<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Curiosidades no Você Sabia &#187; surgimento</title>
	<atom:link href="http://www.vocesabia.net/tag/surgimento/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.vocesabia.net</link>
	<description>Curiosidades, ciência, puzzles, passa tempos, testes de inteligência, truques, irpf, irpf 2012, download irpf 2012, medicina e muito mais.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Feb 2012 13:13:26 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator>
		<item>
		<title>A História do Beijo</title>
		<link>http://www.vocesabia.net/curiosidades/a-historia-do-beijo/</link>
		<comments>http://www.vocesabia.net/curiosidades/a-historia-do-beijo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 12:15:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Origem das Coisas]]></category>
		<category><![CDATA[beijo]]></category>
		<category><![CDATA[origem]]></category>
		<category><![CDATA[surgimento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.vocesabia.net/?p=645</guid>
		<description><![CDATA[Os historiadores não sabem muito sobre a história inicial do beijo. Quatro textos em Sânscrito Védico, escritos na Índia por volta de 1500 a.C., parecem descrever pessoas se beijando. Isso não significa que ninguém tenha se beijado antes, nem que os indianos tenham sido os primeiros a se beijar. Os artistas e escritores podem ter considerado o beijo particular demais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p align="left">Os historiadores não sabem muito sobre a história inicial do beijo. <strong>Quatro textos em Sânscrito Védico, escritos na Índia por volta de 1500 a.C.</strong>, <strong>parecem descrever pessoas se beijando</strong>. Isso não significa que ninguém tenha se beijado antes, nem que <strong>os indianos tenham sido os primeiros a se beijar</strong>. Os artistas e escritores podem ter considerado o beijo <strong>particular demais para ser descrito na arte ou literatura. <span id="more-645"></span></strong></p>
<p align="left">Após sua primeira menção por escrito, <strong>o beijo não apareceu muito na arte ou na literatura por algumas centenas de anos</strong>. O poema épico indiano &#8220;<strong>Mahabharata</strong>&#8221; descreve o beijo nos lábios como um sinal de afeto. O &#8220;<strong>Mahabharata</strong>&#8221; foi transmitido oralmente por milhares de anos antes de ser escrito e padronizado, <strong>em torno de 350 d.C</strong>.</p>
<p align="left">O texto religioso indiano &#8220;<strong>Vatsyayana Kamasutram</strong>&#8220;, ou o &#8220;<strong>Kama Sutra</strong>&#8220;, também descreve uma variedade de beijos. <strong>Ele foi escrito no século VI d.C.</strong> Os antropólogos que acreditam que o beijo é um comportamento aprendido afirmam que os gregos souberam sobre ele quando Alexandre, o Grande, invadiu a Índia em 326 a.C.</p>
<p>Não há muitos registros sobre os beijos no mundo ocidental até a época do Império Romano. Os romanos costumavam usar o beijo para cumprimentar amigos e familiares. Os cidadãos beijavam a mão do Imperador e, naturalmente, as pessoas beijavam seus parceiros. Os romanos tinham três categorias para o beijo:</p>
<ul>
<li>osculum era um beijo na bochecha</li>
<li>basium era um beijo nos lábios</li>
<li>savolium era um beijo profundo</li>
</ul>
<p><strong>Os romanos também iniciaram várias tradições relacionadas ao beijo que perduram até hoje. </strong>Na Roma antiga, os casais ficavam noivos beijando-se apaixonadamente na frente de um grupo de pessoas. Essa é, provavelmente, uma das razões pelas quais os casais modernos se beijam ao final de cerimônias de casamento. Além disso, embora a maioria das pessoas pense que somente cartas de amor são &#8220;seladas com um beijo&#8221;, os beijos foram utilizados para selar contratos jurídicos e comerciais. Os antigos romanos também costumavam beijar como parte de suas campanhas políticas. No entanto, vários escândalos de &#8220;beijos por votos&#8221; na Inglaterra do século XVIII levaram, teoricamente, os candidatos a beijar somente jovens e idosos.</p>
<p align="left"><strong>O beijo também teve sua função nos primórdios da Igreja Cristã</strong>. Os cristãos com freqüência se cumprimentavam com um osculum pacis, ou beijo sagrado. De acordo com essa tradição, o beijo sagrado causava uma transferência de espírito entre as duas pessoas que se beijavam. A maioria dos pesquisadores acredita que o objetivo desse beijo era estabelecer vínculos familiares entre os membros da igreja e fortalecer a comunidade.</p>
<p align="left"><strong>Até 1528, o beijo sagrado era parte da missa católica. </strong>No século XIII, a Igreja Católica o substituiu por um cumprimento de paz. A Reforma Protestante no século XVI removeu totalmente o beijo da prática protestante. Na verdade, o beijo sagrado não exercia uma função na prática católica religiosa moderna, embora alguns cristãos beijem símbolos religiosos, como o anel do Papa, por exemplo.</p>
<p align="left">Embora atualmente, poucos  religiosos incorporem o beijo sagrado, <strong>o beijo ainda prevalece na cultura ocidental</strong>. Hoje em dia, as pessoas se beijam em várias situações por motivos diversos.</p>
<p align="left">Mas nem todos os beijos são felizes. Obras da literatura como &#8220;<strong>Romeu e Julieta</strong>&#8221; descreveram beijos como <strong>&#8220;perigosos&#8221; ou &#8220;mortais&#8221;</strong> quando compartilhado com as pessoas erradas. Alguns <strong>estudiosos do folclore e críticos literários vêem o vampirismo como um símbolo dos perigos físicos e emocionais decorrentes de se beijar a pessoa errada. </strong></p>
<p align="left">Atualmente, a maioria das culturas em todo o mundo pratica o beijo, mas possui diferentes opiniões sobre quando e onde o beijo é apropriado. Nos anos 90, vários artigos na mídia relatavam uma tendência entre os jovens de beijar em público no Japão, um país onde o beijo tradicionalmente era visto como uma atividade privada.</p>
<p><strong>O beijo de Judas</strong></p>
<p align="left">Um dos beijos mais famosos do mundo ocidental foi o beijo de Judas Iscariotes usado para trair Jesus antes da crucificação. Esse beijo teve forte influência sobre as práticas espirituais cristãs. Grupos da igreja logo omitiram o beijo sagrado, ou se abstiveram por completo de beijar na Quinta-Feira Santa. A Quinta-Feira Santa é a quinta antes da Páscoa e o dia utilizado para comemorar a Última Ceia, após a qual Judas traiu Jesus nos Jardins do Getsêmani.</p>
<p align="left"><strong>Fonte: pessoas.hsw.uol.com.br</strong></p>
<div class="shr-publisher-645"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom -->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.vocesabia.net/curiosidades/a-historia-do-beijo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como Surgiram as Bicicletas?</title>
		<link>http://www.vocesabia.net/curiosidades/como-surgiram-as-bicicletas/</link>
		<comments>http://www.vocesabia.net/curiosidades/como-surgiram-as-bicicletas/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 21 Jan 2011 11:42:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Origem das Coisas]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[ano]]></category>
		<category><![CDATA[bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[bike]]></category>
		<category><![CDATA[como]]></category>
		<category><![CDATA[da]]></category>
		<category><![CDATA[decada]]></category>
		<category><![CDATA[historia]]></category>
		<category><![CDATA[surgimento]]></category>
		<category><![CDATA[surgiu]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.vocesabia.net/?p=618</guid>
		<description><![CDATA[Primeiros Passos O primeiro passo no processo de evolução da bicicleta ocorreu em 1816. Nesse ano, o barão alemão Karl Friederich von Drais adaptou uma direção ao Celerífero. Junto com o primeiro guidão, apareceu a &#8220;Draisiana&#8221;, bicicleta que von Drais usou para percorrer o trajeto entre Beaun e Dijon, na França, à velocidade média de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><h4>Primeiros Passos</h4>
<p>O primeiro passo no processo de evolução da bicicleta ocorreu em 1816. Nesse ano, o barão alemão Karl Friederich von Drais adaptou uma direção ao Celerífero. Junto com o primeiro guidão, apareceu a &#8220;Draisiana&#8221;, bicicleta que von Drais usou para percorrer o trajeto entre Beaun e Dijon, na França, à velocidade média de 15 km/h, o primeiro &#8220;recorde ciclístico&#8221;. Os modelos de Drais se caracterizavam por uma série de acessórios.<span id="more-618"></span></p>
<p>Mas<strong> foi em 1820 que deu-se o grande passo da história ciclística</strong>: o escocês Kikpatrick McMillan adapta ao eixo traseiro duas bielas, ligadas por barras de ferro. Estas duas barras tinham a função de um pistão, eram acionadas pelos pés, o que provoca a avanço da roda traseira. O primeiro pedal, no entanto, surgiu em 1855, inventado pelo francês Ernest Michaux, que o instalou num veículo de duas rodas traseiras e uma dianteira; os pedais eram ligados à roda dianteira e o invento ficou conhecido como &#8220;Velocípede&#8221;.</p>
<h3>Progresso</h3>
<p>Com o crescimento do número de entusiastas, as autoridades, de Paris principalmente, por volta de 1862, são obrigadas a criar caminhos especiais para os velocípedes nos parques, para que se não se misturassem com charretes e carroças. Surgiram, assim, as primeiras ciclovias, no mesmo ano em que é divulgada a primeira estatística: <strong>Ernest Michaux consegue fabricar 142 unidades em 12 meses</strong>.</p>
<h3>Historia</h3>
<p>Estas são as principais datas da história da bicicleta:</p>
<p><strong>1790</strong> &#8211; O conde francês Mede de Sivrac idealiza o celerífero, derivado das palavras latinas celer (rápido) e fero (transporte).</p>
<p><strong>1816</strong> &#8211; O barão alemão Karl Friedrick Christian Ludwing van Sauerbroun Drais, nascido em Baden, instala o guidão no &#8220;celerífero&#8221; e cria a &#8220;draisiana”.</p>
<p><strong>1818</strong> &#8211; A 5 de abril, o barão Drais apresenta seu invento no Parque de Luxemburgo, em Paris, e meses mais tarde faz o trajeto Beaum-Dijon na velocidade média de 15 km/h.<br />
<strong>1820</strong> Draisiana Infantil (primeira infantil do Mundo)</p>
<p><strong>1840</strong> &#8211; O escocês Kirkpatrick McMillan adapta duas bielas ao eixo da roda traseira, que serviam como pedias. No entanto, havia desconforto na pedalada e dificuldade de equilíbrio.</p>
<p><strong>1855</strong> &#8211; O francês Ernest Michaux e seu filho, de apenas 14 anos de idade, adaptam pedais à roda dianteira do velocípede, veículo que tinha como grande problema o elevado peso de 45 quilos.</p>
<p><strong>1868</strong> 1ª Prova masculina com biciclos, vencida pelo inglês James Moore, Parque Saint&#8217; Cloud Paris. 1ª Prova Feminina, ocorrida no parque Bordelais, em Paris, no dia 1º de novembro.</p>
<p><strong>1875</strong> &#8211; Nasce a primeira fábrica de bicicletas do mundo, a Companhia Michaux, com 200 operários, que fabricavam cerca de 140 bicicletas por ano. Cada uma era vendida, na época por um exorbitante: 450 francos.</p>
<p><strong>1877</strong> &#8211; Rouseau apresenta um dispositivo que por meio de duas correntes multiplicava o giro da roda dianteira.</p>
<p><strong>1880</strong> &#8211; Vicent, parisiense, controi a primeira bicicleta com transmissão aplicada ao cubo da roda traseira.<br />
<strong><br />
1884</strong> &#8211; Ano cheio de acontecimentos. Na Inglaterra, Thomas Humbert inventa o quadro de quatro tubos, utilizando caixas de centro com esferas. Na Itália, o plano esportivo vai se desenvolvendo. Veloce Club de Firenze organiza a primeira corrida de bicicletas, no dia 2 de fevereiro, num circuito de 33 quilômetros. Um jovem de apenas 16 anos, van Heste Rynner, é o vencedor.</p>
<p><strong>1885</strong> &#8211; Giusepe Pasta vence a I Volta dos Bastiones, realizada em Milão, cobrindo os 11 quilómetros em 37 minutos. Nessa época, os intelectuais comentavam ser a bicicleta &#8220;mais sedutora que uma mulher&#8221;.<br />
<strong><br />
1887 </strong>- Invenção do pneu, James Boyd Dunlop, Irlanda.<br />
<strong><br />
1891 </strong>- O francês Michelin lança o pneu desmontável.</p>
<p><strong>1895</strong> &#8211; No dia 9 de outubro toda a cidade de Milão aplaude a chegada de Raffaelle Gatti, que retorna do &#8220;Tour do Círculo Polar Ártico&#8221;.</p>
<p>A partir daí, sucessivas modificações técnicas foram introduzidas na bicicleta, tais como câmbio, roda livre e tubular.</p>
<p>A roda livre foi criada para oferecer maior conforto ao ciclista em ação, permitindo interromper a pedalada especialmente em descidas, em trajetos com vento a favor e em alguns momentos de calma na corrida.</p>
<p>O tubular é constituído por um invólucro de borracha e tela de Nylon ou seda, em forma de tripa, com uma câmara de ar em seu interior e uma válvula. Esse conjunto é costurado na parte interna e protegido por uma faixa de Tecido de Algodão.</p>
<p>O câmbio velocidade, permite o aproveitamento de várias engrenagens e com isso imprimir maiores velocidades. É a última que aperfeiçoou tecnicamente a bicicleta e o fator mais importante desse progresso técnico.</p>
<p>Dessa forma, até os nossos dias, a bicicleta vem sendo aperfeiçoada, em relação aos materiais empregados, aos vários tipos relacionados com as modalidades, etc.</p>
<p>Unidos pela bike &#8211; Nasceu assim, o que imediatamente foi chamado: Ciclismo: &#8220;A máquina, que unida à maravilhosa natureza do homem ganha tempo e espaço&#8221;.</p>
<p>Foi a Inglaterra, o primeiro país que promoveu uma regulamentação ciclística, criando o &#8220;Bicicle Union&#8221;. Na Itália, a legislação sobre o ciclismo surgiu 5 anos mais tarde, com a criação da União Velocipedista Italiana.</p>
<p><strong>Em 1892</strong> na Europa foi constituída a Internacional Cyclist Association e teve sua sede em Londres, agrupando as Federações Nacionais, dos Estados Unidos, Bélgica, França, Canadá, Alemanha, Holanda, Inglaterra e Itália. Um dos primeiros atos da ICA, foi a criação dos primeiros campeonatos do Mundo, substituindo as provas até então promovidas por entidades particulares.</p>
<p>Porém, somente em 1886, graças a alguns ingleses, foram organizados os primeiros campeonatos mundiais, com boa consistência e organização mais séria, na cidade de Leicester. Em 1893 devido a uma polêmica com os órgãos italianos, se fez nascer a atual UCI, União Ciclística Internacional.</p>
<div class="shr-publisher-618"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom -->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.vocesabia.net/curiosidades/como-surgiram-as-bicicletas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como Surgiu o E-Mail?</title>
		<link>http://www.vocesabia.net/curiosidades/como-surgiu-o-e-mail/</link>
		<comments>http://www.vocesabia.net/curiosidades/como-surgiu-o-e-mail/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 Jan 2011 11:32:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Origem das Coisas]]></category>
		<category><![CDATA[correio]]></category>
		<category><![CDATA[eletronico]]></category>
		<category><![CDATA[email]]></category>
		<category><![CDATA[funcao]]></category>
		<category><![CDATA[informatica]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[origem]]></category>
		<category><![CDATA[surgimento]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.vocesabia.net/?p=636</guid>
		<description><![CDATA[O correio eletrônico é anterior ao surgimento da Internet. Os sistemas de e-Mail foram uma ferramenta crucial para a criação da rede internacional de computadores. O primeiro sistema de troca de mensagens entre computadores que se tem notícia foi criado em 1965, e possibilitava a comunicação entre os múltiplos usuários de um computador do tipo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p><strong>O correio eletrônico é anterior ao surgimento da Internet</strong>. Os sistemas de e-Mail foram uma ferramenta crucial para a criação da rede internacional de computadores.</p>
<p>O primeiro sistema de troca de mensagens entre computadores que se tem notícia f<strong>oi criado em 1965, e possibilitava a comunicação entre os múltiplos usuários de um computador do tipo mainframe</strong>. Apesar da história ser um tanto obscura, acredita-se que os primeiros sistemas criados com tal funcionalidade foram o <span class="new">Q32</span> da <span class="new">SDC</span> e o CTSS do <span class="mw-redirect">MIT</span>.<span id="more-636"></span></p>
<p>O sistema eletrônico de mensagens transformou-se rapidamente em um &#8220;<strong>e-Mail em rede</strong>&#8220;, permitindo que usuários situados em diferentes computadores trocassem mensagens. Também não é muito claro qual foi o primeiro sistema que suportou o e-Mail em rede. O sistema <strong><span class="new">AUTODIN</span></strong>, em <strong>1966</strong>, parece ter sido o primeiro a permitir que mensagens eletrônicas fossem transferidas entre computadores diferentes, mas é possível que o sistema <strong><span class="new">SAGE</span></strong> tivesse a mesma funcionalidade algum tempo antes.</p>
<p>A rede de computadores <strong>ARPANET</strong> fez uma grande contribuição para a evolução do e-Mail. Existe um relato que indica a transferência de mensagens eletrônicas entre diferentes sistemas situados nesta rede logo após a sua criação, em <strong>1969</strong>. O programador Ray Tomlinson iniciou o uso do sinal <strong>@</strong> para separar os nomes do usuário e da máquina no endereço de correio eletrônico em <strong>1971</strong>. Considerar que ele foi o &#8220;inventor&#8221; do e-Mail é um exagero, apesar da importância dos seus programas de email: <strong><span class="new">SNDMSG</span></strong> e <strong><span class="new">READMAIL</span></strong>. A primeira mensagem enviada por Ray Tomlinson não foi preservada; era uma mensagem anunciando a disponibilidade de um e-Mail em rede. <strong>A ARPANET</strong> aumentou significativamente a popularidade do correio eletrônico.</p>
<p>Fonte: Wikipedia.Org</p>
<div class="shr-publisher-636"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom -->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.vocesabia.net/curiosidades/como-surgiu-o-e-mail/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A História da Caneta Esferográfica</title>
		<link>http://www.vocesabia.net/curiosidades/a-historia-da-caneta-esferografica/</link>
		<comments>http://www.vocesabia.net/curiosidades/a-historia-da-caneta-esferografica/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 11:53:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Como Funciona]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Origem das Coisas]]></category>
		<category><![CDATA[bic]]></category>
		<category><![CDATA[canetas]]></category>
		<category><![CDATA[esferografica]]></category>
		<category><![CDATA[historia]]></category>
		<category><![CDATA[origem]]></category>
		<category><![CDATA[surgimento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.vocesabia.net/?p=706</guid>
		<description><![CDATA[&#160; O jornalista húngaro Laszlo Biro conhecia bem os problemas das canetas normais e, enquanto visitava a redação de um jornal, ele teve a idéia de criar uma caneta que utiliza uma tinta de secagem rápida, em vez da tinta da Índia. Observando que a tinta do jornal saía imediatamente seca e quase nunca borrava, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>&nbsp;</p>
<p>O jornalista húngaro <strong>Laszlo Biro</strong> conhecia bem os problemas das canetas normais e, enquanto visitava a redação de um jornal, ele teve a idéia de criar uma caneta que utiliza uma tinta de secagem rápida, em vez da tinta da Índia.</p>
<p>O<strong>bservando que a tinta do jornal saía imediatamente seca e quase nunca borrava</strong>, Biro se dedicou a criar um novo tipo de instrumento de escrita que utilizasse uma tinta semelhante.</p>
<p>Para evitar que sua caneta entupisse com uma tinta espessa, propôs o uso de uma pequena esfera de metal que rolava em uma extremidade do tubo onde estava esta tinta de secagem rápida. A esfera então teria duas funções: agir como um protetor para impedir que a tinta secasse e permitir que a tinta fluísse para fora da caneta a uma velocidade controlada.<span id="more-706"></span></p>
<p>Em 1938, <strong>Biro</strong> e seu irmão <strong>Georg</strong>, que era <strong>químico</strong>, entraram com um pedido de patente junto ao Departamento Europeu de Patentes (site em inglês). <strong>Laszlo Biro</strong> teve que deixar a Hungria e recebeu a patente em Paris. Começou então a produzir os primeiros modelos comerciais, as <strong>canetas Biro</strong>. Posteriormente, o governo britânico comprou os direitos da caneta patenteada para que pudessem ser utilizadas pela tripulação da <strong>Força Aérea Real</strong>. Além de serem mais resistentes que as convencionais, <strong>as canetas esferográficas funcionam em grandes altitudes</strong> onde há menos pressão (canetas tinteiro convencionais vazavam nessas circunstâncias). Seu desempenho de sucesso para a <strong>Força Aérea Real</strong> colocou a caneta Biro sob os holofotes, e durante a Segunda Guerra Mundial, a caneta esferográfica foi amplamente utilizada pelos militares.</p>
<p>Nos <strong>Estados Unidos</strong>, a <strong>primeira caneta esferográfica</strong> de sucesso a ser produzida comercialmente, que viria a substituir a caneta tinteiro comum, foi apresentada por <strong>Milton Reynolds, em 1945</strong>. Vinha com uma pequena esfera que liberava uma tinta pesada e gelatinosa sobre o papel. As <strong>Canetas Reynolds</strong> foram divulgadas como <strong>&#8220;a primeira caneta que escreve debaixo d&#8217;água&#8221;</strong>. <strong>Reynolds</strong> vendeu 10 mil das canetas que criou logo que foram lançadas. Essas primeiras canetas eram caras (cerca de US$ 10 cada), principalmente por causa da nova tecnologia.</p>
<p>Em 1945, as primeiras canetas esferográficas acessíveis foram fabricadas quando o francês Marcel Bich desenvolveu um processo industrial de fabricação de canetas que reduzia significativamente o custo por unidade. Em 1949, Bich lançou suas canetas na Europa. Deu a elas o nome <strong>&#8220;BIC&#8221;</strong>, uma versão abreviada do seu nome que seria fácil de lembrar. Dez anos depois, a <strong>BIC</strong> vendeu suas primeiras canetas no mercado norte-americano.</p>
<p>No início, os consumidores relutavam em comprar uma caneta <strong>BIC</strong>, já que tantas outras canetas haviam sido lançadas sem sucesso no mercado dos EUA por outros fabricantes. Para acabar com essa relutância, a empresa BIC criou uma campanha em rede nacional de televisão para contar aos consumidores que esta caneta esferográfica <strong>&#8220;escreve logo de cara, sempre!&#8221; </strong>e que seu preço era de apenas US$ 0,29. A BIC também lançou anúncios de TV que mostravam as canetas sendo atiradas de rifles, amarradas a patins de gelo e até montadas sobre britadeiras. Após um ano, a concorrência forçou a queda de preços para US$ 0,10 por caneta. Hoje, a empresa <strong>BIC</strong> fabrica milhões de canetas esferográficas por dia.</p>
<p><strong>Fonte: casa.hsw.uol.com.br</strong></p>
<div class="shr-publisher-706"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom -->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.vocesabia.net/curiosidades/a-historia-da-caneta-esferografica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quem Inventou o Carro?</title>
		<link>http://www.vocesabia.net/curiosidades/quem-inventou-o-carro/</link>
		<comments>http://www.vocesabia.net/curiosidades/quem-inventou-o-carro/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 12:10:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Origem das Coisas]]></category>
		<category><![CDATA[automovel]]></category>
		<category><![CDATA[invencao]]></category>
		<category><![CDATA[surgimento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.vocesabia.net/?p=820</guid>
		<description><![CDATA[É difícil responder quem inventou o automóvel. Porque o automóvel, como a humanidade, é fruto de um processo evolutivo, sendo seus antecessores o carro puxado a cavalos, no qual foi montado um motor a vapor, que inventaram um jeito de parar, aumentar a potência, fabricar em série e assim seguiu sua evolução. No século XIX, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>É difícil responder <strong>quem inventou o automóvel</strong>. Porque o automóvel, como a humanidade, é fruto de um <strong>processo evolutivo</strong>, sendo seus antecessores o carro puxado a <strong>cavalos</strong>, no qual foi montado um motor a vapor, que inventaram um jeito de parar, aumentar a potência, fabricar em série <strong>e assim seguiu sua evolução.</strong></p>
<p>No<strong> século XIX</strong>, surgem as primeiras carruagens sem cavalos, movidas a vapor e tão barulhentas e lentas que desanimariam qualquer um. Mas, os inventores são “pessoas” que pertencem a uma categoria diferente dos outros simples mortais, foram persistentes ao ponto de serem chamados de lunáticos e doidos.</p>
<p>Graças a essa persistência a partir de 1830, foram aperfeiçoados a <strong>veículos elétricos</strong> alimentados por <strong>baterias</strong>, eram mais rápidos e silenciosos, mas tinham um inconveniente de não poder percorrer longas distâncias, pois dependiam de carga das baterias.<span id="more-820"></span></p>
<p>Em 1860 <strong>Étienne Lenoir</strong>, constrói o primeiro <strong>motor de combustão interna</strong>, ou seja, que queima combustível dentro de um cilindro, o mesmo princípio utilizado nos motores até hoje. Entre 1860 e 1870, diversas experiências isoladas em toda a Europa, deram enorme contribuição para o aparecimento de algo muito semelhante ao automóvel que conhecemos atualmente. Dentre estas experiências está a construção de um pequeno carro movido por um motor a 4 tempos, construído por Siegfried Markus, em Viena, em 1874.</p>
<p>Os motores a vapor, que <strong>queimavam o combustível</strong> fora dos cilindros, abriram caminho para os motores de combustão interna, que queimavam no interior dos cilindros uma mistura de ar e gás de iluminação. O ciclo de 4 tempos foi utilizado com êxito pela primeira vez em 1876, num motor construído pelo engenheiro alemão Conde Nikolaus Oto. Ao surgir a <strong>gasolina</strong> como combustível, substituindo o gás, o motor passou a ter uma alimentação de carburante independente.</p>
<p>Haviam diversas experiências bem sucedidas para o aprimoramento do automóvel, faltava apenas reunir tudo isso em um <strong>único veículo</strong>. Gottlieb Daimler e <strong>Karl Benz,</strong> cada um ao seu modo, foram os primeiros a utilizar o novo combustível.</p>
<p>Em 1872, surgiu o primeiro motor <strong>Daimler-Maybach</strong>. Já em 1885, Karl Benz criou um motor de 4 tempos e instalou na parte de trás de um<strong> triciclo</strong>. Era mais pesado e mais lento que o de Daimler, mas duas características desse veículo persistem até hoje: a <strong>válvula curta de haste e prato e o sistema de refrigeração de água</strong> (a água não circulava, ficava armazenada num compartimento) que tinha que ser constantemente abastecido para manter-se cheio e compensar as perdas por ebulição.</p>
<p>Karl Bens é considerado o “<strong>Pai do Automóvel</strong>”. Ele era um homem de negócios e em 1887, iniciou a venda de um veículo de três rodas, colocando pioneiramente a disposição da sociedade, um automóvel, veículo que iria mais tarde modificar todos os conceitos de locomoção do ser humano.</p>
<p>Fonte: Yahoo Respostas</p>
<div class="shr-publisher-820"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom -->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.vocesabia.net/curiosidades/quem-inventou-o-carro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Universal Serial Bus</title>
		<link>http://www.vocesabia.net/curiosidades/universal-serial-bus/</link>
		<comments>http://www.vocesabia.net/curiosidades/universal-serial-bus/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2008 11:03:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Como Funciona]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Origem das Coisas]]></category>
		<category><![CDATA[bus]]></category>
		<category><![CDATA[historia]]></category>
		<category><![CDATA[serial]]></category>
		<category><![CDATA[surgimento]]></category>
		<category><![CDATA[universal]]></category>
		<category><![CDATA[usb]]></category>
		<category><![CDATA[versoes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.vocesabia.net/?p=762</guid>
		<description><![CDATA[A grande maioria das pessoas têm ou ja devem ter visto um cabo USB dando sopa pela casa. Mas você sabe como esse instrumento que facilita tanto a vida das pessoas surgiu? Continue lendo a postagem a seguir. Universal Serial Bus (USB) é um tipo de conexão Plug and Play que permite a conexão de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>A grande maioria das pessoas têm ou ja devem ter visto um cabo USB dando sopa pela casa. Mas você sabe como esse instrumento que facilita tanto a vida das pessoas surgiu? Continue lendo a postagem a seguir.</p>
<p><strong>Universal Serial Bus</strong> (<strong>USB</strong>) é um tipo de conexão <em>Plug and Play</em> que permite a conexão de periféricos sem a necessidade de desligar o computador.<span id="more-762"></span></p>
<p>Antigamente instalar <span class="mw-redirect">periféricos</span> em um computador obrigava o usuário a abrir a maquina, o que para a maioria era uma tarefa quase impossível pela quantidade de conexões internas que muitas vezes eram feita através de testes perigosos para o computador, sem falar que na maioria das vezes seria preciso configurar jumpers e interrupções <span class="mw-redirect">IRQs</span>, tarefa difícil até para profissionais da área.</p>
<p>O surgimento padrão PnP (<em>Plug and Play</em>) diminuiu toda a complicação existente na configuração desses dispositivos. O objetivo do padrão PnP foi tornar o usuário sem experiência, capaz de instalar um novo periférico e usá-lo imediatamente sem mais delongas. Mas esse padrão ainda era suscetível à falhas, o que causava dificuldades para alguns usuários.</p>
<p>O USB <em>Implementers Forum</em> foi concebido na óptica do conceito de <em>Plug and Play</em>, revolucionário na altura da expansão dos computadores pessoais, feito sobre um barramento que adota um tipo de conector que deve ser comum a todos os aparelhos que o usarem, assim tornando fácil a instalação de periféricos que adotassem essa tecnologia e diminuiu o esforço de concepção de periféricos, no que diz respeito ao suporte por parte dos <span class="mw-redirect">sistemas operacionais</span> (SO) e hardware. Assim, surgiu um padrão que permite ao SO e à placa-mãe diferenciar, transparentemente:</p>
<ul>
<li>A classe do equipamento (dispositivo de armazenamento, placa de rede, placa de som, etc);</li>
<li>As necessidades de alimentação elétrica do dispositivo a uma distancia de ate 5 metros sem a necessidade de outro equipamento, caso este não disponha de alimentação própria;</li>
<li>As necessidades de largura de banda (para um dispositivo de vídeo, serão muito superiores às de um teclado, por exemplo);</li>
<li>As necessidades de latência máxima;</li>
<li>Eventuais modos de operação internos ao dispositivo (por exemplo, <span class="mw-redirect">máquina digital</span> pode operar, geralmente, como uma webcam ou como um dispositivo de armazenamento &#8211; para transferir as imagens).</li>
</ul>
<p>Ainda, foi projetado de maneira que possam ser ligados vários periféricos pelo mesmo <em>canal</em> (i.e., porta USB). Assim, mediante uma topologia em árvore, é possível ligar até 127 dispositivos a uma única porta do computador, utilizando, para a derivação, hubs especialmente concebidos, ou se por exemplo as impressoras ou outro periféricos existentes hoje tivessem uma entrada e saida usb, poderíamos ligar estes como uma corrente de até 127 dispositivos, um ligado ao outro, os quais o computador gerenciaria sem nenhum problema, levando em conta o tráfego requerido e velocidade das informação solicitadas pelo sistema. Estes dispositivos especiais (os hub&#8217;s anteriormente citados) &#8211; estes também dispositivos USB, com <em>classe</em> específica -, são responsáveis pela gestão da sua sub-árvore e cooperação com os nós acima (o computador ou outros hubs). Esta funcionalidade foi adaptada da vasta experiência em redes de <em>bus</em>, como o Ethernet &#8211; o computador apenas encaminhará os pacotes USB (unidade de comunicação do protocolo, ou <strong>URB</strong>, do inglês <em>Uniform Request Block</em>) para uma das portas, e o pacote transitará pelo bus até ao destino, encaminhado pelos hubs intermediários.</p>
<h4>Concepção</h4>
<p>O padrão USB foi desenvolvido por um consórcio de empresas, entre as quais destacam-se: Microsoft, <span class="mw-redirect">Apple</span>, Hewlett-Packard, NEC, <span class="mw-redirect">Intel</span> e Agere.</p>
<p>Foi muito difícil para estas empresas encontrar um consenso sobre a abordagem do controlador. Dividiram-se então as opiniões, formando dois grupos distintos:</p>
<ul>
<li><strong>UHCI</strong>, <em>Universal Host Controller Interface</em>, apoiado majoritariamente pela <span class="mw-redirect">Intel</span>, que transferia parte do processamento do protocolo para o software (<em>driver</em>), simplificando o controlador eletrônico;</li>
<li><strong>OHCI</strong>, <em>Open Host Controller Interface</em>, apoiado pela Compaq, Microsoft e National Semiconductor, que transferia a maior parte do esforço para o controlador eletrônico, simplificando o controlador lógico (driver).</li>
</ul>
<p>Isto gerou algumas incompatibilidades e lançou a ameaça de dispersão do padrão. Pela experiência anterior em casos de adaptação de padrões (como o caso das extensões individualistas do HTML da Microsoft e da Netscape à versão 3 deste protocolo que, frequentemente, quebrava a compatibilidade entre <em>site</em>s), agora podia-se confirmar a desvantagem de não se conseguir a universalização. Porém, traria novas conclusões para a versão 2.0 deste protocolo, desta vez unidos sob o modelo <span class="new">EHCI</span>, <em>Enhanced Host Controller Interface</em>, permitindo colmatar as falhas e reunir as qualidades dos dois modelos anteriores; mas sem dúvida, o avanço notável desta versão seria o aumento da largura de banda disponível &#8211; tornava-se agora possível, com um único driver, transferir som, vídeo e ainda assim usar a impressora, portudo isto pelo mesmo canal &#8211; até um total de 480 Mbits/s.</p>
<h4><span class="mw-headline">História das Versões</span></h4>
<ul>
<li><strong>USB 0.7</strong>: Lançado em novembro de 1994.</li>
<li><strong>USB 0.8</strong>: Lançada em dezembro de 1994.</li>
<li><strong>USB 0.9</strong>: Lançada em abril de 1995.</li>
<li><strong>USB 0.99</strong>: Lançado em agosto de 1995.</li>
<li><strong>USB 1.0</strong>: Lançado em janeiro de 1996, com taxas de transferência de dados</li>
</ul>
<p>de 1,5 Mbit / s (baixa velocidade) e 12 Mbit / s (Velocidade máxima).</p>
<p><a id="USB_1.1" name="USB_1.1"></a></p>
<h4><span class="mw-headline">USB 1.1</span></h4>
<p>O padrão 1.1 foi lançado em 1998 para corrigir problemas encontrados no padrão 1.1. Ao ser lançado o padrão USB 1.1 trouxe uma série de vantagens pois graças a uma interface única, a tarefa de conectar diversos tipos de aparelho ao computador tornou-se mais fácil, e aumentou o diversificação de tipos de periféricos, porém tinha como um grande ponto fraco a baixa velocidade na transição de dados (1,5 a 12 <span class="mw-redirect">Mbps</span>), elevado em consideração as <span class="new">portas seriais</span>, mas muito deficiente em relação a outros tipos de baramentos como o SCSI (80 a 160 Mbps) e o FireWire (400Mbps),principal concorrente cujo o maior desenvolvedor era a <span class="mw-redirect">Apple</span>. Até então a baixa transição não era um agravante para as aplicações da época, mas à medida que o uso crescia aumentava a necessidade de taxas maiores na transferência de dados entre um dispositivo e o computador, prejudicando o uso de equipamentos como HDs removíveis, gravadores de DVDs externos , e <span class="mw-redirect">scanner</span> de alta resolução tornando-se nesse necessário o <em>upgrade</em> do padrão.</p>
<p><a id="USB_2.0" name="USB_2.0"></a></p>
<h4><span class="mw-headline">USB 2.0</span></h4>
<p>O padrão USB 2.0 foi lançado em abril de 200 com a velocidade de 480 Mbps, o equivalente a cerca de 60 MB por segundo. O conector continuou sendo o mesmo das versão anterior, totalmente compatível com dispositivos que funcionam com o USB 1.1, mas nesse caso com a mesma velocidade de transferência reduzida do padrão 1.1. Isso ocorre porque o barramento USB 2.0 tentará se comunicar à velocidade de 480 Mbps. Se não conseguir, tentará a velocidades mais baixas até obter êxito.</p>
<p>Uma outra novidade importante e que a partir dessa versão, fabricantes poderiam adotar o padrão em seus produtos sem a obrigatoriedade de pagar uma <span class="mw-redirect">licença de uso da tecnologia</span>. Esse foi um fator importante para a ampliação de novos periféricos que usam a tecnologia e barateamento desses periféricos.</p>
<p>O lançamento também trouxe outra vantagem à USB: o padrão FireWire foi padronizado principalmente para trabalhar com aplicações que envolvem vídeo e áudio, mas como a velocidade do USB 2.0 supera a velocidade das primeiras implementações do FireWire, ele também se tornou uma opção viável para aplicações multimídia, o que aumentou seu leque de utilidades.</p>
<div class="shr-publisher-762"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom -->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.vocesabia.net/curiosidades/universal-serial-bus/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como surgiram os talheres?</title>
		<link>http://www.vocesabia.net/curiosidades/como-surgiram-os-talheres/</link>
		<comments>http://www.vocesabia.net/curiosidades/como-surgiram-os-talheres/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2008 19:10:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supertrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[garfo]]></category>
		<category><![CDATA[idade]]></category>
		<category><![CDATA[media]]></category>
		<category><![CDATA[surgimento]]></category>
		<category><![CDATA[talheres]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.vocesabia.net/?p=612</guid>
		<description><![CDATA[Até o século XI, quase todo mundo comia com as mãos. Os mais educados eram aqueles que usavam apenas três dedos para levar o alimento à boca. Naquele século, Domenico Salvo, membro da corte de Veneza, casou-se com a princesa Teodora, de Bizâncio. Ela trouxe no enxoval um objeto pontudo, com dois dentes, que usava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop --><p>Até o século XI, <strong>quase todo mundo comia com as mãos</strong>. Os mais educados eram aqueles que usavam apenas três dedos para levar o alimento à boca. Naquele século, <strong>Domenico Salvo</strong>, membro da corte de Veneza, casou-se com a princesa Teodora, de Bizâncio. Ela trouxe no enxoval um objeto pontudo, com dois dentes, que usava para espetar os alimentos.<span id="more-612"></span> Esse primeiro garfo foi considerado uma heresia: <strong>o alimento, fornecido por Deus era sagrado e tinha de ser comido com as mãos</strong>. Mas, pouco a pouco, membros da nobreza e do clero foram adotando o talher. <strong>O hábito demorou para pegar entre a população</strong>: com mais dentes, o espeto só se tornou popular mesmo no século XIX. Já a faca é o mais antigo dos talheres: foi o <strong>Homo erectus, que surgiu na Terra há 1,5 milhão de anos</strong>, quem criou o primeiro objeto cortante, feito de pedra, para caça e defesa. Desde então, o homem sempre carregou uma faca.</p>
<p>Na Idade do Bronze, que começou por volta de 3000 a.C., <strong>ela passou a ser feita com esse metal e a mesma faca que servia para matar era usada também para descascar frutas.</strong> O primeiro a sugerir que cada homem deveria ter um talher para ser usado exclusivamente à mesa foi o cardeal francês Richelieu (1585-1642),<strong> um fervoroso defensor das boas maneiras,</strong> por volta de 1630. <strong><em>Ao contrário da faca, a colher já surgiu com o objetivo de ser usada à mesa</em></strong>. Há registros arqueológicos de artefatos parecidos com mais de 20 000 anos, feitos de madeira, pedra e marfim. Mas, no início, a colher era de uso coletivo e parecia uma concha. <em>&#8220;Quando surgiu o pão, há 12 000 anos (veja página à esquerda), já se usava uma colher para jogar o caldo sobre ele&#8221;</em>, afirma o sociólogo Gabriel Bollaffi, da Universidade de São Paulo (USP).</p>
<p><strong>Fonte: Foruns do Yahoo!</strong></p>
<div class="shr-publisher-612"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom -->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.vocesabia.net/curiosidades/como-surgiram-os-talheres/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

