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	<title>Curiosidades no Você Sabia &#187; frio</title>
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	<description>Curiosidades, ciência, puzzles, passa tempos, testes de inteligência, truques, irpf, irpf 2012, download irpf 2012, medicina e muito mais.</description>
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		<title>Quanto frio podemos suportar? E calor?</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Aug 2011 13:37:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma aventura no deserto ou uma expedição no polo sul pode levar o corpo ao extremo. Tanto frio quanto calor são capazes de matar. O anesteseologista Alexandre Slullitel afirma que cada organismo tem um comportamento individual muito diferente, por isso, é difícil precisar a temperatura máxima ou mínima que podemos suportar. O que pode ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>Uma aventura no deserto ou uma expedição no polo sul pode levar o corpo ao extremo. Tanto <a href="http://www.vocesabia.net/curiosidades/curiosidades-sobre-o-frio/">frio</a> quanto calor são capazes de matar. O anesteseologista Alexandre Slullitel afirma que cada organismo tem um comportamento individual muito diferente, por isso, é difícil precisar a temperatura máxima ou mínima que podemos suportar.<span id="more-2786"></span> O que pode ser determinante, mais do que a temperatura em si, é o tempo de exposição. “Tudo depende da intensidade, da variação de temperatura e do tempo em que o organismo é exposto”, alerta o especialista. Os principais sintomas de quem está sofrendo hipertermia (excesso de temperatura corporal) são suor, desidratação, boca seca, pele flácida e a consequente parada do funcionamento dos órgãos. Já na situação contrária, na hipotermia, as primeiras reações do corpo são tremor e contração muscular.</p>
<p>No livro <em><strong>A Vida no Limite &#8211; A Ciência da Sobrevivência</strong></em>, a fisiologista inglesa Frances M. Aschcroft afirma que, em um ar parado de -29º C, há pouco perigo para uma pessoa adequadamente vestida. Se o vento for de meros 16 km/h, porém, a sensação térmica cai para o equivalente a -44º C e a pele congela em menos de um ou dois minutos. Já no calor, se a temperatura basal &#8211; temperatura dos tecidos do corpo e do abdômen &#8211; passar dos 42º C ocorrerá morte por insolação. No livro, há o registro de um homem que suportou 15 minutos a uma temperatura de 105º C!</p>
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		<title>O Arrepio</title>
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		<pubDate>Wed, 04 May 2011 16:21:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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		<description><![CDATA[Arrepio é uma função corporal humana em resposta ao frio. Quando a temperatura interna do corpo diminui, o reflexo de arrepio é disparado. O grupo de músculos em volta dos órgãos vitais começam a tremer em pequenos movimentos na tentativa de criar calor gastando energia. Outras respostas observadas em pessoas com frio (por exemplo, nadadores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p><strong>Arrepio</strong> é uma função corporal <span class="mw-redirect">humana</span> em resposta ao <strong>frio</strong>. Quando a temperatura interna do corpo diminui, o reflexo de <strong>arrepio </strong>é disparado. O grupo de músculos em volta dos <span class="new">órgãos vitais</span> começam a tremer em pequenos movimentos na tentativa de criar <strong>calor </strong>gastando <strong>energia</strong>.</p>
<p>Outras respostas observadas em pessoas com frio (por exemplo, nadadores saindo de uma piscina em um dia de vento frio), são <strong>dançar </strong>sem sair do lugar, abraçar a si mesmo com os braços ao redor do torso, aconchegar-se e usar <strong>isolantes térmico </strong>como toalhas.</p>
<p>O arrepio protege o corpo das baixas temperaturas. O ar é um dos melhores sistemas de isolamento térmico.</p>
<p>Em <strong>baixas temperaturas</strong>, ocorre o arrepio. Os pêlos levantados fazem com que uma camada de ar fique parada sobre a pele, funcionando como isolante térmico.<span id="more-698"></span></p>
<p>O músculo eretor do pêlo é o responsável pelo arrepio.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o corpo provoca a vasoconstrição (diminuição do calibre dos vasos que percorrem a pele), reduzindo o volume de sangue que passa por ela. Desta forma, diminui a quantidade de sangue esfriado, o que evita uma maior perda de calor do corpo.</p>
<p>Fonte: Wikipedia.org</p>
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		<title>Curiosidades Sobre o Frio</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 12:21:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
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		<description><![CDATA[O frio, por mais desagradável que possa parecer, não havendo vento exagerado, sendo farta a alimentação e apropriado o vestuário, constitue poderoso tônico para o organismo. É consíderável a baixa temperatura que é possível suportar, sem qualquer incoveniente quando são preenchidas essas condições. Ao contrário do frio, o calor mitiga a atividade humana. A força [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>O frio, por mais <strong>desagradável </strong>que possa parecer, não havendo <strong>vento exagerado</strong>, sendo farta a alimentação e apropriado o vestuário, constitue poderoso tônico para o organismo. É <strong>consíderável</strong> a baixa temperatura que é possível suportar, sem qualquer incoveniente quando são <strong>preenchidas </strong>essas <strong>condições</strong>. Ao contrário do frio, o calor <strong>mitiga </strong>a atividade humana.<span id="more-471"></span></p>
<p>A força dos raios solares é em média mais enérgica no equador e vai-se pouco a pouco enfraquecendo para os pontos que se arredam dele no sentido do polo boreal ou astral. Isto <strong>explicaria</strong>, em parte, porque o sul/sudeste do Brasil é mais desenvolvido que o norte/nordeste.</p>
<p>No Rio Grande do Sul, situado entre os paralelos <strong>27º 06&#8242; e 33º 46</strong>&#8216; de latitude <strong>sul</strong>, os raios solares são recebidos com bem menos violência em sua superfície, que nas de outros estados do Brasil, devido a sua posição <strong>geográfica</strong>, muito ao sul do trópico de capricórnio, e já muito entrada na zona temperada.</p>
<p>O <strong>clima </strong>do planalto de <strong>Santa Catarina </strong>é do tipo Cfb (clima temperado chuvoso, sem estação seca, verão ameno). Cerca de 1/3 do planalto é do tipo Cfa (clima temperado chuvoso, sem estação seca, verão quente), no oeste. O pinheiral não abrange todo o planalto. Tanto no extremo oeste como no extremo leste falta este tipo de vegetação. A cerração em certas épocas do ano é muito intensa, às vezes chegando até São Joaquim, a partir dos bordos da <strong>Serra Geral</strong> no município de Bom Jardim da Serra. Aí nesta região, temos o clima Cfblg&#8217;n (clima temperado chuvoso, sem estação seca, verão ameno, diferença entre o mês mais quente e o mais frio igual ou menor que 5,0ºC, e nevoeiros freqüentes).</p>
<p>No baixo vale do <strong>Rio </strong>do <strong>Peixe </strong>e no vale do Rio <strong>Uruguai </strong>temos um clima um pouco mais quente, ou seja, Cfalg&#8217;n (clima temperado chuvoso, sem estação seca, verão quente, e nevoeiros freqüentes). O clima deste planalto é destes dois tipos (<strong>Cfa </strong>e <strong>Cfb</strong>), apenas com suas variações conforme altitudes, latitudes e regimes de pluviosidade.</p>
<p>A estação hibernal merece especial atenção devido a importância que apresenta. É na parte oriental do planalto catarinense onde se verificam as mais baixas temperaturas do país.</p>
<p>Os dados da <strong>Estação Meteorológica </strong>de São Joaquim, situada a 1408 metros de altitude, são lamentavelmente de poucos anos. <strong>Grandes</strong> nevascas verificam-se de maio a setembro neste município. É no mês de julho que há maior número de nevadas (e, agora, de turistas !).</p>
<p>No <strong>planalto </strong>de São Joaquim as nevadas atingem grandes proporções, não sendo raras espessuras de neve superiores a 25 centímetros. Às vezes essas camadas atingem cerca de um metro de altura.</p>
<p>Com abundantes nevadas, o planalto sul catarinense é uma localidade que reproduz fielmente as paisagens européias de inverno. Na nevasca de 1912 em <strong>São</strong> <strong>Joaquim</strong>, a espessura do gelo em todo o território do município, teria ultrapassado 1 metro nas encostas. A nevasca de julho de 1957 nesse mesmo município foi muito grande, e com 9 dias ainda havia neve nas encostas úmidas e sombrias. Os pinheiros ficaram completamente tomados pela neve, provocando pela sua grande e pesada camada sobre a copada, a quebra de muitos ramos.</p>
<p>Nas matas a <strong>criação </strong>não pode entrar para abrigar-se do rigor do frio, pois os galhos estouram e caem, a ramagem dos arbustos e árvores se dobra e trama. Com isto, durante muitos anos ficam os vestígios nas matas. <strong>Pinheiros </strong>e árvores, mais ou menos tortos, muitas vezes são arrancados pelo <strong>peso </strong>da camada de neve.</p>
<p>Outro fenômeno <strong>meteorológico </strong>interessante para assinalar é a geada. É grande a resistência dos pinheiros às baixas temperaturas, pois é freqüente o termômetro chegar a 10,0º C ou mais abaixo de zero, em <strong>São</strong> <strong>Joaquim</strong>, podendo mesmo, chegar de 14,0º C &#8211; 20,0º C abaixo de zero (segundo registros não-oficiais).</p>
<p>No Estado do Paraná, o clima não é tão rigoroso como nos dois últimos estados sulinos. Mesmo assim sua agricultura tem sofrido com os efeitos das geadas.</p>
<p>O Paraná apresenta uma zona rica em chuvas. Mesmo as regiões do campo recebem de <strong>1350 </strong>a <strong>1850 </strong>mm, em média 1511,6 mm, quase a mesma quantidade de precipitaçãos das zonas das matas, precipitação esta distribuída sobre todos os meses do ano.</p>
<p>A Serra do Mar tem o máximo das chuvas no <strong>Paraná</strong>, com 3000 a 5000 mm anuais. Mas também sobre as matas pluviais tropical-subtropicais dos planaltos, as precipitações podem atingir periodicamente valores de 2500 a 3000 mm. Períodos secos, tipicamente regulares, não são abservados em outras regiões que não no norte do Paraná, onde a quantidade de chuvas no inverno sofre uma redução: 50 a 80 mm.</p>
<p>O Estado do <strong>Paraná </strong>ultrapassa, no norte, o <strong>Trópico de Capricórnio</strong>. <strong>Considerando</strong>-se a zona de <strong>iluminação </strong>que, segundo a linha divisória matemático-solar, transcorre entre 22,5º e 26,5º de latitude sul, o Estado do Paraná estende-se desde os trópicos limítrofes, ainda quentes, até a zona subtropical.</p>
<p>Encontra-se este Estado numa zona de transição entre o clima tropical das regiões altas, periodicamente secas, e o clima sempre úmido subtropical e úmido temperado. Pela divisão vertical do Estado, da zona litorânea através da Serra do Mar até os três planaltos, são observados no Paraná, igualmente, os tipos climáticos dos trópicos quentes até as zonas <strong>temperadas </strong>com geadas periódicas e neve acidental.</p>
<p>É verdade que se trata <strong>apenas </strong>de neves de poucas horas durante o dia, que dependem de raras condições de irradiação especiais com o vento sul. As geadas noturnas ocorrem particularmente nos anos ricos em chuvas <strong>hibernais</strong>; as geadas seguem principalmente aos dias chuvosos nos meses de inverno. <strong>Guarapuava</strong>, no terceiro planalto, <strong>registra </strong>até 27 dias de geada/ano.</p>
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		<title>Como Cai a Neve?</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Mar 2011 16:30:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A neve é uma forma de precipitação. Tudo começa quando o ar quente do solo, mais leve, encontra um ar mais frio acima e pode condensar o vapor d&#8217;água contido na forma de gotículas ou cristais de gelo, formando as nuvens. As gotículas ou mesmo os cristais, estando em contínuo movimento dentro de uma nuvem, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>A <strong>neve</strong> é uma forma de <strong>precipitação</strong>. Tudo começa quando o ar quente do solo,<strong> mais leve</strong>, encontra um ar mais frio acima e pode condensar o vapor d&#8217;água contido na forma de gotículas ou cristais de gelo, formando as nuvens.</p>
<p>As gotículas ou mesmo os cristais, estando em contínuo movimento dentro de uma <strong>nuvem</strong>, colidem entre si, formando gotas maiores ou aglomerados de cristais, que podem cair na forma de <strong>chuva ou neve</strong>, respectivamente, dependendo da temperatura do interior da nuvem e das condições atmosféricas durante a queda. <span id="more-1231"></span></p>
<p>A neve se forma quando, nos<strong> níveis de nuvens </strong>em que ela tem origem, a temperatura chega abaixo de 0°C, transformando o vapor d&#8217;água em cristais de gelo ou flocos.</p>
<p>E é desta forma que ela cai. Mas se a <strong>temperatura entre a nuvem </strong>e o solo estiver elevada &#8211; acima de 4°C &#8211; a neve se derreterá durante a queda e se transformará em chuva. Quando a temperatura estiver na faixa entre alguns poucos graus negativos até 4°C, a neve cairá em grandes flocos, porque os flocos menores se combinam.</p>
<p>Muito abaixo de de 0°C, os flocos são pequenos. A <strong>neve recém-caída </strong>é branca e brilhante e de alto poder refletor, enquanto a que já caiu há algum tempo apresenta um <strong>tom amarelado.</strong><br />
A neve acumulada sobre o solo conserva a temperatura dele mais elevada do que se o chão estivesse descoberto.</p>
<p>Assim, em regiões agrícolas, ela protege as raízes das plantas, evitando o congelamento. Nas regiões de montanhas, a neve é importante para manter ou engrossar o fluxo dos rios, pelo seu degelo gradual, na primavera e verão.</p>
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		<title>As Geadas</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Nov 2010 13:22:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Geada é a formação de uma camada de cristais de gelo na superfície ou na folhagem exposta devido a queda de temperatura da superfície abaixo de zero grau Celsius. A principal causa da formação de geada é a advecção de massa de ar polar. Dependendo da intensidade e da extensão da geada, o fenômeno pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p style="text-align: center;">
<p>Geada é a formação de uma camada de cristais de gelo na superfície ou na folhagem exposta devido a queda de temperatura da superfície abaixo de zero grau Celsius. A principal causa da formação de geada é a advecção de massa de ar polar. Dependendo da intensidade e da extensão da geada, o fenômeno pode causar sérios danos a agricultura, queimando e ressecando a folhagem das plantas, especialmente das hortaliças.<span id="more-478"></span></p>
<p>No Brasil</p>
<p>No Brasil meridional a ocorrência de geadas no inverno é relativamente comum nas regiões mais elevadas. A neve é fenômeno mais raro e limitado a poucas regiões situadas em altitude.</p>
<p>No município de São Joaquim (Santa Catarina) neva, em média, um dia a cada ano, com acumulação no solo. As geadas ocorrem freqüentemente durante o outono e o inverno, e até mesmo na primavera. A mínima absoluta registrada em Urubici foi de -17,8ºC, no Morro da Igreja. Na região de Taió, no alto Vale do Itajaí, todos os anos ocorrem geadas nessa época, o que garante lavouras saudáveis e boa colheita de uva na próxima safra. Com exceção das baixas áreas litorâneas, ocorrem geadas anualmente em todo o resto do estado.<br />
Geada cobrindo um parque de Curitiba.<br />
Geada cobrindo um parque de Curitiba.</p>
<p>No estado do Rio Grande do Sul também ocorrem geadas freqüentemente por praticamente todo o território com exceção das faixas litorâneas. Temperaturas negativas ocorrem com frequência durante o inverno em cidades com altitude superior a 300m, podendo chegar até -6°C. A neve ocorre em quase todos os anos.</p>
<p>No estado do Paraná, também registra-se a ocorrência de geada todos os anos, principalmente nas regiões sudoeste, centro-sul e na capital do estado, Curitiba, que é a metrópole mais fria do Brasil, onde até neva ocasionalmente. Geadas nas regiões Oeste são menos frequentes, mas costumam ocorrer pelo menos uma vez todo ano. No norte as geadas são menos frequentes, ocorrem de duas a três vezes por ano, costumam trazer prejuízos aos cafeicultores. Exemplo clássico foi a A geada negra de 1975 no Norte do Paraná de julho de 1975 que devastou todos os cafezais principalmente da região de Maringá e Londrina provocando grande recessão econômica no norte do estado.</p>
<p>Também é comum a ocorrência de geadas no estado de São Paulo e no Sul de Minas Gerais geralmente em áreas acima dos 800 metros de altitude. No estado do Rio de Janeiro e no sul do Mato Grosso do Sul sobretudo entre os meses de maio e julho.</p>
<p>Em casos extremamente raros (como as fortíssimas ondas de frio de 1955 e 1975), podem ocorrer geadas até mesmo nas áreas mais elevadas da região Centro-Oeste do Brasil (Brasília e arredores).</p>
<p>Em Portugal</p>
<p>Em Portugal continental o fenómeno da geada atinge a totalidade do território, mas afectando com diferentes intensidades no espaço e no tempo. Em média o número de geadas varia entre menos de dois dias em Sagres &#8211; que está sob forte influência maritima &#8211; e mais de cem dias nas áreas montanhosas do norte e interior centro. Quanto a localidades povoadas, destacam-se várias na região de Trás-os-Montes tais como Bragança, Chaves, Miranda do Douro ou Carrazeda de Ansiães entre outras, pela intensidade e regularidade com que são afectadas. Nas regiões mais expostas, como por exemplo o nordeste transmontano, a época de geadas inicia-se em outubro e dura até à primeira metade de maio. No litoral em localidades ao nível do mar, as geadas normalmente só acontecem nos três meses centrais do inverno: dezembro, janeiro e fevereiro.</p>
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