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	<title>Curiosidades no Você Sabia &#187; palavras</title>
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	<description>Curiosidades, ciência, puzzles, passa tempos, testes de inteligência, truques, irpf, irpf 2012, download irpf 2012, medicina e muito mais.</description>
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		<title>Quantas Palavras os Cachorros Entendem?</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Nov 2010 12:19:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando as crianças aprendem a linguagem, elas começam associando sons a objetos ou a idéias. Por exemplo, se uma criança ouve a palavra &#8220;garrafa&#8221; toda vez que lhe dão uma garrafa, ela vai acabar aprendendo a conectar o som da palavra ao objeto. Dessa forma, as crianças entendem as palavras antes de aprender a expressá-las. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>Quando as crianças aprendem a linguagem, elas começam associando sons a <strong>objetos ou a idéias</strong>. Por exemplo, se uma criança ouve a palavra <strong>&#8220;garrafa&#8221;</strong> toda vez que lhe dão uma garrafa, ela vai acabar aprendendo a conectar o som da palavra ao objeto. Dessa forma, as crianças <strong><strong>entendem</strong></strong> as <strong><strong>palavras</strong></strong> antes de aprender a expressá-las. <strong>Alguém</strong> poderia dizer que o mesmo acontece com os cães. Os cães só não chegam ao próximo <strong>passo: falar</strong>. Porém, comparar ou não a <strong>&#8220;compreensão</strong>&#8221; que um cão tem de uma palavra à compreensão de uma criança é outra história.<span id="more-756"></span></p>
<p>A maneira como o bebê aprende a palavra &#8220;garrafa&#8221; é semelhante, em alguns aspectos, à forma de um cão aprender as <strong><strong>palavras</strong></strong>. Quando uma criança aprende uma palavra como &#8220;lápis&#8221; ela associa a palavra ao conceito de um instrumento de escrita em uma variedade de maneiras (chegando a cometer o engano de chamar uma caneta de &#8220;lápis&#8221; depois de ver alguém usando uma para escrever). Por outro lado, os cães provavelmente aprendem a palavra &#8220;caneta&#8221; como um som que desencadeia uma resposta: &#8220;traga-me a caneta e eu te darei um petisco&#8221;, por exemplo.</p>
<p>Como os cães muito provavelmente não compreendem conceitos abstratos, eles não podem entender as <strong><strong>palavras</strong></strong> que se referem a tais conceitos. Por exemplo, humanos <strong><strong>entendem</strong></strong> idéias como &#8220;amor&#8221;, &#8220;ódio&#8221;, &#8220;crenças&#8221; e &#8220;descuido&#8221;.</p>
<p>Essas idéias não são necessariamente relacionadas a um objeto ou a uma ação específica. Idéias que se referem a coisas específicas são chamadas de conceitos concretos. Então, quando dizemos aos cães que os amamos, isso provavelmente não signifique tanto para eles quanto a palavra &#8220;petisco&#8221;. Algumas pessoas podem dizer que até encontrarmos uma maneira de interpretar a mente de um cão, não poderemos dizer em definitivo se os cães <strong><strong>entendem</strong></strong> ou não conceitos abstratos. Até onde sabemos, os cães só compreendem <strong><strong>palavras</strong></strong> que se referem a coisas concretas.</p>
<p>Podemos dizer que os cães <strong><strong>entendem</strong></strong> a linguagem? Isso depende da definição de linguagem, que é discutível. Se a linguagem indica o processo de comunicar um estímulo particular (uma palavra) para produzir uma determinada reação, então os cães definitivamente compreendem a linguagem. Porém, para muitos lingüistas &#8211; pessoas que estudam a linguagem &#8211; a definição apropriada de linguagem deve ser aprofundada.</p>
<p>Alguns lingüistas acreditam que a linguagem precisa de sentenças com sintaxe. A sintaxe se refere à forma com que as <strong><strong>palavras</strong></strong> se relacionam entre si em uma frase, baseadas em um sistema de regras estruturadas, como a ordem das <strong><strong>palavras</strong></strong>. Por exemplo, para falantes de inglês, a frase &#8220;o cão morde o homem&#8221; significa algo diferente de &#8220;o homem morde o cão&#8221;, apesar de ambas as frases possuírem as mesmas <strong><strong>palavras</strong></strong>. Seguindo essa definição mais rígida de linguagem, os cães não compreendem linguagem porque não há motivos para acreditar que eles compreendam as frases dessa forma.</p>
<p>Mesmo os bebês podem diferenciar as partes do discurso, como verbos e substantivos, o que um cão provavelmente não consegue. Alguém pode dizer que, se os cães não podem usar a sintaxe como as crianças, então eles não podem realmente entender uma palavra porque eles não <strong><strong>entendem</strong></strong> como ela se relaciona a outras <strong><strong>palavras</strong></strong>.</p>
<p>Mas se os cães realmente não podem compreender a linguagem como os humanos, por que eles parecem nos entender tão profundamente? Certos estudos mostram que os <strong><strong>cachorro</strong></strong>s reconhecem os gestos humanos como pistas melhor que outros animais, como os macacos de grande porte. Assim, quando os cães parecem compreender nossas <strong><strong>palavras</strong></strong>, eles na verdade devem apenas estar lendo a nossa linguagem corporal ou nosso tom de voz.</p>
<p><strong><span class="fonte" style="font-size: 13px;">Fonte: UOL</span></strong></p>
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		<title>Hipopotomonstrosesquipedaliofobia</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 11:12:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hipopotomonstrosesquipedaliofobia é uma doença psicológica que se caracteriza pelo medo irracional (ou fobia) de pronunciar-se palavras grandes ou complicadas.Se caracteriza pela aversão ou nervosismo em momentos nos quais o indivíduo deve empregar palavras longas ou de uso pouco comum (discussões técnicas, médicas, científicas etc), assim como evitar ou não mencionar palavras estranhas ao vocabulário coloquial. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p><strong>Hipopotomonstrosesquipedaliofobia</strong> é uma doença psicológica que se caracteriza pelo medo irracional (ou fobia) de pronunciar-se palavras grandes ou complicadas.Se caracteriza pela<strong> aversão ou nervosismo</strong> em momentos nos quais o indivíduo deve empregar <strong>palavras longas </strong>ou de uso pouco comum (discussões técnicas, médicas, científicas etc), assim como evitar ou não mencionar palavras estranhas ao <strong>vocabulário coloquial.</strong></p>
<p>Esta fobia pode ser<strong> causada pelo medo de pronunciar incorretamente a palavra</strong>, já que isto representa uma possibilidade de que a pessoa fique em desvantagem, seja visto como alguém de cultura inferior ou pouco inteligente, perante seus iguais. Muitas vezes, esta fobia vem acompanhada de timidez social e <strong>medo de ser ridicularizado.</strong><span id="more-828"></span></p>
<p>A própria palavra <strong>hipopotomonstrosesquipedaliofobia</strong> representa certa ironia, visto que, além de ser longa e estranha, indica uma fobia à palavras semelhantes. Justamente por isso, para evitar problemas, as abreviaturas <strong>equipedalofobia</strong> e <strong>sesquipedaliofobia</strong> também têm sido utilizadas.</p>
<h4><span class="mw-headline">Etimologia</span></h4>
<p><em>Hipopotomonstrosesquipedaliofobia</em> é constituída dos seguintes elementos:</p>
<ul>
<li><em>Hipopoto</em> vem do grego <em>hippopoto</em>, que significa <em>grande</em>.</li>
<li><em>Monstro</em> é a palavra latina para <em>monstruoso</em>.</li>
<li><em>Sesquipedali</em> é uma forma mutilada do latim <em>sesquipedalian</em> que significa &#8220;palavra grande&#8221; (literalmente, &#8220;um pé e meio de largura&#8221; em latim).</li>
<li><em>Fobia</em> significa &#8220;medo&#8221;.</li>
</ul>
<p>Fonte: Wikipedia.org</p>
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		<title>Glossário Japonês</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 12:09:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O idioma dos japoneses, muito diferente do nosso, nos trouxe palavras como “karate” (ou karatê, a arte marcial de origem japonesa amplamente praticada por aqui), “samurai” (os guerreiros japoneses da época do feudalismo no país) e “anime” (os desenhos japoneses, idolatrados por jovens brasileiros), que entraram de vez para o vocabulário brasileiro. Mas há uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>O idioma dos japoneses, muito diferente do nosso, nos trouxe palavras como “<strong>karate</strong>” (ou <strong>karatê</strong>, a arte marcial de origem japonesa amplamente praticada por aqui), “<strong>samurai</strong>” (os guerreiros japoneses da época do feudalismo no país) e “<strong>anime</strong>” (os desenhos japoneses, idolatrados por jovens brasileiros), que entraram de vez para o vocabulário brasileiro.</p>
<p>Mas há uma infinidade de palavras no vocabulário japonês. Muitas são designadas para indicar duas coisas diferentes e outras são diferentes apenas pela entonação na leitura (mudando-se a posição da sílaba tônica). Conheça mais algumas palavras do vocabulário japonês:<span id="more-649"></span></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-650" title="me_glossario_figura1" src="http://www.vocesabia.net/wp-content/uploads/2008/08/me_glossario_figura1.jpg" alt="" width="500" height="622" /></p>
<p>Fonte: mundoeducacao.uol.com.br</p>
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		<title>O que disseram os famosos antes de morrer</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 14:22:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[GRANDES HOMENS, momentos antes do falecimento, proferiram palavras que ficaram na memória perpétua. BEETHOVEN: “É já tarde; não posso ouvir.” BOCAGE: “Rasga os meus versos. Crê na eternidade.” CASEMIRO DE ABREU: “Pois a morte é só isso?” CRISTO (homem e Deus): “Tudo está consumado!” DANTE: “Vinde a mim, ó Deus!” DANTON: “Mostrarás a minha cabeça [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p><strong>GRANDES HOMENS</strong>, momentos antes do falecimento, proferiram palavras que ficaram na memória perpétua.<strong><br />
BEETHOVEN</strong>: “É já tarde; não posso ouvir.”<strong><br />
BOCAGE:</strong> “Rasga os meus versos. Crê na eternidade.”<br />
<strong> CASEMIRO DE ABREU:</strong> “Pois a morte é só isso?”<br />
<strong> CRISTO</strong> (homem e Deus): “Tudo está consumado!”<br />
<strong> DANTE:</strong> “Vinde a mim, ó Deus!”<br />
<strong> DANTON:</strong> “Mostrarás a minha cabeça ao povo, que vale a pena.”<br />
<strong> D.PEDRO II</strong>: “Que Deuss faça feliz o meu Brasil.”<br />
<strong> DUQUE DE CAXIAS</strong>: “A morte é o descanso do guerreiro.”<span id="more-577"></span><br />
<strong> EMÍLIO DE MENEZES</strong>: “Estou morrendo a prestação.” (Sentia a imobilidade dos menbros inferiores).<br />
<strong> ELIZABETH DA INGLATERRA</strong>: “Todo o meu reino, Senhor, por mais um minuto de vida!”<br />
<strong> FÉLIX TAUMAY</strong>: “Adeus, bela natureza do Brasil!” (E tirando o gorro: “Voici la mort, il faut se découvrir”).<br />
<strong> FLORIANO PEIXOTO</strong>: “Que infelicidade!”<br />
<strong> FREDERICO I da Prússia</strong>: “Nu vim ao mundo e nu partirei. Não quero vestir meu uniforme.”<br />
<strong> GOETHE:</strong> “Mais luz.”<br />
<strong> HENRI HEINE:</strong> “Deus perdoar-me-á, é seu ofício.”<br />
<strong> JORGE IV da Inglaterra</strong>: “É só isso a morte?”<br />
<strong> JÚLIO DE CASTILHOS:</strong> “Coragem tenho eu, o que me falta é ar.”<br />
<strong> LIMA BARRETO</strong>: “Levem minha mãe daqui que eu quero morrer.”<br />
<strong> LUIZ XIV</strong>: “Pensei que era mais difícil morrer.”<br />
<strong> MARGARET MICHELL, autora de E O VENTO LEVOU</strong>: “Agora, é minha alma que Deus leva.”<br />
<strong> MIRABEUA:</strong> “Deixai-me morrer ao som da música.”<br />
<strong> MOZART:</strong> “Deixai-me ouvir uma vez ainda esses sons que foram tanto tempo a minha consolação e a minha alegria.” PLÁCIDO DE CASTRO: “E com tanta ocasião gloriosa para morrer!” (ao ser assassinado).<br />
<strong> QUINTINO BOCAIÚVA</strong>: “Para este frio não há cobertor.”<br />
<strong> RABELAIS</strong>: “Acabou-se a farsa.”<br />
<strong> TIRADENTES:</strong> “Cumpri minha missão. Morro com a liberdade.”<br />
<strong> TOBIAS BARRETO</strong>: “Até a morte tem a sua lógica.”<br />
<strong> VERDI</strong>: “Deus perdoará os que sofrem.”<br />
<strong> WASHINGTON:</strong> “Vou-me contente.”</p>
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		<title>Algumas palavras usadas pela igreja e seus significados</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Feb 2008 11:38:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Adorar Ato com que se atesta a excelência de alguém e diante de quem se prostra em piedosa submissão. Em sentido mais estrito, significa o gesto com que se reconhece Deus como princípio e fim, e Senhor soberano de todas as coisas. Ágape O termo vem do grego: agápe, que significa amor. Com o sentido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>Adorar</p>
<p>Ato com que se atesta a excelência de alguém e diante de quem se prostra em piedosa submissão.<br />
Em sentido mais estrito, significa o gesto com que se reconhece Deus como princípio e fim, e Senhor soberano de todas as coisas.<span id="more-344"></span></p>
<p>Ágape</p>
<p>O termo vem do grego: agápe, que significa amor. Com o sentido de banquete, foi usado pelo cristãos, nos quatro primeiros séculos, comemorando a ceia de Cristo.<br />
Atualmente, a palavra ágape é empregada para significar a santa comunhão, o banquete eucarístico.</p>
<p>Alamar</p>
<p>Termo empregado para designar a presilha que mantém atada a capa de asperges.<br />
Também significa o torçal que une a estola sacerdotal sobre o peito do que dela faz uso.</p>
<p>Álapa</p>
<p>Uma leve tapa na face do confirmando, por ocasião da administração da crisma. Historiadores eclesiásticos dizem que, a princípio, o Bispo dava um beijo no rosto do crismando. Posteriormente, o ósculo foi substituído por uma suave bofetada para significar a intrepidez da fé.</p>
<p>Aleluia</p>
<p>Aclamação litúrgica, tirada do hebreu, que significa “louvai o Senhor”. É frequente nos salmos. Na liturgia, é empregada como expressão de alegria e louvor. Não é usada na Quaresma, mas é muito frequente no Tempo Pascal.</p>
<p>Alfa e ômega</p>
<p>Primeira e última letra do alfabeto grego, respectivamente. São usadas na Bíblia para designar Jesus Cristo como o começo e o fim de tudo.<br />
Na liturgia da Vigília Pascal emprega-se esta imagem na bênção do círio pascal.</p>
<p>Altar</p>
<p>Ara ou pedra destinada aos sacrifícios. Para os cristãos é, além disso, mesa para o banquete comunitário. O altar fica no presbitério e deve ser o centro da atenção. O altar representa o Cristo. É por essa razão que lhe é prestada honra (beijo, incenso&#8230;) e que não se pode colocar sobre ele um objeto qualquer.</p>
<p>Alva</p>
<p>Em latim, significa “branca”. É uma vestimenta litúrgica, utilizada pelos bispos, presbíteros, diáconos e outros ministros, em forma de túnica branca, que cobre desde o pescoço até perto do calcanhar. Alva significa limpeza.</p>
<p>Ambão</p>
<p>Vem do verbo grego “anabainer” que quer dizer: subir. No caso, é a estante, situada em local de destaque, onde são efetuadas as leituras, na liturgia da palavra, e realizada a pregação. Ao final da idade média, o ambão evoluiu para o púlpito, usado pelos pregadores, e localizado sempre do lado onde se proclama o evangelho.</p>
<p>Âmbula</p>
<p>Cálice com tampa com a finalidade de conservar e distribuir as partículas consagradas. Enquanto contém o Santíssimo, costuma ser coberta com um tecido conhecido como “véu de âmbula”. Na Idade Média sua forma era de uma pequena caixa. O modelo redondo surgiu no século XVI. Seus outros nomes são: píxide e cibório</p>
<p>Amém</p>
<p>Palavra hebraica que expressa a confirmação do que foi dito, e que pode ser traduzida popularmente por: assim seja.<br />
Compete à comunidade de fé responder, com ele, às orações de quem as dirige, manifestando, assim, sua união espiritual ao seu conteúdo de fé e aos celebrantes. O termo amém pode significar também: eu creio.</p>
<p>Amito</p>
<p>É a primeira das vestes litúrgicas internas. Trata-se de um pano branco, pequeno, quadrangular, que o sacerdote católico põe sobre os ombros e ao redor do pescoço, antes de vestir a alva. É uma peça de origem egípcia, que São Bento trouxe para os monges de sua ordem.</p>
<p>Ângelus</p>
<p>Toque das Ave-Marias pela manhã, ao meio-dia e à tarde, com suas respectivas orações.<br />
Sua origem se deve ao franciscano São Boaventura, com a finalidade de cultuar o mistério da Incarnação do Verbo e honrar a Santíssima Virgem. O Papa Bento XIV prescreveu a antífona Regina Coeli em substituição ao Ângelus, no tempo pascal.</p>
<p>Ano Litúrgico</p>
<p>O ano litúrgico é formado por três ciclos: o do Natal, o Pascal e o Tempo Comum (este com dois períodos). Ao longo dessas três etapas se desdobra o mistério de Cristo: seu nascimento, sua vida pública, sua paixão, morte e ressurreição.<br />
(Fonte: Livro da Família/2003)</p>
<p>Assunsão do Senhor</p>
<p>Segundo o Dicionário Aurélio, a Ascensão do Senhor significa “festa eclesiástica, comemorativa da glorificação de Cristo logo após a morte, representada, especialmente, como subida aos céus”.<br />
É uma festa móvel, no calendário cristão, que acontece 40 dias após o Domingo de Páscoa.</p>
<p>Ave Maria</p>
<p>Oração com que os cristãos veneram a Santíssima Virgem. Primeiramente, compunha-se das palavras do Arcanjo e de Santa Isabel: “Ave Maria, cheia de graça&#8230;” Posteriormente, acrescentou-se a segunda parte: “Santa Maria mãe de Deus&#8230;” de origem franciscana.</p>
<p>Ázimo</p>
<p>É o pão não fermentado, prescrito para a consagração das hóstias na igreja ocidental. Provavelmente a partir do século VIII todos os ritos se servem dele.<br />
O direito canônico permite que os fiéis recebam a eucaristia em qualquer rito. O uso do pão ázimo remonta à páscoa dos judeus.</p>
<p>Cadeias de Pedro</p>
<p>Festa em honra das cadeias com que São Pedro esteve preso, em Jerusalém e em Roma.<br />
Conforme a tradição, as duas uniram-se numa só, quando postas em contato na ocasião em que a filha do Imperador Teodósio ofereceu a de Jerusalém ao Papa. Assim são conservadas até hoje.</p>
<p>Calendário eclesiástico</p>
<p>Do verbo grego Kalein (publicar), o termo calendário significava, na antiguidade, a publicação, no primeiro dia de cada mês, das festas a celebrar. Mais tarde, os cristãos adotaram o “calendário” para o catálogo das festas litúrgicas da Igreja Católica. Chama-se também calendário romano.</p>
<p>Cálice</p>
<p>Vaso sagrado que abriga o vinho, que, após a consagração, torna-se no Sangue de Cristo. Este vaso já era utilizado na celebração da Páscoa judáica. Por isso, ao instituir a Eucaristia, durante a celebração da Última Ceia, com seus apóstolos, Jesus tomou “um cálice&#8230;”<br />
Fonte: Dicionário da Missa,Itamar de Souza</p>
<p>Campainha</p>
<p>Pequeno instrumento de percussão, feito de metal, que o acólito toca antes da consagração do pão e do vinho, chamando a atenção da assembléia para aquele momento. Às vezes, em algumas igrejas, é tocada a campainha durante a elevação da hóstia e do cálice.<br />
Fonte: Dicionário da Missa, do Prof. Itamar de Souza</p>
<p>Capelão</p>
<p>Sacerdote encarregado de atender uma capela ou um grupo de fiéis, normalmente menor que uma paróquia, como por exemplo, um colégio, uma universidade, uma corporação militar.</p>
<p>Caráter Sacramental</p>
<p>É o sinal espiritual e indelével, impresso na alma com a recepção dos Sacramentos do batismo, da crisma e da ordem, em virtude do que tais Sacramentos não podem ser recebidos mais de uma vez. Quem é batizado, crismado ou ordenado e se torna infiel à graça, pode recobrá-la com a penitência sem de novo o mesmo Sacramento.</p>
<p>Cardeal</p>
<p>Termo que vem do latim: cardinalis, que, por sua vez, vem de cardo que significa: eixo.<br />
O cardeal faz parte de um colégio que forma o senado do Papa, e lhe assiste no governo da Igreja.<br />
Cardeal é um eixo que une.</p>
<p>Carrilhão</p>
<p>Conjunto de sinos de diversos tamanhos e afinados com precisão, o que permite a execução de melodias.<br />
O carrilhão é tocado manualmente ou através de um mecanismo eletro-eletrônico. Foi inventado em Flandres, na Holanda, e hoje se encontra nas torres de diversas igrejas do mundo.</p>
<p>Catedral</p>
<p>É a Igreja mãe e sede de uma Diocese ou Arquidiocese. Nela, o Bispo ou Arcebispo exerce o seu Magistério Episcopal, a sua função ministerial de ensinar a reta doutrina cristã. Na Catedral, a cadeira onde o Bispo se senta, na presidência das celebrações litúrgica, é chamada de Cátedra. Daí, o nome Catedral.</p>
<p>Cíngulo</p>
<p>É de origem romana e funciona como peça complementar da túnica. Na Idade Média, era feito de linho, em formato de uma faixa com seis ou sete centímetros de largura. O uso do Cíngulo, em forma de cordão, generalizou-se depois do século XV.</p>
<p>Cinzas</p>
<p>A cinza usada na quarta-feira que dá início à Quaresma é feita com a queima dos ramos bentos, no Domingo de Ramos. É guardada de um ano para outro e colocada sobre a cabeça dos fiéis, na celebração da Quarta-feira de Cinzas. Na ocasião, o celebrante lembra a passagem bíblica: “Tu és pó e ao pó tonarás” (Gn 3, 19).</p>
<p>Círio Pascal</p>
<p>Vela de cera, de maiores proporções, benta no sábado de aleluia, que representa o Cristo ressuscitado e a coluna de fogo que precedia o povo de Israel através do deserto.<br />
Cinco grãos de incenso lhe são encravados, e simbolizam as chagas contidas no corpo glorioso de cristo.</p>
<p>Colação</p>
<p>Pequena refeição que nos dias de jejum era permitido se tomar. À tarde. O costume foi introduzido nos mosteiros, a partir do VI século. Tal refeição era tomada enquanto se fazia uma leitura das obras dos Santos Padres, no período quaresmal.</p>
<p>Confessor</p>
<p>Um termo como várias significações:<br />
a) durante o tempo das perseguições, era sinônimo de mártir;<br />
b) posteriormente, um santo que confessou sua fé em Cristo com virtudes heróicas;<br />
c) sacerdote com jurisdição para ouvir a confissão sacramental dos fiéis.</p>
<p>Confraria</p>
<p>Associação pia que promove a vida cristã, aprovada pela autoridade eclesiástica.<br />
Distinguem-se três espécies:<br />
- Pia-União (sem constituição orgânica);<br />
- Sodalício (organicamente constituída);<br />
- Confraternidade (que promove o culto público). Sua expansão maior data do séc. XVI.</p>
<p>Cômputo</p>
<p>É o complicado cálculo que os liturgistas fazem para organizar o calendário litúrgico. Sua dificuldade resulta da diferença de 11 dias que existe entre o ano solar do qual dependem os meses, semanas e festas fixas em determinado dia, e o ano lunar que regula a páscoa e as festas móveis.</p>
<p>Cores Litúrgicas</p>
<p>Para cada tempo litúrgico é usada uma cor, que aparece nos paramentos dos celebrantes, nos panos do altar, na cortina do Sacrário etc. Cada uma tem seu significado. O uso das cores está definido nas normas das Instruções Gerais sobre o Missal Romano (nºs 308 e 309).<br />
O verde &#8211; é a cor da esperança, usada nos ofícios e missas do tempo comum, que se celebra agora.<br />
Branco &#8211; simboliza a vitória, a paz, a alma pura, a alegria. É usado nos ofícios e missas do tempo pascal e do natal; nas festas e memórias do Senhor, exceto as da Paixão; nas festas e memória da Virgem Maria, dos Santos Anjos, dos Santos não mártires, de Todos os Santos, São João Batista, São João Evangelista, Cátedra de São Pedro e conversão de São Paulo.<br />
Vermelho &#8211; simboliza o fogo, o sangue, o amor divino, o martírio. É usado no domingo de Ramos, na sexta-feira santa, no Pentecostes, na Paixão do Senhor, nas festas dos Apóstolos, Evangelistas e Santos Mártires.<br />
Roxo &#8211; simboliza a penitência. É usado no advento e na quaresma. Pode ser usado, também, nos ofícios e missas pelos mortos.</p>
<p>Credência</p>
<p>Pequena mesa, colocada nas proximidades do altar, sobre a qual se coloca objetos que vão ser utilizados durante a celebração, especialmente no momento do ofertório, como por exemplo: o pão, o vinho, o cálice, a patena, a água etc.</p>
<p>Cripta</p>
<p>Recinto subterrâneo, geralmente por baixo do presbitério da igreja, onde se colocam sarcófagos com corpos de santos, e se sepultam pessoas de distinção (como os bispos). Na cripta também se celebra a eucaristia. Suas formas arquitetônicas se desenvolveram a partir do século IX. São mais freqüentes nas igrejas de estilo romano.</p>
<p>Crucifixo</p>
<p>É uma cruz com o corpo de Nosso Senhor. A mais antiga representação existente da crucificação data do século V.<br />
Depois de Gregório Magno, apresentava-se Jesus vivo na cruz, como vencedor. No IX século, o Senhor era representado como rei, interpretando as palavras da Escritura: “Dizei às nações que o Senhor reinou”&#8230; (Sl 95)</p>
<p>Cruz</p>
<p>Patíbulo sobre o qual Jesus morreu. Não se deve admirar que nos primeiros séculos a cruz não se encontrasse como símbolo da liturgia, a não ser veladamente (crux dissimulata), somente inteligível aos cristãos: era considerada sinal de vergonha e humilhação para pagãos e judeus&#8230;</p>
<p>Culto das Relíquias</p>
<p>Baseia-se na colaboração do corpo nas obras de virtude e no dogma da futura ressurreição, e, por isso, é tão antigo quanto a própria Igreja. De início, limitava-se às relíquias dos mártires: o seu sangue era guardado como lembrança preciosa. A partir do IV século, a veneração das relíquias se estendeu às dos santos, em geral.<br />
Culto de Latrão</p>
<p>É o culto prestado somente a Deus e que se manifesta principalmente no reconhecimento de Deus como supremo senhor. É ato de adoração. Compete também à humanidade de Cristo, inseparavelmente, à segunda pessoa da Santíssima Trindade. A sagrada eucaristia também recebe o Culto de Latria em virtude da presença real de Cristo.</p>
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