaugurado em 1909, s;o se transformou em penitenciária federal 25 anos depois, quando passou a receber criminosos muito perigosos. Entre os cerca de 2000 presos que passaram por alí, todos de alta priculosidade, estão os célebres: Al Capone, gângster que viveu por cinco anos numa sala isolada do hospital da ilha, e o assaltante George Kellym que ficou 17 anos na prisão.</p>
<p>Curiosidades:</p>
<p>01 &#8211; TODO mundo que vai para os EUA engorda (isso é FATO)&#8230;. infelizmente;<br />
02 &#8211; Carta de motorista tira com 16 anos;<br />
03 &#8211; Não pode beber na rua(?);<br />
04 &#8211; Abelha gigante chamada Bumble bee;<br />
05 &#8211; Policia por toda parte;<br />
06 &#8211; Virar a direita no sinal vermelho é permitido;<br />
07 &#8211; Casas e carros dormem abertos;<br />
08 &#8211; Balada sempre acaba cedo&#8230;(2:30 am);<br />
09 &#8211; Não há frentista no posto de gasolina;<br />
10 &#8211; As estações do ano são bem definidas;<br />
11 &#8211; Você so bebe se mostrar ID (identificação);<br />
12 &#8211; Veado ou Cervo (Deer) tem por toda parte;<br />
13 &#8211; Coelho e esquilos nos jardins;<br />
14 &#8211; 2 meses de ferias escolares;<br />
15 &#8211; Água em qualquer lugar é grátis;<br />
16 &#8211; Você pode repetir sua bebida no Mc Donald&#8217;s quando quiser;<br />
17 &#8211; As praias não são tão cheias como no Brasil e também não tem aqueles camelôs vendendo coisas e gritando&#8230; OLHA O ESPETINHO DE CAMARÃO;<br />
18 &#8211; É suposto dar gorjetas (tip) em todo lugar;<br />
19 &#8211; A previsão do tempo sempre da certo;<br />
20 &#8211; As crianças são TODAS mimadas;<br />
21 &#8211; Quando o ônibus escolar PARA todos os carros de todas direções são obrigados a parar também;<br />
22 &#8211; A velocidade permitida a dirigir é super obedecida;<br />
23 &#8211; Carro é praticamente 1 por habitante;<br />
24 &#8211; Esporte é super valorizado e exigido nas escolas;<br />
25 &#8211; É normal arrotar na mesa e dizer Excuse me;<br />
26 &#8211; BARATA??? Nunca vi&#8230;.mas dizem q existe;<br />
27 &#8211; Chocolate Cookie é uma sobremesa básica, em todo lugar tem;<br />
28 &#8211; É super normal se perder nas estradas&#8230;..quem nunca se perdeu?;<br />
29 &#8211; Toda casa tem lava louca e secadora de roupas;<br />
30 &#8211; Ninguém bate palmas no parabéns;<br />
31 &#8211; Calcinhas não tem meio termo, ou é tonge (enfiada atrás) ou é gigante, como mulher maravilha;<br />
32 &#8211; Todas casas tem ar condicionado;<br />
33 &#8211; Quase todos os carros são automáticos;<br />
34 &#8211; CVS, Starbuks e 7 Eleven existem por toda parte;<br />
35 &#8211; Ninguém anda de chinelos pela casa, andam descalços ou de meias;<br />
36 &#8211; Empregados chegam de BANDO para limpar a casa;<br />
37 &#8211; As ruas não tem poste de iluminação, com exceção as avenidas;<br />
38 &#8211; Carro de bombeiro com a sirene ligada e correndo é completamente normal;<br />
39 &#8211; Rapazes de chinelo nas baladas.</p>
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