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	<title>Curiosidades no Você Sabia &#187; NASA</title>
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		<title>Nasa encontra “estranhas formas de vida” na Terra</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 11:42:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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		<description><![CDATA[Escondida nas profundezas de um lago na Califórnia, a descoberta de uma bactéria capaz de alimentar-se de arsênico deixou pesquisadores da Nasa boquiabertos, o que deve ampliar a busca por formas de vida na Terra e fora dela. O estudo, financiado pela Nasa e divulgado esta quinta-feira, redefine o que a ciência considera como elementos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>Escondida nas profundezas de um lago na <strong>Califórnia</strong>, a descoberta de uma bactéria capaz de alimentar-se de arsênico deixou pesquisadores da Nasa boquiabertos, o que deve ampliar a busca por formas de vida na Terra e fora dela.</p>
<p><a href="http://www.nasa.gov/topics/universe/features/astrobiology_toxic_chemical.html" target="_blank">O estudo, financiado pela </a><strong><a href="http://www.nasa.gov/topics/universe/features/astrobiology_toxic_chemical.html" target="_blank">Nasa</a> </strong>e divulgado esta quinta-feira, redefine o que a ciência considera como elementos necessários para a vida, como <strong>carbono</strong>, <strong>hidrogênio</strong>, <strong>nitrogênio</strong>, <strong>oxigênio</strong>, <strong>fósforo</strong> e <strong>enxofre</strong>.<span id="more-2249"></span></p>
<p>Não apenas revela que as bactérias vivem em arsênico, mas também crescem incorporando o elemento a seu DNA e membranas celulares.</p>
<p><em><strong>O que é novo aqui é o arsênico sendo usado como tijolo pelo organismo, explicou Ariel Anbar, co-autor do estudo que será publicado na edição on-line da revista Science Express.</strong></em></p>
<p><em><strong>Nós sempre tivemos a ideia de que a vida existe com estes seis elementos sem exceção e veja só, bem talvez haja uma exceção”, afirmou.</strong></em></p>
<p>O vago anúncio da Nasa, feito no início da semana, durante entrevista coletiva, sobre “uma descoberta de astrobiologia que impactaria a busca por evidências de vida extraterrestre”, semeou a internet de especulações.</p>
<p>A astrobiologia se dedica ao estudo da vida no universo, inclusive sua origem e evolução, onde está localizada e como pode sobreviver no futuro.</p>
<p>Mas Anbar reconhece que será necessário dar um grande salto para se descobrir vida extraterrestre.</p>
<p><em><strong>Estamos mais no começo de tudo, afirmou. Talvez haja outras exceções sobre as quais devamos pensar a respeito.</strong></em></p>
<p><em><strong>Somos muito influenciados pela vida como conhecemos. Quanto a vida pode ser diferente e ainda funcionar?, questionou.</strong></em></p>
<p>Alguns anos atrás, Wolfe-Simon, Anbar e o colega Paul Davies começaram a discutir a ideia de que formas diferentes de vida possam existir na Terra, mas por regras biológicas diferentes das nossas, uma noção conhecida informalmente por cientistas como “vida estranha”.</p>
<p>O trio de cientistas publicou em 2009 a hipótese de que o arsênico, que aparece diretamente abaixo do fósforo na tabela periódica, poderia substituir o fósforo em formas de vida terrestres.</p>
<p><strong>Wolfe</strong>-<strong>Simon </strong>saiu a campo para testar sua teoria, em colaboração com <strong>Ronald</strong> <strong>Oremland</strong>, um renomado especialista mundial em microbiologia.</p>
<p>Ela recolheu sedimentos do lago Mono, conhecido por seus altos índices de sal e arsênico, no leste da Califórnia, e levou o material para o laboratório.</p>
<p><strong>Wolfe</strong>-<strong>Simon </strong>conseguiu fazer uma bactéria conhecida como a cepa <strong>GFAJ</strong>-1 das família Halomonadaceae Gamoproteobacteria, crescer no <strong>laboratório</strong>.</p>
<p>A descoberta pode abrir novos caminhos na pesquisa de doenças e possivelmente novos capítulos em livros de biologia, disseram os cientistas.</p>
<p><em><strong>Às vezes você pensa que algo não vai funcionar, mas aí você procura e às vezes encontra”, disse Anbar.</strong></em></p>
<p><em><strong>E então você percebe, ‘oh, eu não entendia as coisas tão bem quanto pensava’. Isto acontece todo o tempo na ciência. É o que torna as coisas divertidas, concluiu.</strong></em></p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://supermouser.com.br/blog/cultura/voce-sabe-tudo-sobre-os-beatles/" target="mouser">Super Mouser</a></p>
<div class="shr-publisher-2249"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom -->]]></content:encoded>
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		<title>Agua Na Lua</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 11:24:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
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		<description><![CDATA[Existe água gelada em grandes quantidades no pólo sul da Lua, confirma a NASA. A agência espacial norte-americana analisou os últimos dados da missão que levou o satélite LCROSS a despenhar-se a grande velocidade na grande cratera Cabeus, no dia 9 de Outubro. Esta depressão localizada no pólo sul da Lua está permanentemente na sombra, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>Existe água gelada em grandes quantidades no pólo sul da Lua, confirma a<strong> NASA</strong>. A agência espacial norte-americana analisou os últimos dados da missão que levou o satélite<strong> LCROSS </strong>a despenhar-se a grande velocidade na grande cratera Cabeus, no dia <strong>9 de Outubro.</strong></p>
<p><!-- end st_tag_p --> <!-- begin st_tag_p -->Esta depressão localizada no pólo sul da Lua está permanentemente na sombra, numa região onde a temperatura nunca sobe acima dos <strong>170 graus negativos</strong>. O violento impacto do <strong>LCROSS</strong> na Cabeus provocou um jato de vapor de 1,6 km de altura equivalente a mais de cem litros de água.</p>
<p><!-- end st_tag_p --> <!-- begin st_tag_p -->Antes de deixarem de funcionar, os sensores da nave (espectrómetros de infravermelhos e ultravioletas) detectaram vapor de água e gelo. &#8220;Não encontramos apenas um pouco de água mas uma<strong> quantidade significativa&#8221;</strong>, afirmou<strong> Anthony Colaprete</strong>, cientista chefe desta missão.<span id="more-1518"></span></p>
<p><!-- end st_tag_p --> <!-- begin st_tag_p -->Em todo o caso, <strong>Colaprete ressalvou que</strong> &#8220;a concentração e distribuição da água no solo lunar requer mais análises e a plena compreensão dos dados da <strong>LCROSS</strong> vai levar algum tempo&#8221;.</p>
<p><!-- end st_tag_p --> <!-- begin st_tag_p -->A nave <em><strong>Lunar Reconnaissance Orbiter</strong></em>, que acompanhou esta missão,<strong> vai aliás continuar em órbita à volta da Lua a fotografar e enviar dados sobre o impacto na cratera Cabeus.</strong></p>
<p><!-- end st_tag_p --> <!-- begin st_tag_p -->A primeira evidência de água gelada na Lua veio da missão norte-americana da nave <strong>Clementine,</strong> em 1994, que calculou que a área do nosso único satélite natural sempre à sombra no pólo sul devia atingir os 14 mil km2.</p>
<p><!-- end st_tag_p --> <!-- begin st_tag_p -->Com os novos dados da nave <strong><em>Lunar Prospector</em></strong>, lançada em 1998, os cientistas da <strong>NASA</strong> estimaram que a quantidade de gelo no solo lunar se poderia situar entre um e três quilometros cúbicos, com uma concentração de 900 gramas por tonelada de solo.</p>
<p><!-- end st_tag_p --> <!-- begin st_tag_p -->Missões posteriores dos <strong>EUA, Europa, Japão e China </strong>analisaram também a presença de água na Lua. Mas foram os dados da nave indiana Chandrayaan-1 e da sua <em>Moon Impact Probe</em>, lançada sobre a cratera Shackleton no pólo sul da Lua em 14 de Novembro de 2008, que trouxeram mais novidades.</p>
<p><!-- end st_tag_p --> <!-- begin st_tag_p -->Com efeito, esses dados foram analisados pela <strong>NASA</strong>, que confirmou a<strong> 25 de Setembro de 2009 </strong>a existência de água em vastas áreas da superfície da Lua, embora em concentrações reduzidas.</p>
<p><!-- end st_tag_p --> <!-- begin st_tag_p -->A confirmação da presença de água na Lua em quantidades apreciáveis é fundamental para tornar viável, no futuro, a existência de uma ou mais bases permanentes no único satélite natural da Terra. A água poderia ser usada para consumo humano e para o fabrico de combustível.</p>
<div class="shr-publisher-1518"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom -->]]></content:encoded>
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