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	<title>Curiosidades no Você Sabia &#187; historia</title>
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		<title>Como Surgiram as Bicicletas?</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Jan 2011 11:42:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Primeiros Passos O primeiro passo no processo de evolução da bicicleta ocorreu em 1816. Nesse ano, o barão alemão Karl Friederich von Drais adaptou uma direção ao Celerífero. Junto com o primeiro guidão, apareceu a &#8220;Draisiana&#8221;, bicicleta que von Drais usou para percorrer o trajeto entre Beaun e Dijon, na França, à velocidade média de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><h4>Primeiros Passos</h4>
<p>O primeiro passo no processo de evolução da bicicleta ocorreu em 1816. Nesse ano, o barão alemão Karl Friederich von Drais adaptou uma direção ao Celerífero. Junto com o primeiro guidão, apareceu a &#8220;Draisiana&#8221;, bicicleta que von Drais usou para percorrer o trajeto entre Beaun e Dijon, na França, à velocidade média de 15 km/h, o primeiro &#8220;recorde ciclístico&#8221;. Os modelos de Drais se caracterizavam por uma série de acessórios.<span id="more-618"></span></p>
<p>Mas<strong> foi em 1820 que deu-se o grande passo da história ciclística</strong>: o escocês Kikpatrick McMillan adapta ao eixo traseiro duas bielas, ligadas por barras de ferro. Estas duas barras tinham a função de um pistão, eram acionadas pelos pés, o que provoca a avanço da roda traseira. O primeiro pedal, no entanto, surgiu em 1855, inventado pelo francês Ernest Michaux, que o instalou num veículo de duas rodas traseiras e uma dianteira; os pedais eram ligados à roda dianteira e o invento ficou conhecido como &#8220;Velocípede&#8221;.</p>
<h3>Progresso</h3>
<p>Com o crescimento do número de entusiastas, as autoridades, de Paris principalmente, por volta de 1862, são obrigadas a criar caminhos especiais para os velocípedes nos parques, para que se não se misturassem com charretes e carroças. Surgiram, assim, as primeiras ciclovias, no mesmo ano em que é divulgada a primeira estatística: <strong>Ernest Michaux consegue fabricar 142 unidades em 12 meses</strong>.</p>
<h3>Historia</h3>
<p>Estas são as principais datas da história da bicicleta:</p>
<p><strong>1790</strong> &#8211; O conde francês Mede de Sivrac idealiza o celerífero, derivado das palavras latinas celer (rápido) e fero (transporte).</p>
<p><strong>1816</strong> &#8211; O barão alemão Karl Friedrick Christian Ludwing van Sauerbroun Drais, nascido em Baden, instala o guidão no &#8220;celerífero&#8221; e cria a &#8220;draisiana”.</p>
<p><strong>1818</strong> &#8211; A 5 de abril, o barão Drais apresenta seu invento no Parque de Luxemburgo, em Paris, e meses mais tarde faz o trajeto Beaum-Dijon na velocidade média de 15 km/h.<br />
<strong>1820</strong> Draisiana Infantil (primeira infantil do Mundo)</p>
<p><strong>1840</strong> &#8211; O escocês Kirkpatrick McMillan adapta duas bielas ao eixo da roda traseira, que serviam como pedias. No entanto, havia desconforto na pedalada e dificuldade de equilíbrio.</p>
<p><strong>1855</strong> &#8211; O francês Ernest Michaux e seu filho, de apenas 14 anos de idade, adaptam pedais à roda dianteira do velocípede, veículo que tinha como grande problema o elevado peso de 45 quilos.</p>
<p><strong>1868</strong> 1ª Prova masculina com biciclos, vencida pelo inglês James Moore, Parque Saint&#8217; Cloud Paris. 1ª Prova Feminina, ocorrida no parque Bordelais, em Paris, no dia 1º de novembro.</p>
<p><strong>1875</strong> &#8211; Nasce a primeira fábrica de bicicletas do mundo, a Companhia Michaux, com 200 operários, que fabricavam cerca de 140 bicicletas por ano. Cada uma era vendida, na época por um exorbitante: 450 francos.</p>
<p><strong>1877</strong> &#8211; Rouseau apresenta um dispositivo que por meio de duas correntes multiplicava o giro da roda dianteira.</p>
<p><strong>1880</strong> &#8211; Vicent, parisiense, controi a primeira bicicleta com transmissão aplicada ao cubo da roda traseira.<br />
<strong><br />
1884</strong> &#8211; Ano cheio de acontecimentos. Na Inglaterra, Thomas Humbert inventa o quadro de quatro tubos, utilizando caixas de centro com esferas. Na Itália, o plano esportivo vai se desenvolvendo. Veloce Club de Firenze organiza a primeira corrida de bicicletas, no dia 2 de fevereiro, num circuito de 33 quilômetros. Um jovem de apenas 16 anos, van Heste Rynner, é o vencedor.</p>
<p><strong>1885</strong> &#8211; Giusepe Pasta vence a I Volta dos Bastiones, realizada em Milão, cobrindo os 11 quilómetros em 37 minutos. Nessa época, os intelectuais comentavam ser a bicicleta &#8220;mais sedutora que uma mulher&#8221;.<br />
<strong><br />
1887 </strong>- Invenção do pneu, James Boyd Dunlop, Irlanda.<br />
<strong><br />
1891 </strong>- O francês Michelin lança o pneu desmontável.</p>
<p><strong>1895</strong> &#8211; No dia 9 de outubro toda a cidade de Milão aplaude a chegada de Raffaelle Gatti, que retorna do &#8220;Tour do Círculo Polar Ártico&#8221;.</p>
<p>A partir daí, sucessivas modificações técnicas foram introduzidas na bicicleta, tais como câmbio, roda livre e tubular.</p>
<p>A roda livre foi criada para oferecer maior conforto ao ciclista em ação, permitindo interromper a pedalada especialmente em descidas, em trajetos com vento a favor e em alguns momentos de calma na corrida.</p>
<p>O tubular é constituído por um invólucro de borracha e tela de Nylon ou seda, em forma de tripa, com uma câmara de ar em seu interior e uma válvula. Esse conjunto é costurado na parte interna e protegido por uma faixa de Tecido de Algodão.</p>
<p>O câmbio velocidade, permite o aproveitamento de várias engrenagens e com isso imprimir maiores velocidades. É a última que aperfeiçoou tecnicamente a bicicleta e o fator mais importante desse progresso técnico.</p>
<p>Dessa forma, até os nossos dias, a bicicleta vem sendo aperfeiçoada, em relação aos materiais empregados, aos vários tipos relacionados com as modalidades, etc.</p>
<p>Unidos pela bike &#8211; Nasceu assim, o que imediatamente foi chamado: Ciclismo: &#8220;A máquina, que unida à maravilhosa natureza do homem ganha tempo e espaço&#8221;.</p>
<p>Foi a Inglaterra, o primeiro país que promoveu uma regulamentação ciclística, criando o &#8220;Bicicle Union&#8221;. Na Itália, a legislação sobre o ciclismo surgiu 5 anos mais tarde, com a criação da União Velocipedista Italiana.</p>
<p><strong>Em 1892</strong> na Europa foi constituída a Internacional Cyclist Association e teve sua sede em Londres, agrupando as Federações Nacionais, dos Estados Unidos, Bélgica, França, Canadá, Alemanha, Holanda, Inglaterra e Itália. Um dos primeiros atos da ICA, foi a criação dos primeiros campeonatos do Mundo, substituindo as provas até então promovidas por entidades particulares.</p>
<p>Porém, somente em 1886, graças a alguns ingleses, foram organizados os primeiros campeonatos mundiais, com boa consistência e organização mais séria, na cidade de Leicester. Em 1893 devido a uma polêmica com os órgãos italianos, se fez nascer a atual UCI, União Ciclística Internacional.</p>
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		<title>A História da Caneta Esferográfica</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 11:53:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; O jornalista húngaro Laszlo Biro conhecia bem os problemas das canetas normais e, enquanto visitava a redação de um jornal, ele teve a idéia de criar uma caneta que utiliza uma tinta de secagem rápida, em vez da tinta da Índia. Observando que a tinta do jornal saía imediatamente seca e quase nunca borrava, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>&nbsp;</p>
<p>O jornalista húngaro <strong>Laszlo Biro</strong> conhecia bem os problemas das canetas normais e, enquanto visitava a redação de um jornal, ele teve a idéia de criar uma caneta que utiliza uma tinta de secagem rápida, em vez da tinta da Índia.</p>
<p>O<strong>bservando que a tinta do jornal saía imediatamente seca e quase nunca borrava</strong>, Biro se dedicou a criar um novo tipo de instrumento de escrita que utilizasse uma tinta semelhante.</p>
<p>Para evitar que sua caneta entupisse com uma tinta espessa, propôs o uso de uma pequena esfera de metal que rolava em uma extremidade do tubo onde estava esta tinta de secagem rápida. A esfera então teria duas funções: agir como um protetor para impedir que a tinta secasse e permitir que a tinta fluísse para fora da caneta a uma velocidade controlada.<span id="more-706"></span></p>
<p>Em 1938, <strong>Biro</strong> e seu irmão <strong>Georg</strong>, que era <strong>químico</strong>, entraram com um pedido de patente junto ao Departamento Europeu de Patentes (site em inglês). <strong>Laszlo Biro</strong> teve que deixar a Hungria e recebeu a patente em Paris. Começou então a produzir os primeiros modelos comerciais, as <strong>canetas Biro</strong>. Posteriormente, o governo britânico comprou os direitos da caneta patenteada para que pudessem ser utilizadas pela tripulação da <strong>Força Aérea Real</strong>. Além de serem mais resistentes que as convencionais, <strong>as canetas esferográficas funcionam em grandes altitudes</strong> onde há menos pressão (canetas tinteiro convencionais vazavam nessas circunstâncias). Seu desempenho de sucesso para a <strong>Força Aérea Real</strong> colocou a caneta Biro sob os holofotes, e durante a Segunda Guerra Mundial, a caneta esferográfica foi amplamente utilizada pelos militares.</p>
<p>Nos <strong>Estados Unidos</strong>, a <strong>primeira caneta esferográfica</strong> de sucesso a ser produzida comercialmente, que viria a substituir a caneta tinteiro comum, foi apresentada por <strong>Milton Reynolds, em 1945</strong>. Vinha com uma pequena esfera que liberava uma tinta pesada e gelatinosa sobre o papel. As <strong>Canetas Reynolds</strong> foram divulgadas como <strong>&#8220;a primeira caneta que escreve debaixo d&#8217;água&#8221;</strong>. <strong>Reynolds</strong> vendeu 10 mil das canetas que criou logo que foram lançadas. Essas primeiras canetas eram caras (cerca de US$ 10 cada), principalmente por causa da nova tecnologia.</p>
<p>Em 1945, as primeiras canetas esferográficas acessíveis foram fabricadas quando o francês Marcel Bich desenvolveu um processo industrial de fabricação de canetas que reduzia significativamente o custo por unidade. Em 1949, Bich lançou suas canetas na Europa. Deu a elas o nome <strong>&#8220;BIC&#8221;</strong>, uma versão abreviada do seu nome que seria fácil de lembrar. Dez anos depois, a <strong>BIC</strong> vendeu suas primeiras canetas no mercado norte-americano.</p>
<p>No início, os consumidores relutavam em comprar uma caneta <strong>BIC</strong>, já que tantas outras canetas haviam sido lançadas sem sucesso no mercado dos EUA por outros fabricantes. Para acabar com essa relutância, a empresa BIC criou uma campanha em rede nacional de televisão para contar aos consumidores que esta caneta esferográfica <strong>&#8220;escreve logo de cara, sempre!&#8221; </strong>e que seu preço era de apenas US$ 0,29. A BIC também lançou anúncios de TV que mostravam as canetas sendo atiradas de rifles, amarradas a patins de gelo e até montadas sobre britadeiras. Após um ano, a concorrência forçou a queda de preços para US$ 0,10 por caneta. Hoje, a empresa <strong>BIC</strong> fabrica milhões de canetas esferográficas por dia.</p>
<p><strong>Fonte: casa.hsw.uol.com.br</strong></p>
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		<title>A História da Invenção do Avião</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 12:18:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cena: Paris, a “Cidade-Luz”, capital da França, exibindo suas aspirações e frutos de uma continuada e, ainda, efervescente Revolução Industrial e Cultural. O ano: 1906, o dia: 23 de outubro, às 16h45min; inúmeras pessoas, com os seus chapéus nas mãos, vibrando, acenando ao alto, extasiadas pelo que presenciavam, enquanto Santos Dumont cruzava, em vôo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>A cena: Paris, a “<strong>Cidade-Luz</strong>”, capital da França, exibindo suas aspirações e frutos de uma continuada e, ainda, efervescente Revolução Industrial e Cultural. O ano: <strong>1906</strong>, o dia: 23 de outubro, às <strong>16h45min</strong>; inúmeras pessoas, com os seus chapéus nas mãos, vibrando, acenando ao alto, extasiadas pelo que presenciavam, enquanto Santos Dumont cruzava, em vôo, o Campo de Bagatelle, com o seu Mais-Pesado-Que-o- Ar: o <strong>14-Bis</strong>.</p>
<p>Este relato descreve, de forma sucinta, o motivo de comemorarmos em <strong>23 de outubro</strong>, o Dia do Aviador. Porém, sua importância vai além de representar apenas a data magna da Aeronáutica &#8211; aqui entendida como a Ciência da Navegação Aérea &#8211; e da Força Aérea Brasileira. Essa data é carregada de inquestionável valor histórico; porém para desfilarmos seus motivos, torna-se imprescindível falarmos do ilustre brasileiro Alberto Santos Dumont.</p>
<p>Toda história teve início quando, aos <strong>24 anos de idade</strong>, o jovem engenheiro de formação e ascendência francesa, Dr. Henrique Dumont conheceu a jovem Francisca de Paula Santos e, se casaram, a 6 de setembro de <strong>1856</strong>, na cidade de Ouro Preto-MG.<span id="more-966"></span></p>
<p>Em<strong> 1872</strong>, o Dr. Henrique Dumont foi contratado para trabalhar na construção da Ferrovia Pedro II, posteriormente conhecida como Estrada de Ferro Central do Brasil, que ligaria o Rio de Janeiro a Minas Gerais, particularmente o trecho localizado na Serra da Mantiqueira.</p>
<p>Para não ficar longe da família, o Dr. Henrique trouxe sua esposa, os cinco filhos, instalando-se em uma casa próxima às obras, na Fazenda Cabangu, entre os Distritos de João Ayres e João Gomes; local onde nasceu, a 20 de julho de <strong>1873</strong>, data em que o Dr. Henrique completava seus 41 anos, o sexto, dos oito filhos do casal, batizado como Alberto Santos Dumont.</p>
<p>Concluída as obras em<strong> 1875</strong>, a família Dumont mudou-se para a cidade de Valença-RJ e, posteriormente, em 1879, para Ribeirão Preto-SP, onde se estabeleceu na Fazenda Arindeúva, ocupando-se com plantio e beneficiamento de café, através da empresa Dumont Coffee Company.</p>
<p>Em 1891, Santos Dumont viajou com seus pais para Paris. Os dez últimos anos do <strong>século XX</strong> foram marcados por inúmeras evoluções tecnológicas, como o gramofone, a linotipia, a turbina a gás, o cinema e o cinerama.</p>
<p>O motor a gasolina, ou seja, de explosão, também conhecido como motor de <strong>combustão interna</strong>, era a sensação do momento, fazia o maior sucesso e, devido a isto, exposições da época mostravam-no em múltiplas versões e funcionando sob os mais variados princípios. Ao visitar uma dessas exposições, o então jovem Santos Dumont ficou fascinado, pois sempre se viu interessado em entender aquele mecanismo.</p>
<p>A família<strong> Dumont</strong> voltou para o Brasil e, juntamente, <strong>Alberto</strong>, mas não para ficar muito tempo, pois tinha em mente uma séria de idéias e concluíra que Paris seria o local ideal para colocá-las em prática.</p>
<p>Seu pai, que além de engenheiro era fazendeiro e abastado cafeicultor, fez todo o possível para facilitar o empreendimento do filho. Além de emancipá-lo com apenas 18 anos, deu-lhe, antecipadamente, sua herança, composta de ações e títulos de renda que lhe permitiram viver folgadamente e financiar, sem ajuda de terceiros, todas as suas experiências.</p>
<p>Em<strong> 1892</strong>, <strong>Santos Dumont</strong> voltou para Paris, disposto a aprender tudo sobre Mecânica e, em especial, sobre motores a explosão, objetivando colocar em prática um plano que vinha articulando desde criança.</p>
<p>Embora não primasse pela originalidade, o projeto era arrojado: consistia em criar um aparelho que permitisse ao homem voar, controlando o seu próprio curso.</p>
<p>Podemos acrescentar que, a passagem do século XIX, até, aproximadamente, os dez primeiros anos do século XX, marcou Paris com uma idéia e vontade fixa de grande parte da população: voar! Várias pessoas tentaram a proeza e tiveram um resultado final funesto, outras, com melhor sorte, apenas não obtiveram os resultados esperados. Muitos continuaram a tentar das mais diferentes maneiras.</p>
<p>Mas, até então, ninguém havia conseguido alçar vôo por seus próprios meios, manter-se no ar e, depois, retornar ao solo num aparelho dirigível, e era isso que Santos Dumont pretendia.</p>
<p>Na realidade, o projeto de Santos Dumont não era novo, pois já existiam balões.</p>
<p>Quando ainda menino, em Ribeirão Preto-SP, ele já ficava intrigado com os Sanhaços e Tico-Ticos que pousavam em seu quintal e depois ganhavam o ar, novamente, com a maior tranqüilidade, afinal &#8211; pensava ele – “as aves são pesadas e, se elas conseguem voar, por que não o homem?”.</p>
<h4>EXPERIÊNCIAS INICIAIS</h4>
<p>O primeiro balão construído por Santos Dumont não tinha motor, dependia do vento para deslocarse, mas acrescentou muito, no que tange o emprego de materiais, até então nunca utilizados. Ao vê-lo, houve muitos parisienses duvidaram do bom senso de Santos Dumont. O balão “Brasil”, como foi batizado, era diferente dos outros modelos conhecidos, tinha o formato esférico e um invólucro com diâmetro inferior a 5 metros, com capacidade para 113 m3 de gás; seu peso era de 15 kg e, a rede, que em outros balões chegava a pesar 50 kg, no “Brasil” não passava de 1.800 gramas; a barquinha, que geralmente pesava mais de 30 kg em outros balões, agora limitava-se a 6 kg, e como não bastasse toda essa economia de peso, até a âncora foi substituída por um arpão de ferro.</p>
<p>Mesmo com todas as previsões pessimistas, por ocasião de seu primeiro vôo, o menor aeróstato do mundo ganhou altura valentemente, provando que Santos Dumont, embora estreante, sabia muito bem o que fazia em matéria de construção aeronáutica. O sucesso do “Brasil” foi somente o primeiro passo. A dirigibilidade dos balões era o que realmente interessava a Santos Dumont; porém, para chegar a ela, teria que utilizar balões com propulsão própria.</p>
<p>Santos Dumont aprofundou seus estudos, concentrando-se, principalmente, em Mecânica e em motor de combustão interna, pelo qual se viu impressionado à primeira vista, tornando-o objeto constante de suas pesquisas, na busca de um motor ideal para propelir um veículo aéreo, com as seguintes características: pouco peso, muita força e o uso de combustível líquido, por ser mais fácil de ser transportado. O objetivo foi alcançado em 1897, quando construiu um motor de dois cilindros e o adaptou a um triciclo.</p>
<p>Depois de muitos estudos e planejamento, mandou construir um balão que foi batizado como “Santos Dumont Nº 1”, o primeiro de uma série de balões com a forma de “charutos voadores motorizados”. O número foi colocado propositadamente, para diferenciá-lo dos outros que certamente viriam, com inclusão de outras melhorias técnicas.</p>
<p>O novo balão foi criticado pelos especialistas da época. Segundo comentários, a seda japonesa utilizada na confecção do invólucro não era um material adequado para ser inflado com hidrogênio, um gás altamente explosivo. Além disso, instalar um motor a gasolina debaixo de um balão construído desta forma seria um verdadeiro suicídio, pois os gases quentes do escapamento fatalmente incendiariam o invólucro, fazendo explodir o hidrogênio.</p>
<p>Mais uma vez Santos Dumont estava certo. A 20 de setembro de 1898, depois de uma tentativa frustrada, o brasileiro pioneiro da aviação subiu aos céus e alcançou a altura de 400 metros, no comando do peculiar veículo que concebera. Ao pousar no mesmo ponto de onde partiu, deu prova definitiva que é possível impulsionar e dirigir uma embarcação aérea, mesmo contra o vento, em condições de absoluta segurança. Estava concluída mais uma etapa da conquista dos ares, a Ciência da Navegação Aérea.</p>
<p>Aberto o caminho, faltava explorá-lo, e Santos Dumont lançou-se com afinco à tarefa, construindo um balão após outro e realizando com eles, toda sorte de experiências, as quais lhe permitiram desvendar, gradualmente, os mistérios da navegação em veículos mais-leves-que-o-ar.</p>
<p>A cada novo balão que construía, Santos Dumont acrescentava aperfeiçoamentos, cuja falta se fizeram sentir no modelo anterior e, assim, os seus aparelhos iam se tornando cada vez mais funcionais e seguros.</p>
<p>No ano de 1900, o milionário francês Henri Deustsch de la Meurth, entusiasta e mecenas da aviação, lançou um desafio aos construtores de dirigíveis: quem conseguisse partir do Campo de Saint-Cloud, fazer a volta em torno da Torre Eiffel e retornar ao local de partida, no prazo de trinta minutos, sem tocar ano solo, faria jus a um prêmio 125.000 francos.</p>
<p>Pilotando o seu mais recente balão, o “Nº 6”, Santos Dumont levantou vôo do Campo de Saint- Cloud, a 19 de outubro de 1901, em disputa do prêmio que recebeu o nome de seu idealizador: Deustsch.</p>
<p>Antes do fim do prazo estipulado estava de volta. Dos 125.000 francos, distribuiu 50.000 entre os seus mecânicos e auxiliares. A outra parte, 75.000, foi entregue à polícia parisiense para ajudar os necessitados; ao autor da façanha coube, apenas, a satisfação de ter demonstrado, diante de uma assistência oficial, que o dirigível era um veículo perfeitamente manejável e seguro. Ainda, por ocasião deste feito, somou-se um outro prêmio, conferido a Santos Dumont pelo governo do Brasil, constituído de uma medalha de ouro assinada pelo então Presidente da República (1898-1902), Dr. Manoel Ferraz de Campos Sales (1841-1913); acompanhada do prêmio, em espécie, de 100 contos de réis, equivalente, na época, a 125.000 francos.</p>
<p>Depois do “Nº 6”, Santos Dumont construiu vários outros balões: o “Nº 7”. Projetado e construído exclusivamente para corridas, era uma obra-prima de elegância: delgado, esguio, alcançava a velocidade de 80 km/h; entretanto, nunca chegou a competir, pois não apareceram concorrentes com disposição e capacidade para enfrentá-lo.</p>
<p>O “Nº 8” não existiu, pois Santos Dumont era bastante supersticioso, e evitava este número devido ao acidente ocorrido com o dirigível “Nº 5”, no dia 8 de agosto (oitavo mês do ano); então, em decorrência disto, saltou do 7 para o “Nº 9”.</p>
<p>O dirigível “Nº 9”, conferiu a Santos Dumont grande popularidade, pois abandonou sua antiga regra de segurança, passando a transportar pessoas de um lado para outro de Paris. Este gesto simpático, aliado à sua acanhada compleição física (1,50 m de altura e 50 kg), tornou-o carinhosamente conhecido como “Le Petit Santos”.</p>
<p>Para não ter de esvaziar os seus dirigíveis após cada vôo, em 1905 projetou e mandou construir um grande hangar, em Neuilly, Paris, que foi, aliás, o primeiro do mundo, onde recolhia seus “charutos voadores”, até a experiência seguinte, economizando tempo e dinheiro a ser gasto, com hidrogênio, para inflá-lo novamente.</p>
<p>O sucesso alcançado pelo “Nº 9” no transporte de pessoas, levou-o a projetar e construir um dirigível especialmente destinado para este fim. Surgiu, assim, o “Nº 10”, maior que todos os anteriores e chamado pelo próprio Santos Dumont de dirigível “Omnibus”. Seu invólucro tinha capacidade vinte vezes maior que a do primeiro balão, o “Brasil”, mas a potência de seu motor não ultrapassava 25 cavalos de força.</p>
<p>Já convicto da superioridade do veículo mais-pesado-que-o-ar sobre o balão dirigível, assim como todos os aeronautas da época, Santos Dumont passou a estudar a constituição física dos pássaros, o formato dos seus corpos e os movimentos que as aves faziam durante o vôo.</p>
<h4>O 14-BIS</h4>
<p>Depois de empreender catorze projetos, alguns não tendo apresentado os resultados esperados, além de passar dezenas de horas em vôo, Santos Dumont concluiu que os aeróstatos &#8211; forma genérica que designava os balões e os dirigíveis &#8211; eram lentos demais e, que para vencer a resistência do ar e voar mais depressa, teria que criar um aparelho mais pesado que o ar.</p>
<p>Então, Santos Dumont assim o fez: planejou, construiu o seu “Mais-Pesado-Que-o-Ar” e iniciou uma série de testes, que incluíram verificação de eficiência, comportamento no ar e estabilidade, feito por intermédio de um cabo de aço esticado entre dois postes e, após içar seu engenho, fê-lo deslizar sobre aquele, puxado por dois burrinhos.</p>
<p>Cauteloso e prudente que era, Santos Dumont não quis levantar vôo, correndo riscos; entretanto, apesar de suas limitações, o balão ainda era o meio de transporte aéreo mais seguro que existia, de modo que o inventor aproveitou esta qualidade num aparelho misto, apenas para fins experimentais. Consistia no conjunto composto pelo dirigível “Nº 14”, ao qual foi atrelado o seu novo engenho, uma aeronave feita de bambu, com ligas, interseções e cantoneiras de alumínio, revestimento de seda japonesa e, com as seguintes medidas: 11,5 metros de envergadura (medida das asas, tomada de uma ponta à outra), 10 metros de comprimento e 290 kg. Este conjunto foi denominado pelos amigos e pessoas que costumavam assistir às experiências de Santos Dumont, de 14-Bis.</p>
<p>Mesmo tendo em mente o caráter provisório do conjunto, Santos Dumont o manteve, pois enquanto o balão “Nº 14” erguia o aeroplano, evitava acidentes e protegia de possíveis falhas durante a decolagem, aterrissagem e o mantinha no ar, permitindo que fossem realizados os testes de comportamento em vôo, sem riscos de queda.</p>
<p>Em julho de 1906, o aeroplano de Santos Dumont foi emancipado do balão “Nº 14”, porém seu nome permaneceu: 14-Bis; ocorrendo após isto, seus primeiros testes. Pouco depois, seu construtor o inscreveu para disputar o Prêmio Archdeacom.</p>
<p>Ernest Archdeacom, aficionado da aviação, estabeleceu um prêmio, no valor de 3.000 francos para o piloto que conseguisse voar 25 metros, com um aparelho mais-pesado-que-o-ar. O Aeroclube da França acrescentou mais 1.500 francos, como prêmio, para o piloto que conseguisse cobrir a distância de 100 metros em vôo.</p>
<p>Ficou estabelecida a manhã do dia 23 de outubro de 1906, para a realização da prova do concurso.</p>
<p>Apenas Santos Dumont se apresentou, juntamente com o seu 14-Bis; porém, como o aeroplano teve problemas de ordem mecânica em seu trem-de-pouso, nos momentos que antecederam a prova; esta foi adiada para a parte da tarde e, até lá, Santos Dumont empreendeu todos os seus esforços nos reparos de seu avião, não parando nem mesmo para almoçar.</p>
<p>Chegada a tarde e, já tendo executado os ajustes necessários, Santos Dumont e o 14-Bis, realizaram o feito. Grande multidão que se encontrava no Campo de Bagatelle, assistiu à conquista do Prêmio Archdeacom, quando o 14-Bis, depois de tomar embalo e percorrer, em vôo, 60 metros a 80 centímetros do solo.</p>
<p>Era a primeira vez, diante de uma comissão oficialmente constituída &#8211; a Comissão Fiscalizadora do Aeroclube da França &#8211; que um aparelho mais-pesado-que-o-ar se elevava do solo e tornava a descer, depois de ter cumprir um percurso previamente determinado, sem recorrer a outros meios, além de sua própria força motriz.</p>
<p>A imprensa mundial aclamou a vitória do brasileiro e, a partir de então, Santos Dumont tornou-se tema de noticiários e comentários em toda a Europa. Logo, porém, apareceram descrentes de sua façanha, alegando ter sido, o vôo do 14-Bis, um “salto”. A estes, Alberto Santos Dumont respondeu no mês seguinte, a 12 de novembro, ao conquistar, também, o prêmio oferecido pelo Aeroclube da França e, desta vez, não deixou margem para dúvidas: dos seus 24 cavalos de seu motorzinho, o 14-Bis cruzou, novamente, no céu, a distância de 220 metros, erguendo-se à altura de 6 metros. Inaugurando assim, de forma inequívoca e definitiva, a Centenária Era da Aviação.</p>
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		<title>The Jackson 5</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 11:24:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[The Jackson 5 (também chamados de The Jackson Five, The Jackson 5ive e The Jacksons) foi um grupo musical dos Estados Unidos. O grupo era formado por Michael Jackson e os demais integrantes da Família Jackson, seus irmãos Jackie, Tito, Jermaine e Marlon, posteriormente incluindo Randy. Historia A banda conseguiu logo um grande sucesso com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p><strong>The Jackson 5 </strong>(também chamados de The Jackson Five, The Jackson 5ive e The Jacksons) foi um grupo musical dos <strong>Estados Unidos</strong>. O grupo era formado por Michael Jackson e os demais integrantes da Família Jackson, seus irmãos<strong> Jackie, Tito, Jermaine e Marlon</strong>, posteriormente incluindo <strong>Randy.</strong></p>
<h4>Historia</h4>
<p>A banda conseguiu logo um grande sucesso com as suas <strong>4 primeiras musicas</strong> <strong>(&#8220;I Want You Back&#8221;, &#8220;ABC&#8221;, &#8220;The love you save&#8221; e I&#8217;ll be there)</strong> a alcançarem o topo das paradas americanas e top 10 em muitos países do mundo. O Jackson Five fazia grandes performances e encantavam o público em geral, principalmente por serem tão novos, com suas músicas de estilos variados sendo apresentadas de forma brilhante pelo grupo. <span id="more-1633"></span></p>
<p>Foi no grupo que <strong>Michael Jackson </strong>começou a se destacar como dançarino e cantor. Esses garotos tão novos cantavam musícas que falavam de relacionamentos amorosos que, por isso, provavelmente não entendiam direito o que cantavam. As vendas do grupo em singles e álbuns, incluindo <strong>coletâneas</strong>, podem chegar a 100 milhões de discos vendidos em todo o mundo.</p>
<p>Joseph organizou<strong> Jackie, Tito, Jermaine </strong>e dois outros jovens vizinhos, <strong>Milford Hite</strong> (na bateria) e <strong>Reynaud Jones</strong> (nos teclados) em um número chamado<strong> The Jackson Brothers</strong> (Os Irmãos Jackson) em <strong>1962</strong>. Em dois anos, Michael e seu irmão mais velho Marlon começaram a tocar atabaque e pandeiro, respectivamente. Em 1966, <strong>Michael </strong>tornou-se o vocalista principal do grupo. Ele tinha então oito anos de idade.</p>
<h4>O Sucesso da Motown</h4>
<p>Com Michael à frente, o grupo começou a excursionar fazendo apresentações e venceu um concurso para amadores no Harlem, em Nova York. Os Jackson assinaram seu primeiro contrato de gravação com a Steeltown, uma gravadora local, em 1967, e tiveram seu primeiro sucesso regional com a canção Big Boy em<strong> 1968.</strong></p>
<p>Os Jackson 5 foram descobertos por dois grupos musicais da época, Gladys Knight &amp; the Pips e Bobby Taylor &amp; the Vancouvers, que os levaram para a gravadora Motown em <strong>1968.</strong> <strong>Berry Gordy</strong>, chefe da Motown, comprou o contrato da gravadora Steeltown e assinou com os Jackson em março de <strong>1969</strong>. Berry Gordy levou os Jackson para a cidade de Los Angeles e os transformou em astros mundiais. Ainda em 1969 os Jackson Five foram apresentados ao grande público por Diana Ross, e foram oficialmente lançados como a próxima grande atração da Motown.</p>
<p>Os primeiros quatro singles do grupo,<strong> I Want You Back e ABC de 1969</strong>, e The Love You Save e I&#8217;ll Be There de 1970, todos tornaram-se primeiro lugar nas paradas dos Estados Unidos. Outros sucessos incluem Mama&#8217;s Pearl e Never Can Say Goodbye de 1971, Lookin&#8217; Through the Windows de 1972, <strong>Get It Together de 1973</strong> e Dancing Machine de 1974.</p>
<p>O<strong>s Jackson 5 </strong>gravaram catorze álbuns para a Motown, e Michael, Jermaine e Jackie ainda gravaram álbuns solo como parte da &#8220;franquia&#8221; Jackson Five. Muitos dos sucessos dos Jackson Five foram produzidos por produtores da Motown – Berry Gordy, Freddie Perren, Alphonzo Mizell, Deke Richards e Hal Davis.</p>
<h4>A saída para a Epic</h4>
<p>A banda teve um sucesso muito grande, mas a falta de interesse e liberdade para o grupo fazer suas próprias musícas por parte da Motown fez o grupo, com exceção de Jermaine, sair da gravadora e assinar um contrato com a <strong>EPIC</strong>. Depois disso o grupo passou a se chamar The Jacksons.</p>
<p>Em <strong>1975</strong> os irmãos Jackson assinaram um novo contrato com a <strong>CBS Records</strong>, indo para a divisão Philadelphia International e pouco tempo depois foram para a Epic Records. O novo negócio com a CBS rendeu bons lucros e liberdade de criação, coisas que eles não tinham muito na Motown. Ao saber que os Jackson Five haviam assinado um contrato com outra gravadora, a Motown rescindiu o contrato ficando com os direitos sobre o nome e o logotipo do grupo. Além disso, Jermaine, que havia casado com <strong>Hazel</strong>, filha de Berry <strong>Gordy</strong>, optou por permanecer na Motown para seguir carreira solo.</p>
<p>Agora como The Jacksons e o irmão mais novo, <strong>Randy</strong>, no lugar de<strong> Jermaine</strong>, os irmãos continuaram sua carreira de sucesso, fazendo turnês internacionais e gravando seis álbuns entre 1976 e 1984. Hits desse período incluem Enjoy Yourself e Show You The Way To Go de 1976, Blame It on the Boogie de 1977, <strong>Shake Your Body</strong> (Down to the Ground) de 1978 e Can You Feel It e &#8216;This Place Hotel de 1980.</p>
<p>O grupo The Jacksons gravaria o álbum<strong> &#8220;The Jacksons Live&#8221; </strong>em 1981 e depois fez uma paragem. Jermaine regressou para a gravação e turnê do álbum Victory de 1984. Michael Jackson e Mick Jagger participam na música State Of Shock que foi o maior êxito desse disco.</p>
<p>No final da década, <strong>Michael e Marlon</strong> não eram mais membros do grupo, que acabou em<strong> 1990</strong>. O grupo ainda lançou, em<strong> 1989</strong>, o álbum <strong>&#8220;2300 Jackson Street&#8221;,</strong></p>
<h4>Suposto retorno</h4>
<p>Rumores de que o grupo se reuniria novamente, com a participação de Michael, chegaram a circular pela imprensa em <strong>2005</strong>. Em novembro de <strong>2007,</strong> Jermaine teria declarado ao canal <strong>BBC 6 Music</strong> que o grupo estava gravando novo material e que até poderiam sair em turnê em 2008.</p>
<p>Fonte: Wikipedia</p>
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		<title>Universal Serial Bus</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Nov 2008 11:03:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A grande maioria das pessoas têm ou ja devem ter visto um cabo USB dando sopa pela casa. Mas você sabe como esse instrumento que facilita tanto a vida das pessoas surgiu? Continue lendo a postagem a seguir. Universal Serial Bus (USB) é um tipo de conexão Plug and Play que permite a conexão de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>A grande maioria das pessoas têm ou ja devem ter visto um cabo USB dando sopa pela casa. Mas você sabe como esse instrumento que facilita tanto a vida das pessoas surgiu? Continue lendo a postagem a seguir.</p>
<p><strong>Universal Serial Bus</strong> (<strong>USB</strong>) é um tipo de conexão <em>Plug and Play</em> que permite a conexão de periféricos sem a necessidade de desligar o computador.<span id="more-762"></span></p>
<p>Antigamente instalar <span class="mw-redirect">periféricos</span> em um computador obrigava o usuário a abrir a maquina, o que para a maioria era uma tarefa quase impossível pela quantidade de conexões internas que muitas vezes eram feita através de testes perigosos para o computador, sem falar que na maioria das vezes seria preciso configurar jumpers e interrupções <span class="mw-redirect">IRQs</span>, tarefa difícil até para profissionais da área.</p>
<p>O surgimento padrão PnP (<em>Plug and Play</em>) diminuiu toda a complicação existente na configuração desses dispositivos. O objetivo do padrão PnP foi tornar o usuário sem experiência, capaz de instalar um novo periférico e usá-lo imediatamente sem mais delongas. Mas esse padrão ainda era suscetível à falhas, o que causava dificuldades para alguns usuários.</p>
<p>O USB <em>Implementers Forum</em> foi concebido na óptica do conceito de <em>Plug and Play</em>, revolucionário na altura da expansão dos computadores pessoais, feito sobre um barramento que adota um tipo de conector que deve ser comum a todos os aparelhos que o usarem, assim tornando fácil a instalação de periféricos que adotassem essa tecnologia e diminuiu o esforço de concepção de periféricos, no que diz respeito ao suporte por parte dos <span class="mw-redirect">sistemas operacionais</span> (SO) e hardware. Assim, surgiu um padrão que permite ao SO e à placa-mãe diferenciar, transparentemente:</p>
<ul>
<li>A classe do equipamento (dispositivo de armazenamento, placa de rede, placa de som, etc);</li>
<li>As necessidades de alimentação elétrica do dispositivo a uma distancia de ate 5 metros sem a necessidade de outro equipamento, caso este não disponha de alimentação própria;</li>
<li>As necessidades de largura de banda (para um dispositivo de vídeo, serão muito superiores às de um teclado, por exemplo);</li>
<li>As necessidades de latência máxima;</li>
<li>Eventuais modos de operação internos ao dispositivo (por exemplo, <span class="mw-redirect">máquina digital</span> pode operar, geralmente, como uma webcam ou como um dispositivo de armazenamento &#8211; para transferir as imagens).</li>
</ul>
<p>Ainda, foi projetado de maneira que possam ser ligados vários periféricos pelo mesmo <em>canal</em> (i.e., porta USB). Assim, mediante uma topologia em árvore, é possível ligar até 127 dispositivos a uma única porta do computador, utilizando, para a derivação, hubs especialmente concebidos, ou se por exemplo as impressoras ou outro periféricos existentes hoje tivessem uma entrada e saida usb, poderíamos ligar estes como uma corrente de até 127 dispositivos, um ligado ao outro, os quais o computador gerenciaria sem nenhum problema, levando em conta o tráfego requerido e velocidade das informação solicitadas pelo sistema. Estes dispositivos especiais (os hub&#8217;s anteriormente citados) &#8211; estes também dispositivos USB, com <em>classe</em> específica -, são responsáveis pela gestão da sua sub-árvore e cooperação com os nós acima (o computador ou outros hubs). Esta funcionalidade foi adaptada da vasta experiência em redes de <em>bus</em>, como o Ethernet &#8211; o computador apenas encaminhará os pacotes USB (unidade de comunicação do protocolo, ou <strong>URB</strong>, do inglês <em>Uniform Request Block</em>) para uma das portas, e o pacote transitará pelo bus até ao destino, encaminhado pelos hubs intermediários.</p>
<h4>Concepção</h4>
<p>O padrão USB foi desenvolvido por um consórcio de empresas, entre as quais destacam-se: Microsoft, <span class="mw-redirect">Apple</span>, Hewlett-Packard, NEC, <span class="mw-redirect">Intel</span> e Agere.</p>
<p>Foi muito difícil para estas empresas encontrar um consenso sobre a abordagem do controlador. Dividiram-se então as opiniões, formando dois grupos distintos:</p>
<ul>
<li><strong>UHCI</strong>, <em>Universal Host Controller Interface</em>, apoiado majoritariamente pela <span class="mw-redirect">Intel</span>, que transferia parte do processamento do protocolo para o software (<em>driver</em>), simplificando o controlador eletrônico;</li>
<li><strong>OHCI</strong>, <em>Open Host Controller Interface</em>, apoiado pela Compaq, Microsoft e National Semiconductor, que transferia a maior parte do esforço para o controlador eletrônico, simplificando o controlador lógico (driver).</li>
</ul>
<p>Isto gerou algumas incompatibilidades e lançou a ameaça de dispersão do padrão. Pela experiência anterior em casos de adaptação de padrões (como o caso das extensões individualistas do HTML da Microsoft e da Netscape à versão 3 deste protocolo que, frequentemente, quebrava a compatibilidade entre <em>site</em>s), agora podia-se confirmar a desvantagem de não se conseguir a universalização. Porém, traria novas conclusões para a versão 2.0 deste protocolo, desta vez unidos sob o modelo <span class="new">EHCI</span>, <em>Enhanced Host Controller Interface</em>, permitindo colmatar as falhas e reunir as qualidades dos dois modelos anteriores; mas sem dúvida, o avanço notável desta versão seria o aumento da largura de banda disponível &#8211; tornava-se agora possível, com um único driver, transferir som, vídeo e ainda assim usar a impressora, portudo isto pelo mesmo canal &#8211; até um total de 480 Mbits/s.</p>
<h4><span class="mw-headline">História das Versões</span></h4>
<ul>
<li><strong>USB 0.7</strong>: Lançado em novembro de 1994.</li>
<li><strong>USB 0.8</strong>: Lançada em dezembro de 1994.</li>
<li><strong>USB 0.9</strong>: Lançada em abril de 1995.</li>
<li><strong>USB 0.99</strong>: Lançado em agosto de 1995.</li>
<li><strong>USB 1.0</strong>: Lançado em janeiro de 1996, com taxas de transferência de dados</li>
</ul>
<p>de 1,5 Mbit / s (baixa velocidade) e 12 Mbit / s (Velocidade máxima).</p>
<p><a id="USB_1.1" name="USB_1.1"></a></p>
<h4><span class="mw-headline">USB 1.1</span></h4>
<p>O padrão 1.1 foi lançado em 1998 para corrigir problemas encontrados no padrão 1.1. Ao ser lançado o padrão USB 1.1 trouxe uma série de vantagens pois graças a uma interface única, a tarefa de conectar diversos tipos de aparelho ao computador tornou-se mais fácil, e aumentou o diversificação de tipos de periféricos, porém tinha como um grande ponto fraco a baixa velocidade na transição de dados (1,5 a 12 <span class="mw-redirect">Mbps</span>), elevado em consideração as <span class="new">portas seriais</span>, mas muito deficiente em relação a outros tipos de baramentos como o SCSI (80 a 160 Mbps) e o FireWire (400Mbps),principal concorrente cujo o maior desenvolvedor era a <span class="mw-redirect">Apple</span>. Até então a baixa transição não era um agravante para as aplicações da época, mas à medida que o uso crescia aumentava a necessidade de taxas maiores na transferência de dados entre um dispositivo e o computador, prejudicando o uso de equipamentos como HDs removíveis, gravadores de DVDs externos , e <span class="mw-redirect">scanner</span> de alta resolução tornando-se nesse necessário o <em>upgrade</em> do padrão.</p>
<p><a id="USB_2.0" name="USB_2.0"></a></p>
<h4><span class="mw-headline">USB 2.0</span></h4>
<p>O padrão USB 2.0 foi lançado em abril de 200 com a velocidade de 480 Mbps, o equivalente a cerca de 60 MB por segundo. O conector continuou sendo o mesmo das versão anterior, totalmente compatível com dispositivos que funcionam com o USB 1.1, mas nesse caso com a mesma velocidade de transferência reduzida do padrão 1.1. Isso ocorre porque o barramento USB 2.0 tentará se comunicar à velocidade de 480 Mbps. Se não conseguir, tentará a velocidades mais baixas até obter êxito.</p>
<p>Uma outra novidade importante e que a partir dessa versão, fabricantes poderiam adotar o padrão em seus produtos sem a obrigatoriedade de pagar uma <span class="mw-redirect">licença de uso da tecnologia</span>. Esse foi um fator importante para a ampliação de novos periféricos que usam a tecnologia e barateamento desses periféricos.</p>
<p>O lançamento também trouxe outra vantagem à USB: o padrão FireWire foi padronizado principalmente para trabalhar com aplicações que envolvem vídeo e áudio, mas como a velocidade do USB 2.0 supera a velocidade das primeiras implementações do FireWire, ele também se tornou uma opção viável para aplicações multimídia, o que aumentou seu leque de utilidades.</p>
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		<title>História da fotografia</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 13:38:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A primeira fotografia reconhecida é uma imagem produzida em 1826 pelo francês Joseph Nicéphore Niépce, numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo fotossensível chamado Betume da Judéia. Foi produzida com uma câmera, sendo exigidas cerca de oito horas de exposição à luz solar. Em 1835 Daguerre desenvolveu um processo usando prata numa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>A primeira fotografia reconhecida é uma imagem <strong>produzida em 1826 pelo francês Joseph Nicéphore Niépce</strong>, numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo fotossensível chamado Betume da Judéia. Foi produzida com uma <strong>câmera</strong>, sendo exigidas cerca de <strong>oito horas de exposição à luz solar</strong>. <strong>Em 1835</strong> Daguerre desenvolveu um processo usando prata numa placa de cobre denominado daguerreotipo. Apesar dos diversos pesquisadores que desenvolvem ao longo do <strong>século XIX</strong> a Fotografia, como indica o historiador <strong>Geoffrey Batchen</strong> em seu livro <strong>Burning with Desire</strong>, considera-se que a data de invenção da Fotografia é a data de apresentação do processo de <strong>Daguerre</strong> à Assembleia Nacional Francesa, em 7 de Janeiro de 1839.<span id="more-719"></span></p>
<div class="thumb tleft">
<div class="thumbinner" style="width: 252px;"><span class="image"><img class="thumbimage" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/5/5c/View_from_the_Window_at_Le_Gras%2C_Joseph_Nic%C3%A9phore_Ni%C3%A9pce.jpg/250px-View_from_the_Window_at_Le_Gras%2C_Joseph_Nic%C3%A9phore_Ni%C3%A9pce.jpg" alt="Imagem da primeira fotografia permanente do mundo feita por Nicéphore Niépce, em 1825." width="250" height="174" border="0" /></span></div>
</div>
<p>Quase simultaneamente,<strong> William Fox Talbot desenvolveu um diferente processo denominado <span class="mw-redirect">calotipo</span></strong>, usando folhas de papel cobertas com cloreto de prata. Este processo é muito parecido com o processo fotográfico em uso hoje, pois também <strong>produz um</strong> <strong>negativo</strong> que pode ser reutilizado para produzir várias imagens positivas. <strong>Hippolyte Bayard</strong> também desenvolveu um método de fotografia, mas demorou para anunciar e não foi mais reconhecido como seu inventor. No Brasil, o francês radicado em <strong>Campinas-SP</strong> <strong><span class="new">Hercule Florence</span> </strong>conseguiu resultados superiores aos de <strong>Daguerre</strong>, pois desenvolveu negativos, mas apesar das tentativas de disseminação do seu invento, ao qual denominou &#8220;fotografia&#8221; &#8211; foi o legítimo inventor da palavra &#8211; não obteve reconhecimento à época. Sua vida e obra só foram devidamente resgatadas em <strong>1980</strong> por <strong>Boris Kossoy</strong>. O daguerreotipo tornou-se mais popular pois atendeu à demanda por retratos exigida da classe média durante a Revolução Industrial. Esta demanda, que não podia ser suprida em volume nem em custo pela pintura a óleo, deve ter dado o impulso para o desenvolvimento da fotografia. Nenhuma das técnicas envolvidas (a câmara escura e a fotossensibilidade de sais de prata) era descoberta do século XIX. A câmara escura era usada por artistas no <strong>século XVI</strong>, como ajuda para esboçar pinturas, e a fotossensibilidade de uma solução de nitrato de prata foi observada por <span class="new">Johann Schultze</span> em 1724.</p>
<p>Recentemente, os processos fotográficos modernos sofreram uma série de refinamentos e melhoramentos sobre os fundamentos de <strong>William Henry Fox Talbot</strong>. A fotografia tornou-se para o mercado em massa em 1901 com a introdução da câmera Brownie-Kodak e, em especial, com a industrialização da produção e revelação do filme. Muito pouco foi alterado nos princípios desde então, além de o filme colorido tornar-se padrão, o foco automático e a exposição automática. A gravação digital de imagens está crescentemente dominante, pois sensores eletrônicos ficam cada vez mais sensíveis e capazes de prover definição em comparação com métodos químicos.</p>
<p>Para o fotógrafo amante da fotografia em preto e branco, pouco mudou desde a introdução da câmera Leica de <strong><span class="mw-redirect">filme de 35mm</span> em 1925</strong>.</p>
<p>Faz parte da cultura brasileira a figura do <strong>Fotógrafo Lambe-lambe</strong>, profissional que ficava nas praças tirando fotos comercialmente, quando adquirir uma máquina fotográfica era algo muito difícil devido ao seu alto valor comercial.</p>
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		<title>A História da Internet &#8211; Como Tudo Começou&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 17:33:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Internet nasceu praticamente sem querer. Foi desenvolvida nos tempos remotos da Guerra Fria com o nome de ArphaNet para manter a comunicação das bases militares dos Estados Unidos, mesmo que o Pentágono fosse riscado do mapa por um ataque nuclear. Quando a ameaça da Guerra Fria passou, ArphaNet tornou-se tão inútil que os militares [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>A Internet nasceu praticamente sem querer. Foi desenvolvida nos tempos remotos da Guerra Fria com o nome de ArphaNet para manter a comunicação das bases militares dos Estados Unidos, mesmo que o Pentágono fosse riscado do mapa por um ataque nuclear.</p>
<p>Quando a ameaça da Guerra Fria passou, ArphaNet tornou-se tão inútil que os militares já não a consideravam tão importante para mantê-la sob a sua guarda. <span id="more-575"></span>Foi assim permitido o acesso aos cientistas que, mais tarde, cederam a rede para as universidades as quais, sucessivamente, passaram-na para as universidades de outros países, permitindo que pesquisadores domésticos a acessarem, até que mais de 5 milhões de pessoas já estavam conectadas com a rede e, para cada nascimento, mais 4 se conectavam com a imensa teia da comunicação mundial.</p>
<p>Nos dias de hoje, não é mais um luxo ou simples questão de opção uma pessoa utilizar e dominar o manuseio e serviços disponíveis na Internet, pois é considerada o maior sistema de comunicação desenvolvido pelo homem.</p>
<p>Com o surgimento da World Wide Web, esse meio foi enriquecido. O conteúdo da rede ficou mais atraente com a possibilidade de incorporar imagens e sons. Um novo sistema de localização de arquivos criou um ambiente em que cada informação tem um endereço único e pode ser encontrada por qualquer usuário da rede.</p>
<p>Em síntese, a Internet é um conjunto de redes de computadores interligadas que tem em comum um conjunto de protocolos e serviços, de uma forma que os usuários conectados possam usufruir de serviços de informação e comunicação de alcance mundial.</p>
<h4>Histórico</h4>
<p>Desenvolvida pela empresa ARPA (Advanced Research and Projects Agency) em 1969, com o objetivo de conectar os departamentos de pesquisa, esta rede foi batizada com o nome de ARPANET.</p>
<p>Antes da ARPANET, já existia outra rede que ligava estes departamentos de pesquisa e as bases militares, mas como os EUA estavam em plena guerra fria, e toda a comunicação desta rede passava por um computador central que se encontrava no Pentágono, sua comunicação era extremamente vulnerável.</p>
<p>Se a antiga URSS resolvesse cortar a comunicação da defesa americana, bastava lançar uma bomba no Pentágono, e esta comunicação entrava em colapso, tornando os Estados Unidos extremamente vulnerável a mais ataques.</p>
<p>A ARPANET foi desenvolvida exatamente para evitar isto. Com um Back Bone que passava por baixo da terra (o que o tornava mais difícil de ser interrompido), ela ligava os militares e pesquisadores sem ter um centro definido ou mesmo uma rota única para as informações, tornando-se quase indestrutível.</p>
<p>Nos anos 1970, as universidades e outras instituições que faziam trabalhos relativos à defesa tiveram permissão para se conectar à ARPANET. Em 1975, existiam aproximadamente 100 sites. Os pesquisadores que mantinham a ARPANET estudaram como o crescimento alterou o modo como as pessoas usavam a rede. Anteriormente, os pesquisadores haviam presumido que manter a velocidade da ARPANET alta o suficiente seria o maior problema, mas na realidade a maior dificuldade se tornou a manutenção da comunicação entre os computadores (ou interoperação).</p>
<p>No final dos anos 1970, a ARPANET tinha crescido tanto que o seu protocolo de comutação de pacotes original, chamado de Network Control Protocol (NCP), tornou-se inadequado. Em um sistema de comutação de pacotes, os dados a serem comunicados são divididos em pequenas partes. Essas partes são identificadas de forma a mostrar de onde vieram e para onde devem ir, assim como os cartões-postais no sistema postal. Assim também como os cartões-postais, os pacotes possuem um tamanho máximo, e não são necessariamente confiáveis.</p>
<p>Os pacotes são enviados de um computador para outro até alcançarem o seu destino. Se algum deles for perdido, ele poderá ser reenviado pelo emissor original. Para eliminar retransmissões desnecessárias, o destinatário confirma o recebimento dos pacotes.</p>
<p>Depois de algumas pesquisas, a ARPANET mudou do NCP para um novo protocolo chamado TCP/IP (Transfer Control Protocol/Internet Protocol) desenvolvido em UNIX. A maior vantagem do TCP/IP era que ele permitia (o que parecia ser na época) o crescimento praticamente ilimitado da rede, além de ser fácil de implementar em uma variedade de plataformas diferentes de hardware de computador.</p>
<p>Nesse momento, a Internet é composta de aproximadamente 50.000 redes internacionais, sendo que mais ou menos a metade delas nos Estados Unidos. A partir de julho de 1995, havia mais de 6 milhões de computadores permanentemente conectados à Internet, além de muitos sistemas portáteis e de desktop que ficavam online por apenas alguns momentos. (informações obtidas no Network Wizard Internet Domain Survey, http://www.nw.com).</p>
<h4>Histórico da Internet no Brasil</h4>
<p>A história da Internet no Brasil começou bem mais tarde, só em 1991 com a RNP (Rede Nacional de Pesquisa), uma operação acadêmica subordinada ao MCT (Ministério de Ciência e Tecnologia).</p>
<p>Até hoje a RNP é o &#8220;backbone&#8221; principal e envolve instituições e centros de pesquisa (FAPESP, FAPEPJ, FAPEMIG, etc.), universidades, laboratórios, etc.</p>
<p>Em 1994, no dia 20 de dezembro é que a EMBRATEL lança o serviço experimental a fim de conhecer melhor a Internet.</p>
<p>Somente em 1995 é que foi possível, pela iniciativa do Ministério das Telecomunicações e Ministério da Ciência e Tecnologia, a abertura ao setor privado da Internet para exploração comercial da população brasileira.</p>
<p>A RNP fica responsável pela infra-estrutura básica de interconexão e informação em nível nacional, tendo controle do backbone (Coluna dorsal de uma rede, backbone representa a via principal de informações transferidas por uma rede, neste caso, a Internet).</p>
<h4>O surgimento de um Mercado Comercial</h4>
<p>No meio dos anos 80, havia um interesse suficiente em relação ao uso da Internet no setor de pesquisas, educacional e das comunidades de defesa, que justificava o estabelecimento de negócios para a fabricação de equipamentos especificamente para a implementação da Internet. Empresas tais como a Cisco Systems, a Proteon e, posteriormente, a Wellfleet (atualmente Bay Networks) e a 3Com, começaram a se interessar pela fabricação e venda de roteadores, o equivalente comercial dos gateways criados pela BNN nos primórdios da ARPANET. Só a Cisco já tornou-se um negócio de 1 bilhão de dólares.</p>
<p>A Internet está tendo um crescimento exponencial no número de redes, número de hosts e volume de tráfego.</p>
<p>Outro fator primordial que existe por trás do recente crescimento da Internet é a disponibilidade de novos serviços de diretório, indexação e pesquisa que ajudam os usuários a descobrir as informações de que precisam na imensa Internet. A maioria desses serviços surgiu em função dos esforços de pesquisa das universidades e evoluíram para serviços comerciais, entre os quais se incluem o WAIS (Wide Area Information Service), o Archie (criado no Canadá), o YAHOO, de Stanford, o The McKinley Group e o INFOSEEK, que são empresas privadas localizadas no Vale do Silício.</p>
<h4>O novo Jeito de Vender</h4>
<p>Este é um tema moderno e ao mesmo tempo tradicional envolvendo televendas e teleatendimento. A principal questão está centralizada na nova filosofia de percepção de compra eletrônica, na definição de um internauta e sua percepção de realização da compra através de um novo canal de comunicação, a Internet.</p>
<p>Para compreender a filosofia do comércio eletrônico é necessário entender o mecanismo de televendas e teleatendimento como sendo a primeira tentativa de venda &#8220;virtual&#8221; que surgiu no início da década de 80 e procura incorporar os seguintes conceitos:</p>
<p>1. Desmaterialização: substituição do movimento e contato físico por informação telefônica ou via catálogos e um contato virtual.<br />
2. Desintermediação: eliminação de um ou mais intermediários na cadeia de venda do produto.<br />
3. Grupo de afinidades: são produtos e serviços que possuem similaridades (em termo de divulgação e consumo) e que oferecem ao consumidor soluções apenas visuais, cujas características são inquestionáveis em termo de qualidade, preços e garantias.</p>
<p>Algumas empresas implementam o conceito e a infra-estrutura necessária para operar um centro de atendimento ao cliente, os chamados call-centers. Surgiram os sistemas de informação, os banco de dados, sistemas de telefonia com unidade de respostas audíveis, profissionais de teleatendimento e a interação entre comandos , dados e voz, que representa o ponto máximo de evolução do atendimento virtual.</p>
<p>Os recursos de telefonia integrados com sistemas de banco de dados aliados a uma filosofia de televendas proporcionam o início do comércio eletrônico que &#8220;acoplou&#8221; os recursos de Internet, home page, browser, servidor Web e provedor de acesso.</p>
<p>Este &#8220;mundo&#8221; virtual, com filosofias de consumo próprias ainda não claramente estabelecidas e compreendidas, envolve basicamente a facilidade de manipulação de um browser interrelacionando às necessidades do cliente e a oferta de produtos e serviços até a efetivação da compra segundo:</p>
<p><strong>Learn</strong>: Como os clientes aprendem e adquirem informações gerais e institucionais sobre a empresa? São necessariamente informações correntes e consistentes, com foco e direcionamento nas necessidades dos usuários do browser.<br />
<strong>Shop</strong>: Como os clientes consultam e escolhem as ofertas de produtos e serviços? São informações baseadas nas preferências do consumidor e na seqüência de ações no browser, auxiliando o consumidor a tomar decisões.<br />
<strong>Buy</strong>: Como os clientes efetivam as transações de compras? Trata-se da facilidade do consumidor de preencher um pedido de compra onde não existe a necessidade de um contato do tipo face a face. Essas transações são suportadas por múltiplas formas de pagamento, devendo ser ágil e livre de erros no processamento do pedido de compras.<br />
<strong>Support</strong>: Como os clientes poderão ter um suporte técnico e um serviço de atendimento no pós-vendas? Neste caso, considera-se o atendimento 24 horas por 7 dias de vital importância, e também, toda a comunicação interativa (do tipo pergunta/resposta escrita), além de contar com uma organização de processos e profissionais que identificam um problema e encaminhamento da solução com agilidade.</p>
<h4>Pontos Importantes do e-commerce</h4>
<p><strong> Merchandising</strong> – Qualquer varejista sabe que um produto bem apresentado sai mais rápido da prateleira. Na Web isso significa boas imagens, preços claros e informações completas dos produtos expostos. Também não se pode ignorar a localização dos produtos. Clientes entram nas lojas atraídos pelos produtos expostos na vitrine. Na Web, esses produtos ficam na primeira página.</p>
<p><strong> </strong><strong>Promoção </strong>- Os tradicionais anúncios em jornais, revistas ou televisão são substituídos por banners animados, e-mails ou promoções hot sell. Sempre anuncie produtos com apelo forte de venda. Então, é necessário preparar um plano de marketing e separar a verba para executá-lo.</p>
<p><strong> </strong><strong>Atendimento a Clientes </strong>- O processo de venda, virtual ou não, envolve várias etapas. Em cada uma delas há interação entre o consumidor e um funcionário da loja. Sendo assim é necessário estabelecer um canal de comunicação preciso, transparente e ágil. Caso contrário, os consumidores desaparecerão rapidamente.<br />
<strong><br />
</strong><strong> </strong><strong>Vendas</strong> &#8211; Para ter sucesso nas vendas, é necessária uma equipe de vendedores bem treinada e motivada. Na Web, isso pode ser feito com muito mais consistência e menos custo. Os produtos e serviços oferecidos devem apresentar informações detalhadas, bem como seus principais diferenciais em relação aos concorrentes, análises de jornalistas ou consumidores sobre sua qualidade e outras informações que possam ajudar o cliente a decidir a compra mais rapidamente.</p>
<p><strong> </strong><strong>Pagamento</strong> &#8211; Como a cultura de usar cartão de crédito pela Internet ainda é pouco disseminada no Brasil, é necessário oferecer formas de pagamento alternativas, como carteiras eletrônicas, depósitos identificados e cheque eletrônico pré-datado.</p>
<p><strong> </strong><strong>Pós-venda</strong>- Todo pós-venda deve estar disponível para consulta na Web, incluindo normas para troca ou devolução de produtos, dados cadastrais da rede de assistência técnica, perguntas e respostas mais freqüentes e informativos periódicos por e-mail sobre novidades, lançamentos, etc.</p>
<p><strong> </strong><strong>Segurança</strong> &#8211; O ponto mais importante do comércio eletrônico. Qualquer pessoa tem medo de comprar algo com o cartão de crédito pela Web. Por isso, não poupar recursos de segurança para tirar essa preocupação de seus clientes, é um fator importante. Isso inclui a adoção do SSL e processos de encriptação de informações nas bases de dados e comunicar claramente os clientes sobre a segurança oferecida no site.</p>
<p><strong> </strong><strong>Estoque</strong> &#8211; Para ganhar eficiência nas vendas, é importante separar fisicamente o estoque dos produtos vendidos pela Web. Mesmo assim, o tratamento gerencial deve ser igual ao de um estoque normal, com informações precisas de giro, custo e tempo de reposição.<br />
Logística – É necessário preparar-se para entregar produtos individualmente e com rapidez. E não esquecendo dos custos de transporte. Se forem muito altos, a empresa não terá clientes também.</p>
<p><strong> </strong><strong>Monitoramento </strong>- Manter sistemas de acompanhamento precisos e informatizados. Se a operação não for muito bem controlada, os custos com retrabalho de informações irão comer qualquer margem deixada pela venda dos produtos.</p>
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		<title>Bíblia Estava Certa</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 13:28:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[biblia]]></category>
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		<description><![CDATA[Os livros da Bíblia sempre foram fonte de consulta para escavações científicas em busca da verdade histórica. O arqueólogo da Universidade da Califórnia Thomas E. Levy e o diretor de escavações e pesquisas do Departamento de Antiguidades da Jordânia, Mohammad Najjar são de opinião que “somente uma sociedade complexa, como uma grande tribo ou um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p><strong>Os livros da Bíblia sempre foram fonte de consulta para escavações científicas em busca da verdade histórica.</strong></p>
<p>O arqueólogo da Universidade da Califórnia Thomas E. Levy e o diretor de escavações e pesquisas do Departamento de Antiguidades da Jordânia,<span id="more-563"></span> Mohammad Najjar são de opinião que “somente uma sociedade complexa, como uma grande tribo ou um reino primitivo, poderia ter capacidade organizacional para produzir cobre em escala industrial”.</p>
<h4>Processo de datação</h4>
<p>Grupo internacional de arqueólogos conseguiu datações em rádio-carbono feitas em madeira, grãos e frutos carbonizados em diversos níveis de sedimentos, revelam que as construções datam do décimo segundo século a.C. O grupo desenterrou artefatos que contam muito sobre a época escaravelhos, cerâmicas, pontas de flechas em metal, martelos, pedras de moagem entre outros.</p>
<h4>O sítio arqueológico</h4>
<p>Os indícios foram encontrados nas ruínas de um grande centro de processamento de cobre em Khirbat en-Nahas nas terras baixas do antigo reino de Edom, atualmente parte da Jordânia.</p>
<p>As escavações estão sendo lideradas por Thomas E. Levy da Universidade da Califórnia.</p>
<p>O arqueólogo israelense, Israel Finkelstein, da Universidade de Tel Aviv, acredita que o novo estudo não lança novas luzes sobre a formação do Estado em Edom. Segundo ele, as atividades como a do cobre, poderiam ser controladas por membros de outras sociedades que não a de Edom.</p>
<h4>Nosso grifo:</h4>
<p>Essa possibilidade não pode ser descartada, mas nada prova ser verdadeira. Ademais, os estudos arqueológicos ainda não foram concluídos nem seus resultados cruzados com estudos já existentes.</p>
<h4>Grande Interesse no meio acadêmico internacional</h4>
<p>Distando 50 km do Mar Morto e outros 50 km das ruínas de Petra, o mais famoso sítio arqueológico da Jordânia. As novas descobertas já estão sendo objeto de trabalhos acadêmicos.</p>
<h4>N.R.:</h4>
<p>Até que ponto os trabalhos arqueológicos, sem prazo de conclusão, alterarão a História ou somarão novos dados aos já conhecidos ou abrirão novas lacunas no imaginário científico? Essas respostas, só o tempo revelará.</p>
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		<title>Saiba tudo sobre o golfinho</title>
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		<pubDate>Fri, 09 May 2008 12:57:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[golfinho]]></category>
		<category><![CDATA[historia]]></category>
		<category><![CDATA[nomes]]></category>
		<category><![CDATA[origem]]></category>
		<category><![CDATA[sobre]]></category>

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		<description><![CDATA[Nome popular: Golfinho comum Nome Científico: Delphinus delphis Distribuição geográfica: Estepes cobertas de árvores e de moitas, conhecidas como savanas africanas Não é peixe: Todo mundo pensa que o golfinho é um peixe, mas não é. Ele é um mamífero, assim como a baleia. Habitat natural: Os oceanos e mares de todo o mundo &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>Nome popular: Golfinho comum<br />
Nome Científico: Delphinus delphis<br />
Distribuição geográfica: Estepes cobertas de árvores e de moitas, conhecidas como savanas africanas<br />
Não é peixe: Todo mundo pensa que o golfinho é um peixe, mas não é. Ele é um mamífero, assim como a baleia. Habitat natural: Os oceanos e mares de todo o mundo &#8211; perto ou longe dos continentes. No Brasil, pode ser visto ao longo de todo o litoral,do Nordeste ao Rio Grande do Sul<span id="more-480"></span></p>
<p>Hábitos alimentares:Come peixes e lulas</p>
<p>Tamanho: De 1,5 a 3,5 metros de comprimento</p>
<p>Peso: Pode pesar até 110 kg</p>
<p>Período de gestação: Dura de 10 a 11 meses.</p>
<p>Filhotes: Nascem com pouco menos de 1 metro e são amamentados por pelo menos 14 meses. A fêmea tem um filhote a cada 2 ou 3 anos</p>
<p>Tempo médio de vida: De 20 a 35 anos</p>
<p>Contra a extinção: A pesca do golfinho é proibida desde 1988</p>
<p>Curiosidades:<br />
Os golfinhos vivem em grupos, que podem chegar a milhares de animais entre os que vivem no oceano. Na costa, é possível ver até 500 golfinhos juntos.</p>
<p>Mergulham até 300 metros de profundidade e podem ficar até 8 minutos embaixo d&#8217;água. Mas estes animais dóceis passam a maior parte do tempo, mesmo, na superfície das águas, acompanhando os barcos.</p>
<p>Além desta espécie, há outras 36. É comum que o golfinho comum seja confundido com o golfinho-riscado (Stenella Coeruleoalba).</p>
<p>São ágeis, velozes e acrobatas. Saltam e nadam na proa de embarcações. As vocalizações incluem vários estalos e assobios. Sabe-se que o golfinho-comum pode mergulhar até 280 metros, ficando embaixo d&#8217;água por cerca de 8 minutos. Depois ele tem que subir pra respirar.</p>
<div class="shr-publisher-480"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom -->]]></content:encoded>
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		<title>Cleópatra</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Nov 2007 11:26:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[egito]]></category>
		<category><![CDATA[historia]]></category>

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		<description><![CDATA[Cleópatra foi uma das mulheres mais conhecidas da história da humanidade e um dos governantes mais famosos do Antigo Egito, sendo conhecida apenas por Cleópatra, ainda que tivessem existido outras Cleópatras a precedê-la, e que permanecem desconhecidas do grande público. Nunca foi a detentora única do poder no seu país &#8211; de fato co-governou sempre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>Cleópatra foi uma das mulheres mais conhecidas da história da humanidade e um dos governantes mais famosos do Antigo Egito, sendo conhecida apenas por Cleópatra, ainda que tivessem existido outras Cleópatras a precedê-la, e que permanecem desconhecidas do grande público. <span id="more-246"></span></p>
<p>Nunca foi a detentora única do poder no seu país &#8211; de fato co-governou sempre com um homem ao seu lado: primeiramente o seu pai, o seu irmão (com quem casaria mais tarde) e, depois, com o seu filho.</p>
<p>Em todos estes casos, os seus companheiros eram apenas reis titularmente, e, dela era a autoridade de fato.</p>
<p>Algumas de suas excentricidades são citadas em livros de história:<br />
- Ocupava vinte damas de companhia na preparação de seus banhos.<br />
- Ficava até seis horas mergulhada na água extraída de plantas aromáticas.<br />
- Cleópatra testava e eficiência de seus venenos dando-os aos escravos.</p>
<p>Cleópatra foi uma das mulheres mais conhecidas da história da humanidade e um dos governantes mais famosos do Antigo Egito, sendo conhecida apenas por Cleópatra, ainda que tivessem existido outras Cleópatras a precedê-la, e que permanecem desconhecidas do grande público.</p>
<p>Nunca foi a detentora única do poder no seu país &#8211; de fato co-governou sempre com um homem ao seu lado: primeiramente o seu pai, o seu irmão (com quem casaria mais tarde) e, depois, com o seu filho.</p>
<p>Em todos estes casos, os seus companheiros eram apenas reis titularmente, e, dela era a autoridade de fato.</p>
<p>Algumas de suas excentricidades são citadas em livros de história:<br />
- Ocupava vinte damas de companhia na preparação de seus banhos.<br />
- Ficava até seis horas mergulhada na água extraída de plantas aromáticas.<br />
- Cleópatra testava e eficiência de seus venenos dando-os aos escravos.</p>
<div class="shr-publisher-246"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom -->]]></content:encoded>
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